quinta-feira, 28 de maio de 2015

MOVIMENTO DOS SERVIDORES DE CAMPOS: Promessa não cumprida ???

INTERROGAÇÃO COR ROSArosinha
Pelo chiado dos educadores de Campos, nos seus contra-cheques não vieram os pagamentos das promessas havidas pelos secretários de desgoverno Rosa em face do acordo que levou a um estágio de suspensão provisória da greve que fizeram por uma semana.
Segundo também alguns comentários de dirigentes do SEPE e do comando da greve, a alegação do secretário Fábio é de que a folha já estava rodada e não foi mais possível incluir nela o prometido.
JÁ QUE ALEGAM O FATO DE A FOLHA  ESTAR PRONTA E NÃO HAVER TIDO TEMPO PARA INCLUIR AS PROMESSAS, SUGIRO AO SECRETARIO FÁBIO A CONFECÇÃO DE UMA FOLHA SUPLEMENTAR PARA COLOCAR EM DIA AS PROMESSAS DELES.
SERÁ COVARDIA FAZER ESPERAR MAIS UM MÊS.
É SÓ MANDAR RODAR NO COMPUTADOR. É RAPIDINHO RAPIDINHO…..NÉ ????
OU A QUELAS PROMESSAS NÃO TIVERAM O AVAL DA PREFEITA SUMIDA ???
Cadê você, prefeita ?????
Fonte: José Geraldo (Folha da Manhã)

domingo, 24 de maio de 2015

Garotinho: “Aqui não tem ladrão, não tem roubo”


Foto: Ururau
Durante o programa “Entrevista Coletiva”, na manhã de ontem (23), o secretário de Governo Anthony Garotinho (PR) listou os gastos da Prefeitura de Campos com a coleta de lixo, jardins e repasse aos hospitais conveniados. “Só para os hospitais, são R$ 12 milhões por mês, mais R$ 6 milhões para a coleta de lixo, mais R$ 1 milhão para a Emec cuidar das praças e jardins. Quando perguntam onde está o dinheiro, temos que esclarecer muito bem. Aqui não tem ladrão, não tem roubo. Não estamos no meio da Lava Jato, nem do Petrolão. A Prefeitura destina 40% do seu orçamento para a Saúde”, disse Garotinho.
Vai cortar a verba dos hospitais conveniados? – Se antes da crise o clima com os hospitais conveniados era de amizade, agora parece que a ideia é mudar os rumos da relação. Segundo Garotinho, é inaceitável a conduta de alguns hospitais conveniados. Inclusive, o secretário cogitou cortar o repasse da Prefeitura e deixar que hospital “caminhe com as suas próprias pernas”. “Muitas pessoas humildes buscam atendimento nesses hospitais, como Plantadores, Beneficência, Álvaro Alvim, e não conseguem. Como pode? A Prefeitura repassa R$ 12 milhões por mês. Desse jeito o melhor caminho vai ser cortar a verba e deixar que cada um se vire. Vamos utilizar esse dinheiro para melhorar as nossas unidades e oferecer a estrutura necessária”, disse o deputado, que chegou a fazer insinuações. “Se não gastam o dinheiro para atender as pessoas, fazem o que? A Beneficência, por exemplo, está construindo um anexo todo espelhado, com heliponto e tudo. E ainda tem a tal da consulta social, que não tem cabimento”, disse Garotinho.
Ao lado do subsecretário de Saúde, o ex-vereador Dante, Garotinho sugeriu uma maneira de pagar os médicos sem que os recursos passem  pelos hospitais. “Podemos fazer isso diretamente com os médicos, sem deixar a verna com os hospitais. Já está autorizado pela prefeita Rosinha”, afirmou.
Fonte: Blog do Bastos, Folha da Manhã

Manifestações voltam às ruas


Educação, Saúde, demissão de terceirizados da Prefeitura de Campos, atraso do Estado no pagamento de bolsas de estudo da Uenf, suspensão do benefício do defeso, além de condições desumanas de moradia, insatisfação com o local provisório do Camelódromo e problemas com o fornecimento de energia e de água em localidades. A insatisfação com o cenário político-econômico nacional também fez com que a presidente Dilma Rousseff fosse alvo de atos em Campos. Estes são alguns dos motivos pelos quais a população foi às ruas este ano em cerca 50 protestos realizados até a última semana, dando sequência a uma série de quase 100 manifestações de 2014.
A maior mobilização contra o governo Rosinha foi marcada na última semana por ameaças de corte de ponto de grevistas da Educação e a reação com um ato na praça São Salvador, que resultou em uma passeata até a Prefeitura. Entre os manifestantes, estavam professores, alunos e responsáveis. O estopim para a série de protestos da categoria ocorreu há 24 dias, quando, na Câmara Municipal, foi aprovado o Plano de Cargos e Salários do Servidor, condicionando o benefício ao não reajuste salarial. O aval do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campos (Siprosep) também gerou revolta.
Porém, o reajuste salarial não é o único motivo apresentado pelo servidor, principalmente da área de Educação. Os manifestantes reivindicaram melhorias para as escolas e garantias de direitos trabalhistas. No ato, professores, que chegaram a montar barracas para acampar na sede da Prefeitura, receberam promessas de avanços para a categoria, como revisão do Plano de Cargos e Salários, reintegração de funcionários administrativos (porteiros e auxiliares de limpeza). Porém, as conversas sobre o reajuste salarial de 13.1% ficaram para o dia 10 de setembro. A categoria retorna amanhã para as salas de aula, mantendo o estado de greve. Servidores municipais da Saúde, Federação dos Estudantes de Campos (FEC), estudantes da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) e docentes do Instituto Federal Fluminense (IFF) oferecem apoio aos professores.
Se na parte da tarde de sexta-feira a situação foi tensa com o protesto dos educadores, no mesmo dia, pela manhã, carnavalescos já tinham estado em frente à Prefeitura manifestando com uma faixa com a seguinte cobrança: “Cultura do Governo Rosinha: em coma”, se posicionando contrários à suspensão do Carnaval fora de época de 2015. Tanto no caso da falta de reajuste ao servidor, quanto da suspensão do Campos Folia, a alegação do governo Rosinha é uma só: “a crise econômica causada pela desvalorização do barril do petróleo” e queda na arrecadação de royalties e participação especial, que já soma mais de R$ 287 milhões este ano.
Saúde - No protesto da última sexta-feira, servidores da área de Saúde também reforçaram as manifestações. Entre eles, estavam alguns funcionários do Hospital Ferreira Machado (HFM), Postos de Urgência de Guarus e Saldanha Marinho, além do Hospital Geral de Guarus (HGG). O último protesto da categoria aconteceu no HFM no início deste mês. A insatisfação ficou mais uma vez evidenciada pela mobilização de funcionários que utilizaram cartazes para protestar contra cortes nos salários e o que eles classificam de péssimas condições de trabalho, detectadas depois, em uma vistoria realizada por equipe do Ministério Público Federal naquela unidade.
"Fora Dilma" em dois momentos distintos
Os protestos também seguiram mobilização nacional realizada em duas frentes, sendo o primeiro em 15 de março e o outro 12 de abril, contra a presidente Dilma Rousseff. Na primeira manifestação, foram contabilizadas aproximadamente 2 milhões de pessoas espalhadas pelas capitais e principais cidades pelo país. Já em Campos, o primeiro ato contou com cerca de 800 pessoas, que participaram de um ato no Centro, vestidas de verde e amarelo, tendo concentração na Praça São Salvador.
Depois, o grupo participou de uma caminhada pela avenida Alberto Torres, passando também pela José Alves de Azevedo (Beira-Valão) e encerrando o protestos na avenida Pelinca. A mobilização foi liderada por representantes da indústria e do comércio, como Acic e CDL, que exibiram faixas contra a política econômica da presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, outro grupo de manifestantes se juntou à caminhada usando palavras de ordem como: “Fora, PT”, “Povo nas ruas, Dilma a culpa é sua”, “De verde e amarelo, sem foice nem martelo”.
Já na segunda manifestação, em 15 de abril, o número de participantes em nível nacional também caiu para cerca de 750 mil pessoas. Em Campos, os manifestantes ficaram em torno de 100, reunidos na pracinha em frente ao Liceu de Humanidades.
Governo do Estado também foi alvo de atos
O Governo do Estado também tem sido alvo constante de protestos em Campos. Na Universidade Estadual do Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a primeira manifestação aconteceu no fim de janeiro. Na ocasião, assim como recentemente, alunos se queixaram do atraso das bolsas universitárias, que chegou a ficar sem repasse durante três meses. Bloqueio do acesso à universidade, passeata e até aula pública na praça. Estas foram algumas formas encontradas pelos estudantes para demonstrarem a sua insatisfação.
No último dia 14, as manifestações da Uenf ganharam as ruas. Cerca de 200 manifestantes, entre alunos, docentes e servidores fizeram uma passeata, saindo da universidade, passando pela rodoviária Roberto Silveira e terminando na praça São Salvador. A Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia pagou nessa semana dois meses de bolsas atrasadas (fevereiro e março). E prometeu, a partir deste mês, regularizar a situação.
No entanto, este não foi o único protesto tendo como foco o Estado. No dia 17 de abril, aproximadamente 100 alunos da Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins (ETEJBM) foram às ruas para protestar e chamar a atenção das autoridades para os problemas que estariam enfrentando. O grupo saiu em passeata pela avenida Alberto Lamego e seguiu em direção a rua Felipe Uébe e avenida 28 de Março,  onde foi feita uma parada em frente ao Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam), em Campos.
O protesto foi iniciado após a ameaça do  corte de 80% dos professores contratados, a partir deste mês, o que ainda não foi confirmado.
Fonte: Folha da Manhã

sábado, 23 de maio de 2015

Atriz americana chega aos 19kg e pede ajuda com campanha na web

Rachael Farrokh antes e depois (Foto: Reprodução)

A atriz norte-americana Rachael Farrokh, de 37 anos, conhecida por atuar em curta-metragens independentes como Accused, Suicide Dolls, Comatose, Angry Asian Man e Going Down, lançou uma campanha na web para se tratar da anorexia nervosa, transtorno com a qual lida há uma década.
Ela, que atualmente pesa cerca de 19kg, e o marido, Ron Edmondson, estão buscando ajuda de internautas para arrecadar dinheiro para o tratamento adequado, que é de cerca de 350 mil dólares.
Em um vídeo de menos de 2 minutos, Rachael conta que é vítima de "uma doença psicológica que tem consequencias biológicas" e precisa de ajuda médica no único hospital especializado no assunto dos EUA, já que outros centros médicos se recusam a atendê-la por conta do peso extremamente baixo.
O marido, que abandonou o emprego para cuidar de Rachael diz que, se ela consumir muitas calorias, o corpo dela pode gastar mais do que deveria e ela perderia ainda mais peso. "As pessoas acham que a doença é uma questão simples sobre magreza e se alimentar bem. Que se alimentar é o suficiente para ficar bem. A verdade é que estas pessoas estão sofrendo tanto que querem desaparecer, e só nós os ignorarmos, eles vão nos deixar", diz o texto da campanha.
Rachael começou a emagrecer rapidamente depois de ser demitida de forma inesperada e já passou por alguns episódios de parada cardíaca, falência do fígado e recebeu transfusões de sangue. Além disso, ela vem observando suas capacidades físicas (incluindo a respiração) e mentais se deteriorando.
A anorexia é, entre jovens adolescentes, a terceira doença crônica psiquiátrica mais comum e tem um índice de mortalidade de 5,6%, conforme informações da Associação de Psiquiatria Americana (APA). A distorção da imagem corporal (a pessoa não se enxerga no espelho como realmente é) e a compulsão pela magreza estão ligadas a condições como: influência dos meios de comunicação, ansiedade, baixa autoestima, ansiedade e fatores genéticos.
Fonte: G1.

Atriz mirim é localizada em hotel da região central de BH, diz Polícia Militar

Beatriz Parizotto, de 14 anos, estava desaparecida desde esta quinta (21).
Adolescente mora em SP e fugiu de casa com um jovem, de 17 anos


Beatriz sumiu na quinta-feira em São Paulo (Foto: Jéssica Parizotto/Arquivo Pessoal)
A atriz mirim Beatriz Parizotto, de 14 anos, foi localizada na madrugada deste sábado (23), em um hotel da região central de Belo Horizonte, informou a Polícia Militar (PM). A adolescente, que participou da novela Carrossel, do SBT, estava desaparecida desde a quinta-feira (21).

Segundo informações da família, a atriz, que mora em São Paulo, fugiu de casa com um rapaz, de 17 anos, com quem já havia saído algumas vezes. De ônibus, eles seguiram para a capital mineira.

O pai de Beatriz e um irmão do rapaz vieram para Belo Horizonte, para acompanhar as buscas feitas pela Polícia Civil. Nesta sexta-feira, os parentes chegaram a divulgar uma foto em que os jovens apareciam em um shopping de Belo Horizonte.

Segundo a PM, um boletim de ocorrência sobre a localização foi registrado. Nele consta que uma denúncia apontou que os adolescentes estavam hospedados em um hotel, na Rua Carijós, no Centro. Por volta das 21h desta sexta-feira, policiais estiveram no local e fizeram buscas, mas os jovens não foram localizados.
De acordo com a polícia, nos registros do hotel, constava o nome da atriz e do rapaz como hóspedes. Para fazer o check-in, ele teria se passado por maior de idade, conforme informou a PM.

Já nesta madrugada, por volta da 1h, depois de os jovens retornarem ao hotel, policiais foram acionados pelos funcionários do estabelecimento e encontraram ambos no apartamento 704. Com os parentes, eles foram levados a uma delegacia para prestar esclarecimentos, segundo a PM.

G1 tentou contanto com família da atriz, mas até a publicação desta reportagem, nenhum parente havia sido localizado.

No perfil da mãe de Beatriz em uma rede social, há mensagens de amigas sobre o reaparecimento da adolescente. Um dos posts diz que "encontraram a Bia" e que "tudo acabou bem".
Fonte: G1.

Professores dão lição ao governo Rosinha e voltam às aulas na segunda


Com informações de Dulcides Netto
Fotos: Channa Vieira e leitores Sandre Antunes e Denilson Boa Morte
Depois de mais de seis horas de protesto, que começou na praça do Santíssimo Salvador, no Centro, e terminou na sede da Prefeitura de Campos, onde chegaram a acampar, profissionais da rede municipal de Educação decidiram na noite desta sexta-feira (22) retomar as aulas na próxima segunda-feira (25), porém, mantendo o estado de greve até que as negociações com o governo municipal avancem. Durante o movimento, spray de pimenta teria sido usado em manifestantes, que tiveram as barracas retiradas do pátio da Prefeitura pela Guarda Civil Municipal.
A decisão de voltar às aulas foi tomada no quinto dia da greve de ocupação, após uma comissão do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) ter sido recebida pelos secretários municipais de Educação, Frederico Tavares Rangel, e de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, para negociação. Na quinta-feira (21), Fábio Ribeiro e o secretário de Governo de Campos, Anthony Garotinho, ameaçarem cortar o ponto e a regência do mês de maio, mas os profissionais da Educação não recuaram, e marcaram para esta sexta (22) um novo protesto.
O ato teve início por volta das 15h, na praça. Em seguida, os manifestantes seguiram para a frente da Prefeitura, onde uma assembleia foi iniciada por volta das 18h. Os secretários convocaram alguns professores para uma reunião interna, mas eles recusaram, alegando que a conversa só ocorreria com a prefeita Rosinha Garotinho, que não estaria na Prefeitura, mas disseram que os secretários poderiam subir no trio elétrico para falar com a categoria.
Durante o protesto, por volta das 17h, servidores da Saúde, chamados de “Servidores em Ação”, e alguns pais de alunos aderiram ao movimento e chegaram com mais um trio elétrico.
Desde segunda-feira (18), os profissionais cruzaram os braços na tentativa de ter as suas reivindicações atendidas. Os professores pedem concurso público para todos os funcionários, merenda escolar de qualidade, infraestrutura em todas as instituições, material didático de melhor qualidade pedagógica, valorização profissional com assistência à saúde, revisão do Plano de Cargos e Salários, reajuste salarial, reposição das perdas salariais e incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.
Na terça-feira (19), os secretários de Educação e Administração convocaram representantes do Sepe para uma reunião e apresentaram propostas, que não foram aceitas pela categoria durante assembleia. De acordo com a diretora do Sepe Norma Dias, a principal reivindicação, que teria motivado a greve dos professores, teria sido “empurrada” para setembro.
Fonte: Folha da Manhã.