sexta-feira, 28 de junho de 2013

Plebiscito para reforma política: novo golpe para desviar a atenção do povo; Pr. Silas comenta

Plebiscito para reforma política: novo golpe para desviar a atenção do povo; Pr. Silas comenta

A presidente Dilma está reunida nesta quinta-feira (27) com políticos de sua base para discutir a polêmica proposta de plebiscito para reforma política. Segundo o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, este plebiscito seria como a população dar um “cheque em branco” aos políticos.
Imagem: divulgaçãoPr. Silas comenta
É incrível a capacidade dos governantes tentarem desviar o foco dos problemas graves do Brasil para um tema que o povo pouco domina. É de uma insensatez, para não dizer “cara de pau”, tratar de um tema que só interessa aos políticos e principalmente ao governo, para tentar desviar a atenção da sociedade de assuntos mais sérios que afligem a população.
Fala para a presidente que a reforma política que o povo quer é menos roubalheira, burocracia e muito mais eficiência e competência para governar. Quem vai comandar o plebiscito sobre a reforma política? Os políticos! O que o povo entende disso? Absolutamente nada! É uma vergonha! É uma afronta a inteligência de qualquer um! Avisa à presidente que a reforma que o país precisa é a tributária, mas essa ela não quer porque vai perder poder.Vamos enviar e-mails para senadores e deputados federais com o seguinte dizer: Fora plebiscito para reforma política! O povo quer menos roubalheira e burocracia e muito mais eficiência e competência para governar.
Observação: como são muitos e-mails, dividimos em grupos. Selecione um grupo de cada vez, copie os e-mails, cole-os no espaço para destinatário e envie. Repita a operação nos grupos seguintes.
Grupo 1 – senadores:
acir@senador.gov.br; aecio.neves@senador.gov.br; alfredo.nascimento@senador.gov.br; aloysionunes.ferreira@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br; ana.amelia@senadora.gov.br; ana.rita@senadora.gov.br; angela.portela@senadora.gov.br; anibal.diniz@senador.gov.br; antoniocarlosvaladares@senador.gov.br; antonio.russo@senador.gov.br; armando.monteiro@senador.gov.br; benedito.lira@senador.gov.br; blairomaggi@senador.gov.br; casildomaldaner@senador.gov.br; cassio@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br; ciro.nogueira@senador.gov.br; clesio.andrade@senador.gov.br; clovis.fecury@senador.gov.br; cristovam@senador.gov.br; cyro.miranda@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br; eduardo.amorim@senador.gov.br; eduardo.braga@senador.gov.br; eduardo.lopes@senador.gov.br; eduardo.suplicy@senador.gov.br; ecafeteira@senador.gov.br; eunicio.oliveira@senador.gov.br; fernando.collor@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br; francisco.dornelles@senador.gov.br; garibaldi@senador.gov.br; gim.argello@senador.gov.br; humberto.costa@senador.gov.br; inacioarruda@senador.gov.br; ivo.cassol@senador.gov.br; jader.barbalho@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jayme.campos@senador.gov.br; capi@senador.gov.br; joaodurval@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; jorgeviana.acre@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br; gab.josepimentel@senado.gov.br; sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br; lidice.mata@senadora.gov.br; lindbergh.farias@senador.gov.br; lobaofilho@senador.gov.br; lucia.vania@senadora.gov.br; luizhenrique@senador.gov.br; magnomalta@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br; mario.couto@senador.gov.br; martasuplicy@senadora.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; paulobauer@senador.gov.br; paulodavim@senador.gov.br; simon@senador.gov.br; pedrotaques@senador.gov.br; randolfe.rodrigues@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; ricardoferraco@senador.gov.br; roberto.requiao@senador.gov.br; rollemberg@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; sergiopetecao@senador.gov.br; sergiosouza@senado.gov.br; valdir.raupp@senador.gov.br; vanessa.grazziotin@senadora.gov.br; vicentinho.alves@senador.gov.br; vital.rego@senador.gov.br; waldemir.moka@senador.gov.br; pinheiro@senador.gov.br; wellington.dias@senador.gov.br; zeze.perrella@senador.gov.br
Grupo 2 – deputados:
dep.abelardocamarinha@camara.leg.br; dep.abelardolupion@camara.leg.br; dep.acelinopopo@camara.leg.br; dep.ademircamilo@camara.leg.br; dep.adrian@camara.leg.br; dep.aeltonfreitas@camara.leg.br; dep.afonsoflorence@camara.leg.br; dep.afonsohamm@camara.leg.br; dep.akiraotsubo@camara.leg.br; dep.albertofilho@camara.leg.br; dep.alceumoreira@camara.leg.br; dep.alessandromolon@camara.leg.br; dep.alexcanziani@camara.leg.br; dep.alexandreleite@camara.leg.br; dep.alexandreroso@camara.leg.br; dep.alexandresantos@camara.leg.br; dep.alexandretoledo@camara.leg.br; dep.alfredokaefer@camara.leg.br; dep.alfredosirkis@camara.leg.br; dep.aliceportugal@camara.leg.br; dep.alinecorrea@camara.leg.br; dep.almeidalima@camara.leg.br; dep.amauriteixeira@camara.leg.br; dep.andersonferreira@camara.leg.br; dep.andrefigueiredo@camara.leg.br; dep.andremoura@camara.leg.br; dep.andrevargas@camara.leg.br; dep.andrezacharow@camara.leg.br; dep.andreiazito@camara.leg.br; dep.angeloagnolin@camara.leg.br; dep.angelovanhoni@camara.leg.br; dep.anibalgomes@camara.leg.br; dep.anselmodejesus@camara.leg.br; dep.anthonygarotinho@camara.leg.br; dep.antonialucia@camara.leg.br; dep.antoniobalhmann@camara.leg.br; dep.antoniobrito@camara.leg.br; dep.antoniobulhoes@camara.leg.br; dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br; dep.antonioimbassahy@camara.leg.br; dep.antonioroberto@camara.leg.br; dep.aracelydepaula@camara.leg.br; dep.ariostoholanda@camara.leg.br; dep.arlindochinaglia@camara.leg.br; dep.armandovergilio@camara.leg.br; dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br; dep.arnaldojardim@camara.leg.br; dep.arnaldojordy@camara.leg.br; dep.arnonbezerra@camara.leg.br; dep.aroldedeoliveira@camara.leg.br; dep.arthurlira@camara.leg.br; dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br; dep.arturbruno@camara.leg.br; dep.asdrubalbentes@camara.leg.br; dep.assiscarvalho@camara.leg.br; dep.assisdocouto@camara.leg.br; dep.assismelo@camara.leg.br; dep.atilalins@camara.leg.br; dep.augustocarvalho@camara.leg.br; dep.augustocoutinho@camara.leg.br; dep.aureo@camara.leg.br; dep.beneditadasilva@camara.leg.br; dep.benjaminmaranhao@camara.leg.br; dep.bernardosantanadevasconcellos@camara.leg.br; dep.betinhorosado@camara.leg.br; dep.betoalbuquerque@camara.leg.br; dep.betofaro@camara.leg.br; dep.betomansur@camara.leg.br; dep.biffi@camara.leg.br; dep.bohngass@camara.leg.br; dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br; dep.brunafurlan@camara.leg.br; dep.brunoaraujo@camara.leg.br; dep.camilocola@camara.leg.br; dep.candidovaccarezza@camara.leg.br; dep.carlosalbertolereia@camara.leg.br; dep.carlosbezerra@camara.leg.br; dep.carlosbrandao@camara.leg.br; dep.carloseduardocadoca@camara.leg.br; dep.carlosmagno@camara.leg.br; dep.carlosroberto@camara.leg.br; dep.carlossampaio@camara.leg.br; dep.carlossouza@camara.leg.br; dep.carloszarattini@camara.leg.br; dep.carmenzanotto@camara.leg.br; dep.celsojacob@camara.leg.br; dep.celsomaldaner@camara.leg.br; dep.cesarcolnago@camara.leg.br; dep.cesarhalum@camara.leg.br; dep.chicoalencar@camara.leg.br; dep.chicodasverduras@camara.leg.br;
Grupo 3:
dep.chicolopes@camara.leg.br; dep.claudiocajado@camara.leg.br; dep.claudioputy@camara.leg.br; dep.cleberverde@camara.leg.br; dep.colbertmartins@camara.leg.br; dep.costaferreira@camara.leg.br; dep.dalvafigueiredo@camara.leg.br; dep.damiaofeliciano@camara.leg.br; dep.danielalmeida@camara.leg.br; dep.daniloforte@camara.leg.br; dep.danrleidedeushinterholz@camara.leg.br; dep.darcisioperondi@camara.leg.br; dep.davialcolumbre@camara.leg.br; dep.davialvessilvajunior@camara.leg.br; dep.deciolima@camara.leg.br; dep.delegadoprotogenes@camara.leg.br; dep.deley@camara.leg.br; dep.devanirribeiro@camara.leg.br; dep.diegoandrade@camara.leg.br; dep.dilceusperafico@camara.leg.br; dep.dimasfabiano@camara.leg.br; dep.domingosdutra@camara.leg.br; dep.domingossavio@camara.leg.br; dep.dr.adilsonsoares@camara.leg.br; dep.dr.carlosalberto@camara.leg.br; dep.dr.grilo@camara.leg.br; dep.dr.jorgesilva@camara.leg.br; dep.dr.luizfernando@camara.leg.br; dep.dr.paulocesar@camara.leg.br; dep.dr.rosinha@camara.leg.br; dep.dr.ubiali@camara.leg.br; dep.duartenogueira@camara.leg.br; dep.dudimarpaxiuba@camara.leg.br; dep.edinhoaraujo@camara.leg.br; dep.edinhobez@camara.leg.br; dep.ediolopes@camara.leg.br; dep.edsonezequiel@camara.leg.br; dep.edsonpimenta@camara.leg.br; dep.edsonsantos@camara.leg.br; dep.edsonsilva@camara.leg.br; dep.eduardoazeredo@camara.leg.br; dep.eduardobarbosa@camara.leg.br; dep.eduardocunha@camara.leg.br; dep.eduardodafonte@camara.leg.br; dep.eduardosciarra@camara.leg.br; dep.efraimfilho@camara.leg.br; dep.elcionebarbalho@camara.leg.br; dep.eleusespaiva@camara.leg.br; dep.elicorreafilho@camara.leg.br; dep.elienelima@camara.leg.br; dep.emanuelfernandes@camara.leg.br; dep.eniobacci@camara.leg.br; dep.erikakokay@camara.leg.br; dep.eriveltonsantana@camara.leg.br; dep.esperidiaoamin@camara.leg.br; dep.eudesxavier@camara.leg.br; dep.euricojunior@camara.leg.br; dep.evandromilhomen@camara.leg.br; dep.fabiofaria@camara.leg.br; dep.fabioramalho@camara.leg.br; dep.fabioreis@camara.leg.br; dep.fabiosouto@camara.leg.br; dep.fabiotrad@camara.leg.br; dep.fatimabezerra@camara.leg.br; dep.fatimapelaes@camara.leg.br; dep.felipebornier@camara.leg.br; dep.felipemaia@camara.leg.br; dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br; dep.fernandocoelhofilho@camara.leg.br; dep.fernandoferro@camara.leg.br; dep.fernandofrancischini@camara.leg.br; dep.fernandojordao@camara.leg.br; dep.fernandolopes@camara.leg.br; dep.fernandomarroni@camara.leg.br; dep.fernandotorres@camara.leg.br; dep.flaviamorais@camara.leg.br; dep.flavianomelo@camara.leg.br; dep.franciscochagas@camara.leg.br; dep.franciscoescorcio@camara.leg.br; dep.franciscofloriano@camara.leg.br; dep.franciscopraciano@camara.leg.br; dep.franciscotenorio@camara.leg.br; dep.gabrielchalita@camara.leg.br; dep.gabrielguimaraes@camara.leg.br; dep.geneciasnoronha@camara.leg.br; dep.georgehilton@camara.leg.br; dep.geraldoresende@camara.leg.br; dep.geraldosimoes@camara.leg.br; dep.geraldothadeu@camara.leg.br; dep.giacobo@camara.leg.br; dep.giovanicherini@camara.leg.br;
Grupo 4:
dep.giovanniqueiroz@camara.leg.br; dep.givaldocarimbao@camara.leg.br; dep.gladsoncameli@camara.leg.br; dep.glauberbraga@camara.leg.br; dep.goiaciaracruz@camara.leg.br; dep.gonzagapatriota@camara.leg.br; dep.goretepereira@camara.leg.br; dep.guilhermecampos@camara.leg.br; dep.guilhermemussi@camara.leg.br; dep.heliosantos@camara.leg.br; dep.henriqueafonso@camara.leg.br; dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br; dep.henriquefontana@camara.leg.br; dep.henriqueoliveira@camara.leg.br; dep.hermesparcianello@camara.leg.br; dep.heulercruvinel@camara.leg.br; dep.homeropereira@camara.leg.br; dep.hugoleal@camara.leg.br; dep.hugomotta@camara.leg.br; dep.hugonapoleao@camara.leg.br; dep.humbertosouto@camara.leg.br; dep.iarabernardi@camara.leg.br; dep.ilariomarques@camara.leg.br; dep.inocenciooliveira@camara.leg.br; dep.iracemaportella@camara.leg.br; dep.irinylopes@camara.leg.br; dep.irisdearaujo@camara.leg.br; dep.isaiassilvestre@camara.leg.br; dep.ivanvalente@camara.leg.br; dep.izalci@camara.leg.br; dep.jaimemartins@camara.leg.br; dep.jairbolsonaro@camara.leg.br; dep.jairoataide@camara.leg.br; dep.jandirafeghali@camara.leg.br; dep.janetecapiberibe@camara.leg.br; dep.janeterochapieta@camara.leg.br; dep.janionatal@camara.leg.br; dep.jaquelineroriz@camara.leg.br; dep.jeanwyllys@camara.leg.br; dep.jeffersoncampos@camara.leg.br; dep.jeronimogoergen@camara.leg.br; dep.jesusrodrigues@camara.leg.br; dep.jhonatandejesus@camara.leg.br; dep.jomoraes@camara.leg.br; dep.joaoananias@camara.leg.br; dep.joaoarruda@camara.leg.br; dep.joaobittar@camara.leg.br; dep.joaocampos@camara.leg.br; dep.joaocarlosbacelar@camara.leg.br; dep.joaodado@camara.leg.br; dep.joaoleao@camara.leg.br; dep.joaolyra@camara.leg.br; dep.joaomagalhaes@camara.leg.br ; dep.joaomaia@camara.leg.br; dep.joaopaulocunha@camara.leg.br; dep.joaopaulolima@camara.leg.br; dep.joaopizzolatti@camara.leg.br; dep.jorgebittar@camara.leg.br; dep.jorgeboeira@camara.leg.br; dep.jorgecortereal@camara.leg.br; dep.jorgetadeumudalen@camara.leg.br; dep.jorginhomello@camara.leg.br; dep.joseairton@camara.leg.br; dep.joseaugustomaia@camara.leg.br; dep.josecarlosaraujo@camara.leg.br; dep.josechaves@camara.leg.br; dep.josegenoino@camara.leg.br; dep.joseguimaraes@camara.leg.br; dep.josehumberto@camara.leg.br; dep.joselinhares@camara.leg.br; dep.josementor@camara.leg.br; dep.josenunes@camara.leg.br; dep.joseotaviogermano@camara.leg.br; dep.josepriante@camara.leg.br; dep.joserocha@camara.leg.br; dep.josestedile@camara.leg.br; dep.josiasgomes@camara.leg.br; dep.josuebengtson@camara.leg.br; dep.jovairarantes@camara.leg.br; dep.juliocampos@camara.leg.br; dep.juliocesar@camara.leg.br; dep.juliodelgado@camara.leg.br; dep.juniorcoimbra@camara.leg.br; dep.junjiabe@camara.leg.br; dep.jutahyjunior@camara.leg.br ; dep.keikoota@camara.leg.br; dep.laelvarella@camara.leg.br; dep.laerciooliveira@camara.leg.br; dep.lauriete@camara.leg.br; dep.lazarobotelho@camara.leg.br; dep.leandrovilela@camara.leg.br; dep.lelocoimbra@camara.leg.br;
Grupo 5:
dep.leonardogadelha@camara.leg.br; dep.leonardomonteiro@camara.leg.br; dep.leonardopicciani@camara.leg.br; dep.leonardoquintao@camara.leg.br; dep.leopoldomeyer@camara.leg.br; dep.liliamsa@camara.leg.br; dep.lincolnportela@camara.leg.br; dep.liramaia@camara.leg.br; dep.lourivalmendes@camara.leg.br; dep.lucichoinacki@camara.leg.br; dep.lucianasantos@camara.leg.br; dep.lucianocastro@camara.leg.br; dep.luciovale@camara.leg.br; dep.luciovieiralima@camara.leg.br; dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br; dep.luistibe@camara.leg.br; dep.luizalberto@camara.leg.br; dep.luizargolo@camara.leg.br; dep.luizcarlos@camara.leg.br; dep.luizcouto@camara.leg.br; dep.luizdedeus@camara.leg.br; dep.luizfernandofaria@camara.leg.br; dep.luizfernandomachado@camara.leg.br; dep.luiznishimori@camara.leg.br; dep.luizpitiman@camara.leg.br; dep.luizsergio@camara.leg.br; dep.luizaerundina@camara.leg.br; dep.magdamofatto@camara.leg.br; dep.majorfabio@camara.leg.br; dep.manato@camara.leg.br; dep.mandetta@camara.leg.br; dep.manoeljunior@camara.leg.br; dep.manoelsalviano@camara.leg.br; dep.manuelrosaneca@camara.leg.br; dep.manueladavila@camara.leg.br; dep.maragabrilli@camara.leg.br; dep.marcalfilho@camara.leg.br; dep.marceloaguiar@camara.leg.br; dep.marceloalmeida@camara.leg.br; dep.marcelocastro@camara.leg.br; dep.marcelomatos@camara.leg.br; dep.marciobittar@camara.leg.br; dep.marciofranca@camara.leg.br; dep.marciojunqueira@camara.leg.br; dep.marciomacedo@camara.leg.br; dep.marciomarinho@camara.leg.br; dep.marcomaia@camara.leg.br; dep.marcotebaldi@camara.leg.br; dep.marcon@camara.leg.br; dep.marcosmedrado@camara.leg.br; dep.marcosmontes@camara.leg.br; dep.marcosrogerio@camara.leg.br; dep.marcuspestana@camara.leg.br; dep.margaridasalomao@camara.leg.br; dep.marinasantanna@camara.leg.br; dep.marinharaupp@camara.leg.br; dep.mariofeitoza@camara.leg.br; dep.marioheringer@camara.leg.br; dep.marionegromonte@camara.leg.br; dep.marllossampaio@camara.leg.br; dep.mauricioquintellalessa@camara.leg.br; dep.maurobenevides@camara.leg.br; dep.maurolopes@camara.leg.br; dep.mauromariani@camara.leg.br; dep.mendesribeirofilho@camara.leg.br; dep.mendoncafilho@camara.leg.br; dep.mendoncaprado@camara.leg.br; dep.miguelcorrea@camara.leg.br; dep.miltonmonti@camara.leg.br; dep.miriquinhobatista@camara.leg.br; dep.miroteixeira@camara.leg.br; dep.missionariojoseolimpio@camara.leg.br; dep.moreiramendes@camara.leg.br; dep.natandonadon@camara.leg.br; dep.nazarenofonteles@camara.leg.br; dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br; dep.nelsonmarquezelli@camara.leg.br; dep.nelsonmeurer@camara.leg.br; dep.nelsonpadovani@camara.leg.br; dep.nelsonpellegrino@camara.leg.br; dep.newtoncardoso@camara.leg.br; dep.newtonlima@camara.leg.br; dep.nicelobao@camara.leg.br; dep.nildagondim@camara.leg.br; dep.nilmarruiz@camara.leg.br; dep.nilmariomiranda@camara.leg.br; dep.nilsonleitao@camara.leg.br; dep.nilsonpinto@camara.leg.br; dep.niltoncapixaba@camara.leg.br; dep.odaircunha@camara.leg.br; dep.odiliobalbinotti@camara.leg.br;
Grupo 6:
dep.oliveirafilho@camara.leg.br; dep.onofresantoagostini@camara.leg.br; dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br; dep.osmarjunior@camara.leg.br; dep.osmarserraglio@camara.leg.br; dep.osmarterra@camara.leg.br; dep.osvaldoreis@camara.leg.br; dep.otavioleite@camara.leg.br; dep.otoniellima@camara.leg.br; dep.ozieloliveira@camara.leg.br; dep.padrejoao@camara.leg.br; dep.padreton@camara.leg.br; dep.paeslandim@camara.leg.br; dep.pastoreurico@camara.leg.br; dep.pastormarcofeliciano@camara.leg.br; dep.paulao@camara.leg.br; dep.pauloabiackel@camara.leg.br; dep.paulocesarquartiero@camara.leg.br; dep.paulofeijo@camara.leg.br; dep.pauloferreira@camara.leg.br; dep.paulofoletto@camara.leg.br; dep.paulofreire@camara.leg.br; dep.paulomagalhaes@camara.leg.br; dep.paulomaluf@camara.leg.br; dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br; dep.paulopimenta@camara.leg.br; dep.paulorubemsantiago@camara.leg.br; dep.pauloteixeira@camara.leg.br ; dep.paulowagner@camara.leg.br; dep.pedrochaves@camara.leg.br; dep.pedroeugenio@camara.leg.br; dep.pedroguerra@camara.leg.br; dep.pedrohenry@camara.leg.br; dep.pedronovais@camara.leg.br; dep.pedrouczai@camara.leg.br; dep.penna@camara.leg.br; dep.perpetuaalmeida@camara.leg.br ; dep.pintoitamaraty@camara.leg.br; dep.pliniovalerio@camara.leg.br; dep.policarpo@camara.leg.br; dep.professorsergiodeoliveira@camara.leg.br; dep.professorsetimo@camara.leg.br; dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br; dep.raimundogomesdematos@camara.leg.br ; dep.raulhenry@camara.leg.br; dep.raullima@camara.leg.br ; dep.reginaldolopes@camara.leg.br; dep.reguffe@camara.leg.br; dep.reinaldoazambuja@camara.leg.br; dep.renanfilho@camara.leg.br; dep.renatoandrade@camara.leg.br; dep.renatomolling@camara.leg.br; dep.renzobraz@camara.leg.br; dep.ricardoarruda@camara.leg.br; dep.ricardoberzoini@camara.leg.br; dep.ricardoizar@camara.leg.br; dep.ricardotripoli@camara.leg.br; dep.robertobalestra@camara.leg.br ; dep.robertobritto@camara.leg.br; dep.robertodelucena@camara.leg.br; dep.robertofreire@camara.leg.br; dep.robertosantiago@camara.leg.br; dep.robertoteixeira@camara.leg.br; dep.rodrigodecastro@camara.leg.br; dep.rodrigomaia@camara.leg.br; dep.rogeriocarvalho@camara.leg.br; dep.rogeriopeninhamendonca@camara.leg.br; dep.romario@camara.leg.br; dep.ronaldobenedet@camara.leg.br; dep.ronaldocaiado@camara.leg.br; dep.ronaldofonseca@camara.leg.br; dep.ronaldonogueira@camara.leg.br; dep.ronaldozulke@camara.leg.br; dep.rosaneferreira@camara.leg.br; dep.rosedefreitas@camara.leg.br; dep.rosinhadaadefal@camara.leg.br; dep.rubensbueno@camara.leg.br; dep.rubensotoni@camara.leg.br; dep.ruycarneiro@camara.leg.br; dep.sabinocastelobranco@camara.leg.br; dep.salvadorzimbaldi@camara.leg.br; dep.sandesjunior@camara.leg.br; dep.sandrarosado@camara.leg.br; dep.sandroalex@camara.leg.br; dep.sandromabel@camara.leg.br; dep.saraivafelipe@camara.leg.br; dep.sarneyfilho@camara.leg.br; dep.sebastiaobalarocha@camara.leg.br; dep.sergiobrito@camara.leg.br; dep.sergioguerra@camara.leg.br;
Grupo 7:
dep.sergiomoraes@camara.leg.br; dep.sergiozveiter@camara.leg.br; dep.severinoninho@camara.leg.br; dep.sibamachado@camara.leg.br; dep.silasbrasileiro@camara.leg.br; dep.silascamara@camara.leg.br; dep.silviocosta@camara.leg.br; dep.simaosessim@camara.leg.br ; dep.simplicioaraujo@camara.leg.br; dep.stefanoaguiar@camara.leg.br; dep.stepannercessian@camara.leg.br; dep.suelividigal@camara.leg.br; dep.takayama@camara.leg.br; dep.taumaturgolima@camara.leg.br; dep.tiririca@camara.leg.br; dep.toninhopinheiro@camara.leg.br; dep.urzenirocha@camara.leg.br; dep.valadaresfilho@camara.leg.br; dep.valdemarcostaneto@camara.leg.br; dep.valdircolatto@camara.leg.br; dep.valdivinodeoliveira@camara.leg.br; dep.valmirassuncao@camara.leg.br; dep.valtenirpereira@camara.leg.br; dep.vanderloubet@camara.leg.br; dep.vanderleimacris@camara.leg.br; dep.vanderleisiraque@camara.leg.br; dep.vazdelima@camara.leg.br; dep.vicentearruda@camara.leg.br; dep.vicentecandido@camara.leg.br; dep.vicentinho@camara.leg.br; dep.vieiradacunha@camara.leg.br; dep.vilalba@camara.leg.br; dep.vilsoncovatti@camara.leg.br; dep.viniciusgurgel@camara.leg.br; dep.vitorpaulo@camara.leg.br; dep.vitorpenido@camara.leg.br; dep.waldenorpereira@camara.leg.br; dep.waldirmaranhao@camara.leg.br; dep.walneyrocha@camara.leg.br; dep.walterfeldman@camara.leg.br; dep.walterihoshi@camara.leg.br; dep.waltertosta@camara.leg.br; dep.wandenkolkgoncalves@camara.leg.br; dep.washingtonreis@camara.leg.br; dep.welitonprado@camara.leg.br; dep.wellingtonfagundes@camara.leg.br; dep.wellingtonroberto@camara.leg.br; dep.wevertonrocha@camara.leg.br; dep.williamdib@camara.leg.br; dep.wilsonfilho@camara.leg.br; dep.wladimircosta@camara.leg.br; dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br; dep.zegeraldo@camara.leg.br; dep.zevieira@camara.leg.br; dep.zecadirceu@camara.leg.br; dep.zequinhamarinho@camara.leg.br; dep.zezeuribeiro@camara.leg.br; dep.zoinho@camara.leg

Fonte: Verdade Gospel.

Passeata no centro do Rio termina sem ocorrência de vandalismo

Passeata no centro do Rio termina sem ocorrência de vandalismo

Rio de Janeiro – A manifestação que reuniu cerca de 5 mil pessoas no centro da capital fluminense, segundo estimativa da Polícia Militar (PM), terminou sem qualquer registro de tumulto. Os manifestantes saíram em passeata da Candelária até a Cinelândia. Eles fizeram o percurso pela Avenida Rio Branco, que foi bloqueada ao tráfego de veículos. Da Cinelândia, as pessoas que participavam do protesto seguiram pela Avenida Presidente Antonio Carlos até a Rua da Assembleia, onde fica a sede da Federação de Transportes do Rio de Janeiro. Em nenhum momento houve ocorrência de vandalismo.
O esquema de policiamento montado foi maior que o da manifestação anterior. De acordo com a PM, foi usado um efetivo de 1.400 homens, distribuídos estrategicamente pelas principais ruas e avenidas do centro da cidade. Cerca de 200 militares protegeram o Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Durante a passeata, os manifestantes portavam cartazes com frases contra os gastos na reforma do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Eles criticavam o estado precário das áreas de saúde e educação, caso da engenheira química Cristiane Passos. "Este tipo de manifestação é muito válido e já deveria estar ocorrendo há muito tempo. A diferença entre classes sociais no país é gritante. Não há investimento em políticas sociais, vide situações de violência muito banais. A gente tem que continuar nas ruas, com objetivos bem mais claros", disse.
Um grupo de militares do Corpo de Bombeiros também participou da manifestação e defendia a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300, que estabelece a equiparação salarial de bombeiros, militares e policiais civis de todo o país. Eles cobravam ainda anistia para os bombeiros exonerados nos protestos de 2012, quando o Quartel Central da corporação, na Praça da República, foi tomada em um ato de protesto. Com as manifestações, o subtenente Macedo estava otimista quanto ao atendimento das reivindicações da categoria. “Agora nós temos uma grande oportunidade do nosso sonho acontecer", disse.
Vários índios que ocuparam a sede do antigo Museu do Índio, no Maracanã, até abril deste ano, carregavam uma faixa com a frase: "Aldeia Maracanã Resiste". Eles manifestaram ainda a indignação com a forma como o governo do estado agiu para tirá-los do prédio. "A gente espera que com toda a pressão do povo e da população indígena que já estava correndo atrás dos nossos direitos, o governo não tenha outra escolha a não ser ceder", disse o índio Kaiah.
Os manifestantes também criticaram a operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM), na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, que resultou na morte de dez pessoas, na última segunda-feira (24). Eles gritavam palavras de ordem contra o governo do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e contra a ação da PM na comunidade.

Fonte: Agência Brasil.

Espanha vence Itália nos pênaltis e pega Brasil na final

Espanha vence Itália nos pênaltis e pega Brasil na final

Brasília – O adversário do Brasil na final da Copa das Confederações só foi conhecido, há pouco, depois um jogo muito disputado, que terminou empatado em 0 a 0 no tempo regulamentar, não foi definido na prorrogação, e sim nos pênaltis. A Itália abriu a cobrança de pênaltis, que permaneceu empatada até o sétimo chute, desperdiçado por Bonucci. Jesús Navas converteu em gol o sétimo pênalti e garantiu para a Espanha a vaga na final de domingo (30), no Maracanã, contra o Brasil. O jogo está marcado para as 19h.
O empate de hoje foi o único até agora na competição. A seleção brasileira foi a única que venceu todas as partidas que disputou.
Atual campeão da Copa das Confederações, o Brasil tem o maior número de títulos na competição: três. A Espanha é a atual campeã do mundo. Se a equipe brasileira vencer a espanhola na final de domingo, será a primeira seleção a conquistar três vezes seguidas um campeonato da Fifa.
Também no domingo (30), as seleções da Itália e do Uruguai definem, às 13h, na Arena Fonte Nova, em Salvador, o terceiro e quarto lugares na Copa das Confederações, uma espécie de teste para a Copa do Mundo, que será realizada no Brasil no próximo ano.

Fonte: Agência Brasil.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Acidente entre moto e bicicleta deixa dois feridos em Italva



Acidente entre moto e bicicleta deixa dois feridos em Italva 

Um acidente envolvendo uma moto e uma bicicleta feriu três pessoas no início da noite desta quarta-feira (26), na BR 356 próximo à Pippu's Pizzaria, em Italva.



Segundo pessoas que estavam no local do acidente, a condutora da bicicleta, Cristina, atravessou a pista no momento em que a moto pilotada por Jonathan passava.



Com o impacto, os envolvidos caíram e sofreram ferimentos. Os envolvidos foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros de Italva e levados para o Pronto Socorro Municipal. A carona da moto foi liberada sem ferimentos. Já a condutora da bicicleta e o motociclista seguiram para Itaperuna, também no onde farão exames mais detalhados.

Fonte: Folha de Italva.

Senado aprova projeto que transforma corrupção em crime hediondo

Senado aprova projeto que transforma corrupção em crime hediondo

Brasília - O plenário do Senado aprovou hoje (26) projeto de lei que inclui as práticas de corrupção ativa e passiva, concussão, peculato e excesso de exação na lista dos crimes hediondos. Com isso, as penas mínimas desses crimes ficam maiores e eles passam a ser inafiançáveis. Os condenados também deixam de ter direito a anistia, graça ou indulto e fica mais difícil o acesso a benefícios como livramento condicional e progressão do regime de pena. O projeto agora segue para a Câmara.
O autor do projeto, senador Pedro Taques (PDT-MT), justifica que esses crimes são delitos graves praticados contra a administração pública que “violam direitos difusos e coletivos e atingem grandes extratos da população”. “É sabido que, com o desvio de dinheiro público, com a corrupção e suas formas afins de delitos, faltam verbas para a saúde, para a educação, para os presídios, para a sinalização e construção de estradas, para equipar e preparar a polícia, além de outras políticas públicas”, diz o autor do projeto.
O texto original de Taques, contudo, previa a qualificação como hediondo apenas para os crimes de corrupção ativa e passiva e de concussão (obter vantagem indevida em razão da função exercida). O relator do projeto, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), incluiu em seu parecer também os crimes de peculato (funcionário público que se apropria de dinheiro ou bens públicos ou particulares em razão do cargo) e excesso de exação (funcionário público que cobra indevidamente impostos ou serviços oferecidos gratuitamente pelo Estado).
“Sem a inclusão do peculato e do excesso de exação, a proposição torna o sistema penal incoerente, pois não há razão justificável para considerar crimes hediondos a corrupção e a concussão e não fazê-lo em relação ao peculato e ao excesso de exação”, alega Dias.
O relator também acatou emenda do senador José Sarney (PMDB-AP) para incluir homicídio simples cometido de maneira qualificada na categoria de crimes hediondos. Sarney alegou que um crime praticado contra a vida está entre os mais graves e não poderia ficar fora da lista.
Foi aprovada ainda emenda do senador Wellington Dias (PT-PI) que aumenta a pena do crime de peculato em até um terço quando ele for considerado qualificado, ou seja, cometido por autoridades e agentes políticos.

Fonte: Agência Brasil.

Dólar fecha abaixo de R$ 2,20 pela primeira vez em uma semana

Dólar fecha abaixo de R$ 2,20 pela primeira vez em uma semana

  Brasília – Em um dia sem intervenções do Banco Central, o dólar voltou a cair pela quarta sessão consecutiva. A moeda norte-americana encerrou o dia vendida a R$ 2,1894, com queda de 1,02%. Foi a primeira vez, desde o dia 19, que o câmbio fechou abaixo de R$ 2,20.
A moeda operou em baixa durante todo o dia. Por volta das 16h, chegou a atingir R$ 2,1865, o menor valor registrado no dia, mas desacelerou a queda nos minutos finais da sessão. Hoje, o Banco Central não fez operações de venda de dólares no mercado futuro como nos últimos dias.
Na última quinta-feira (20), o dólar comercial fechou em R$ 2,258, maior valor desde 1º de abril de 2009. Há um mês, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta.
A instabilidade agravou-se depois de Ben Bernanke, presidente do Fed, ter declarado, há uma semana, que a instituição pode diminuir a compra de ativos até o fim do ano, caso a economia dos Estados Unidos continue a se recuperar. Se a ajuda diminuir, o volume de moeda norte-americana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.
Desde ontem (25), no entanto, o ambiente externo melhorou depois de membros do Fed terem indicado que não reduzirão as injeções de dólares tão cedo. Além disso, o Banco Central chinês acalmou os investidores quanto a uma eventual crise de liquidez no país, garantindo sua intenção de intervir, se for necessário.

Fonte: Agência Brasil.

Vitória sobre o Uruguai leva o Brasil à final da Copa das Confederações


Vitória sobre o Uruguai leva o Brasil à final da Copa das Confederações


Brasília – O Brasil já está na final da Copa das Confederações e agora aguarda o resultado do jogo desta quinta-feira (27), entre a Itália e a Espanha, para saber quem será seu adversário na disputa do título, domingo (30) no Maracanã. A seleção brasileira chegou à final depois de vencer, nesta tarde, em Belo Horizonte, a equipe uruguaia, por 2 a 1.
No primeiro tempo, o atacante Fórlan, do Uruguai, perdeu um penâlti, defendido por Júlio César. Quase no final da primeira etapa, Fred abriu o placar para o Brasil, em uma jogada que começou com um passe de Neymar. O empate uruguaio veio nos primeiros minutos do segundo tempo, com gol de Cavani. Paulinho deu a vitória ao Brasil faltando quatro minutos para o fim do jogo, com um gol de cabeça, após cobrança de escanteio por Neymar.
As seleções da Itália e da Espanha decidem amanhã à tarde, no Castelão, em Fortaleza, a segunda vaga da final da Copa das Confederações. O perdedor deste jogo disputará com o Uruguai o terceiro lugar no torneio, em partida marcada para sábado (29), na Arena Fonte Nova, em Salvador.
Atual campeão da Copa das  Confederações, até o momento, o Brasil marcou 11 gols, sofreu três e está invicto. A seleção brasileira é a que tem mais títulos na competição – três –, o último deles conquistado na Copa passada, na África do Sul. O torneio funciona como uma espécie de teste para a Copa do Mundo, que será disputado no Brasil no ano que vem.
Do lado de fora, cerca de 40 mil pessoas participaram de manifestações, que pacificamente na maior parte do tempo. Até agora, 24 pessoas foram presas nas proximidades do Mineirão por estarem com material que poderia ser usado em atos de vandalismo. Há confronto em alguns locais entre policiais e manifestantes mais exaltados.

Fonte: Agência Brasil.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Polícia Militar espera 50 mil pessoas na Esplanada nesta quarta-feira

Polícia Militar espera 50 mil pessoas na Esplanada nesta quarta-feira

Brasília - De acordo com a Polícia Militar (PM) do Distrito Federal, são esperadas 50 mil pessoas na manifestação prevista para ocorrer na Esplanada dos Ministérios na tarde desta quarta-feira (26). As vias de acesso aos ministérios e ao Congresso Nacional, as chamadas N1 e S1, bem como aquelas que levam aos anexos dos ministérios, as N2 e S2, serão interditadas ao meio-dia, a partir da Rodoviária do Plano Piloto. Veículos estarão autorizados apenas a sair da Esplanada. O trânsito será desviado para os eixos Sul e Norte.
O crescente número de manifestações, bem como os acontecimentos da semana passada, que levaram a depredações na Esplanada dos Ministérios levou o governo do Distrito Federal a reforçar a segurança para outra grande mobilização, marcada para esta quarta-feira (26). Serão destacados 4 mil policiais militares para a Esplanada. Dentro do efetivo, estão incluidos o Regimento de Cavalaria, a Tropa de Choque, o Batalhão de Cães e o Batalhão de Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam).
A polícia também decidiu, em reunião ontem, mudar a estratégia para coibir atos violentos e será mais rigorosa. “Os manifestantes pacíficos terão seu direito garantido e a Polícia Militar estará lá para dar proteção a eles. Mas aqueles que estiverem cometendo crime terão tratamento específico de criminoso. Serão detidos e conduzidos à delegacia da área”, explicou o tenente-coronel da Polícia Militar, Zilfrank Antero.
Cerca de 400 policiais farão a revista nas mochilas dos manifestantes que saírem da rodoviária em direção à Esplanada. Pretende-se reduzir o máximo a quantidade de objetos que possam ser usados contra a polícia. Garrafas, rojões, bombinhas e facas serão retidos pelos policiais. O mesmo efetivo também estará presente na saída da manifestação, para evitar atos de vandalismo na cidade.

Fonte: Agência Brasil.

Mais da metade dos alunos do 3º ano do ensino fundamental são analfabetos funcionais, diz pesquisa


Mais da metade dos alunos do 3º ano do ensino fundamental são analfabetos funcionais, diz pesquisa

São Paulo - Mais da metade (55,4%) dos alunos do 3º ano do ensino fundamental no país não leem e não interpretam um texto de forma correta, segundo informações da 2ª Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização, a Prova ABC, divulgada hoje (25) pelo movimento Todos pela Educação. Os dados mostram que 44,5% dos estudantes atingiram pontuação acima do nível 175, que indica proficiência adequada em leitura. O 3º ano é a série considerada limite para a alfabetização, segundo o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic).
A avaliação, que segue a escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), foi aplicada no final de 2012 e teve a participação de 54 mil alunos de 1.200 escolas públicas e privadas distribuídas em 600 municípios brasileiros. Metade da amostra é composta por alunos do 2º ano do ensino fundamental e o restante por estudantes do 3º ano. Além da proficiência em leitura, a pesquisa testou também habilidades em escrita e matemática. A Prova ABC é uma parceria do Todos pela Educação com a Fundação Cesgranrio, o Instituto Paulo Montenegro e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
"Ainda estamos abaixo dos 50% em leitura, escrita e matemática em relação a todas as crianças que precisam e têm o direito de ter essas competências básicas nos três primeiros anos do ensino fundamental", avaliou Priscila Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação. Ela diz que essa deficiência na etapa inicial compromete o aprendizado das crianças nos anos seguintes. "O foco nesses primeiros anos é estratégico para a gente garantir o direito ao aprendizado mais na frente. Se a gente não consegue corrigir isso no berço do problema, a gente não vai conseguir avançar na educação".
Na comparação por região, o quesito leitura teve pior resultado na Região Norte, onde 27,3% dos alunos do 3º ano tiveram avaliação acima de 175 pontos. Ao atingir essa pontuação, os estudantes conseguem identificar temas de uma narrativa, localizar informações explícitas, identificar características de personagens em textos e perceber relações de causa e efeito contidas nessas narrativas. A maior parte dos alunos dessa região (40,9%) não alcançou 125 pontos.
O Nordeste (30,7%) também apresentou resultado de proficiência adequada em leitura abaixo da média nacional. Mais de um terço dos nordestinos (38,4%) fez menos de 125 pontos. O melhor percentual foi verificado no Sudeste (56,5%), seguido pelo Sul (51,2%) e Centro-Oeste (47,8%). O Todos Pela Educação destaca que, ao obter o nível adequado de proficiência, mais do que aprender a ler, os alunos demonstram que têm condições de ler para seguir aprendendo nos anos seguintes.
As diferenças entre os estados nesse item são ainda maiores. São Paulo (60,1%), Minas Gerais (59,1%) e Distrito Federal (55%) apresentam o maior percentual de alunos que atingiram mais de 175 pontos em leitura. Os piores resultados, por outro lado, foram registrados em Alagoas (21,7%), Pará (22,2%) e Amapá (22,8%). Em Alagoas, mais da metade (50,6%) dos alunos não atingiu 125 pontos.
Para Priscila, esses resultados apontam que as políticas públicas em educação devem estar voltadas com mais vigor para as regiões Norte e Nordeste. "Temos que dar mais para quem tem menos. São regiões que precisam ter mais recursos, mais monitoramento, mais apoio técnico e políticas específicas também. Temos que superar uma fase de que o mesmo remédio serve para tudo. Só assim vamos conseguir qualidade com mais equidade também", propôs.
Para avaliar as habilidades em escrita, alunos que participaram da Prova ABC fizeram também uma redação. Com uma escala de 0 a 100 pontos, a correção avaliou três competências: adequação ao tema e ao gênero; coesão e coerência; e registro, que inclui grafia das palavras, adequação às normas gramaticais, segmentação de palavras e pontuação. Apenas 30,1% dos alunos do país apresentaram o desempenho esperado, que é acima de 75 pontos.
A diretora executiva avalia que a disparidade de resultados entre o quesito leitura e escrita revela uma maior ênfase, por parte das escolas, no letramento. "O ensino está mais voltado para a leitura, interpretação do que para a escrita. A gente precisa correr atrás disso. O ler para aprender inclui essa escrita para aprender também. Se a gente não tiver a criança plenamente capaz e autônoma nessa parte básica, ela também tem dificuldade de aprender outros conhecimentos", diz.
Entre as regiões, o Sudeste (38,8%) também apresentou o melhor resultado no item escrita, seguido pelo Centro-Oeste (36,2%) e pela Região Sul (36%). Norte (16,1%) e Nordeste (18,9%) ficaram novamente abaixo da média nacional. Nessas duas regiões, a maioria dos estudantes não alcançou 50 pontos: 58,1%, no Norte e 55,5%, no Nordeste. Os estados com maior percentual foram Goiás (42%), Minas Gerais (41,6%) e São Paulo (39,3%).
O Todos pela Educação monitora cinco metas relacionada à educação que foram definidas pelo movimento para serem alcançadas até 2022. A Prova ABC avalia a meta de número 2, pela qual toda criança deve estar plenamente alfabetizada até os 8 anos. De acordo com a organização, essa será a última edição da prova, pois o Ministério da Educação adotará um instrumento próprio, a Avaliação Nacional da Alfabetização (Ana), para monitorar esses resultados.

Fonte: Agência Brasil.

Depois de pressão popular, Câmara rejeita PEC 37

Depois de pressão popular, Câmara rejeita PEC 37


Brasília - A pressão das manifestações populares das últimas semanas, em todo o país, resultou hoje (25) na derrubada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limitava os poderes de investigação do Ministério Público. Aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e na comissão especial que analisou o mérito, a proposta foi rejeitada por 430 votos a favor, 9 contrários e 2 abstenções. Com a rejeição, a PEC vai ao arquivo.
Logo após a rejeição da PEC, as centenas de pessoas que acompanharam a sessão das galerias da Câmara, cantaram um trecho do Hino Nacional. Os manifestantes, em sua maioria representantes do Ministério Público e agentes da Polícia Federal, aplaudiram todos os encaminhamentos favoráveis à rejeição da proposta.
A derrubada da PEC 37 era uma das principais bandeiras dos movimentos populares que têm tomado às ruas de várias cidades brasileiras e do exterior. Por definir que o poder de investigação criminal seria restrito às policias Federal e Civil, a proposta foi considerada como “PEC da impunidade”.
Por duas vezes, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), apelou para que a rejeição fosse unânime a fim de que a Casa ficasse em sintonia com o clamor das ruas. Autor da PEC, o deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA) foi o único a defender a aprovação da proposta. Segundo ele, “um erro de percurso”, em referência às manifestações, fez com que a PEC fosse considerada “nefasta”.

Fonte: Agência Brasil.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Entidades do Ministério Público e dos policiais federais unem-se pela rejeição da PEC 37

Entidades do Ministério Público e dos policiais federais unem-se pela rejeição da PEC 37


Brasília – Dirigentes de entidades representativas dos policiais federais e do Ministério Público Federal criticaram hoje (24) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, por considerarem que ela não ajuda em nada nas investigações. A PEC 37 é defendida pelos delegados “que não investigam”, dizem os críticos da proposta.
“Estamos aqui para marcar, mais uma vez, a posição de parceria [entre policiais federais e representantes do Ministério Público] de repúdio à PEC 37. Ela não agrega nenhuma vantagem à investigação criminal e em nada beneficia a população e não melhora em nada a percepção criminal”, disse o presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal, Flávio Werneck.
Diferentemente dos delegados da Polícia Federal que defendem a proposta, os agentes da corporação consideram a PEC prejudicial às investigações e ao país. “Essa PEC é nefasta à democracia plena do país. Ela subordina as investigações ao Executivo federal e aos executivos estaduais, na medida em que a Polícia Civil é subordinada aos governos estaduais e a Federal à União”, ressaltou Werneck.
Para o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Jones Borges Leal, a sociedade só perde com a aprovação da proposta. “Seria um absurdo perdermos o poder de investigação do Ministério Público Federal”, disse Leal. Segundo ele, a federação fez uma enquete com todos os sindicalizados, cerca de 15 mil, e 99% rejeitaram a proposta. “Os delegados estão brigando por uma coisa que eles não fazem, que é investigar. Quem investiga é o policial, o escrivão e papiloscopista”, enfatizou Leal.
O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Alexandre Camanho, lembrou que as manifestações populares das últimas semanas demonstraram contrariedade com a possibilidade de aprovação da PEC 37. “O povo fez o funeral da PEC com as manifestações. Agora, queremos que a Câmara sepulte de vez a proposta. O MP está dizendo que não concorda com a PEC.”
A votação da proposta na Câmara dos Deputados estava prevista para o próximo dia 26, mas, como não houve acordo entre defensores e os críticos da proposta, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), adiou a votação.
Na entrevista coletiva que concederam hoje, dirigentes de entidades dos policiais federais e do Ministério Público defenderam a votação e a rejeição imediatas da PEC 37 pelos deputados.

Fonte: Agência Brasil.

Estudantes têm até hoje para se inscrever no ProUni

Estudantes têm até hoje para se inscrever no ProUni

Brasília - Termina hoje (25) o prazo para as inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni), destinado a estudantes que queiram concorrer a bolsa de estudo em instituições particulares de educação superior. As inscrições devem ser feitas no site do ProUni até as 23h59.
O número de bolsas ofertadas aumentou em relação ao número divulgado primeiramente (90.010). Segundo o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidas 90.045 bolsas - dessas, 55.693 integrais e 34.352 parciais, no valor de 50% da mensalidade.
As bolsas integrais do ProUni são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos por pessoa.
Segundo o último balanço divulgado pelo MEC, até as 18h dessa segunda-feira (24), 244.874 candidatos se inscreveram, totalizando 470.393 – cada estudante pode fazer até duas opções de curso.
Pode se inscrever no ProUni o estudante brasileiro que não tenha diploma de curso superior. É preciso ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. O candidato não pode ter zerado a redação e deve ter cursado todo o ensino médio na rede pública ou ter tido bolsa integral em escola particular.
O processo terá duas chamadas. O resultado da primeira será divulgado no dia 28, pela internet. Desse dia até 5 de julho, o estudante pré-selecionado deverá comparecer à instituição de ensino para comprovar as informações prestadas no momento da inscrição, providenciar a matrícula e, se for o caso, participar de seleção própria da escola.
O resultado da segunda chamada está previsto para 13 de julho. O estudante terá de 15 a 19 de julho para comprovar as informações e providenciar a matrícula.
Os candidatos não selecionados nessas etapas podem aderir à lista de espera de 26 a 29 de julho. Eles começarão a ser convocados a partir do dia 2 de agosto.

Fonte: Agência Brasil.

Dilma propõe plebiscito para Constituinte da reforma política

Dilma propõe plebiscito para Constituinte da reforma política

Brasília - Na abertura da reunião com governadores e prefeitos, a presidenta Dilma Rousseff disse que vai propor a convocação de um plebiscito que autorize uma Constituinte para fazer a reforma política.
"O Brasil está maduro para avançar e já deixou claro que não quer ficar parado onde está", disse a presidenta.
Dilma Rousseff propôs ainda uma nova legislação que considere a "corrupção dolosa [quando há intenção] como crime hediondo", com penas mais severas.  A presidenta pediu ainda agilização na implantação da Lei de Acesso à Informação.
A presidenta defendeu ainda pacto de responsabilidade fiscal, com o objetivo de manter a estabilidade da economia e o controle da inflação.
"É muito bom que o povo esteja dizendo tudo isso em alto e bom som. Cabe a cada um de nós - presidenta, ministros, governadores, governadoras, prefeitas e prefeitos - cumprir essa nova e decisiva dimensão da vontade popular. Nós todos sabemos onde estão os problemas. Nós todos sabemos que podemos construir soluções, mas também sabemos das incontáveis dificuldades para resolvê-las", disse.
"Junto com a população, podemos resolver grandes problemas. Não há por que ficarmos inertes, acomodados ou divididos", acrescentou. Ela disse ainda que "país deixou de ser governado para um terço da população".

Fonte: Agência Brasil.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 29,5 milhões na quarta-feira

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 29,5 milhões na quarta-feira
Duzentos e sessenta e três apostadores acertaram a quina e levaram R$ 9.151,90 cada um. Outras 15.199 apostas acertaram a quadra e ganharam R$ 226,23 cada
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.505 da Mega-Sena sorteadas na noite deste sábado (22). O valor do próximo prêmio, que será sorteado na quarta-feira (26), acumulou em R$ 29,5 milhões, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal.
Os números sorteados foram 01 - 02 - 06 - 09 - 16 - 32.
Ao todo, 263 apostadores acertaram a quina e levaram R$ 9.151,90 cada um. Outras 15.199 apostas acertaram a quadra e ganharam R$ 226,23 cada.
As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer uma das 11,9 mil unidades lotéricas do País. As apostas custam a partir de R$ 2,00.

Fonte: IG.

A presidenta Dilma Rousseff falou, mas não disse

A presidenta Dilma Rousseff falou, mas não disse
Em artigo, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos analisa o pronunciamento desta sexta e afirma que o discurso foi ineficaz e que as manifestações revelam o maior ataque à democracia dos últimos 20 anos
Não se cura tuberculose por decreto ao fim de passeatas. Mas as gangues de ladrões e depredadores que desde terça-feira, dia 18 de junho, receberam de presente a mais legítima carona da sociedade – desfiles pacíficos em nome da democracia – estão pouco se lixando. Os articuladores anônimos dos grupos violentos de direita, neo-nazistas inclusive, e dos radicalóides sociopatas, conhecem muito bem o tempo das políticas, mas não é o que os interessa. Para os atraídos de boa fé para a trapaça reivindicatória, enfim, o discurso da presidente Dilma não trouxe novidade. Investimento em saúde e educação, ensino técnico como nunca visto, transparência na administração, através da lei de acesso à informação, apuração de desvios administrativos, com inédita demissão de ministros, são políticas já em vigor e rotineiras, isto é, não há mais discussão sobre se devem ou não devem ser executadas. São políticas de Estado, compromisso do país. Isso para não enumerar sucessivas inovações na política social que, estupidez que o amanhã julgará, passou a ser impudico mencionar em meios de classe de renda mais elevada.
Leia mais sobre o pronunciamento de Dilma
A mensagem da presidente arrisca ser ineficaz, do mesmo modo como são absolutamente vazias as reivindicações marchadeiras: saúde, educação, transparência, ética na política – sem que se indiquem os acusados de objetá-las. Por isso, as provocações tendem a perdurar enquanto os de boa fé não se derem conta de que são equivocadas as manifestações com tanta virulência contra o que de fato já está em execução, obtendo variados graus de sucesso. O cerne da contestação não está nas demandas fragmentadas. Está no ataque à democracia como sistema capaz de prover e operar uma sociedade justa. Em outras palavras: segundo os mentores e comentaristas convertidos os grandes feitos dos últimos governos não seriam tão significativos, antes revelando ser a democracia, pelo menos em sua forma atual, um desastre governativo. Recusa enfática a esse niilismo não constou, mas devia ser crucial, do discurso presidencial.
A mensagem subliminar dos arquitetos da desordem (com exceção do Movimento pelo Passe Livre fora) e dos aproveitadores de todas as idades tem consistido em insinuar que as instituições democráticas – governo representativo, parlamentos, movimentos sociais organizados, partidos políticos – são os obstáculos à construção de uma sociedade mais justa e livre. Golpistas crônicos, anarquistas senis em busca de holofote, muitos jovens anencéfalos e assustados da classe média em geral, formam a retaguarda deste exército do obscurantismo e da violência. A essência desse arremedo intolerante de participação é uma reação à democracia e suas realizações. Faltou ao discurso de Dilma Roussef uma declaração de que reconhecia as manhas dos que se aproveitam das boas intenções para conduzi-las ao inferno. E de que não se submeterá a elas.
Enquanto a empulhação televisa continua a descrever as manifestações “cívicas até aqui pacíficas”, no meio das passeatas, como se as apresentadoras não soubessem o que viria ao fim da encenação, registro que, em minha opinião, se trata do maior cerco reacionário, nacional e internacional, que este país já sofreu nos últimos vinte anos.
Fonte: IG.

Protesto perto da casa do governador do Rio entra no terceiro dia

Protesto perto da casa do governador do Rio entra no terceiro dia
Rio de Janeiro – O protesto pacífico na esquina da Avenida Delfim Moreira com a Rua Aristides Espíndola, no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, perto da casa do governador do estado, Sérgio Cabral, chega ao terceiro dia e a disposição dos manifestantes é permanecer no local até amanhã (24).
Os manifestantes montaram barracas para passar a noite no local. Uma das pistas da Delfim Moreira em direção a São Conrado foi interditada pela Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio) por causa do protesto. Como costuma acontecer aos domingos, o trânsito de automóveis também está suspenso no sentido Ipanema, para lazer. Equipes da CET-Rio estão orientando os motoristas na região.
Policiais do 23º BPM continuam com o esquema montado para isolamento do quarteirão da Aristides Spíndola entre a Delfim Moreira e a Rua General San Martin. Este é o trecho da rua onde está localizado o apartamento do governador.
Fonte: Agência Brasil.

Crianças fazem protesto em frente ao Congresso Nacional

Crianças fazem protesto em frente ao Congresso Nacional

Brasília – Mais de 200 crianças de várias idades se manifestaram na manhã de hoje (23), em frente ao Congresso Nacional. Acompanhadas dos pais, muitas levaram cartazes confeccionados na véspera por elas mesmas com dizeres contra a corrupção e por educação e saúde de qualidade. Usando as mãos como pincéis e vários potes de tinta verde, amarela e azul, as crianças pintaram uma grande bandeira nacional em papeis colocados no chão do gramado em frente ao Congresso, enquanto cantavam o Hino Nacional e outras músicas cívicas.
Daniel Ribeiro, de 11 anos, fez um cartaz dizendo “Meu primeiro protesto - Brasil sem corrupção”, e falou dos motivos que o levaram à manifestação. “Eu acho que a gente está lutando para acabar com a corrupção, porque tem tanta corrupção que falta educação, transporte e saúde e não dão a importância que deveriam para isso. Não é pelos R$ 0,20 [da tarifa de ônibus] que nós estamos lutando, e sim pela mudança do país”.
Muitos pais aproveitaram o evento para ensinar aos filhos, na prática, o que são as mobilizações e para que servem. O bancário Rodrigo Pena de Andrade foi acordado esta manhã pela filha Maria Clara, de 6 anos, para ir ao ato. Por ser um movimento de crianças que acontece durante o dia, ele disse que foi a melhor oportunidade para que as filhas participassem do ato e pudessem assim formar uma consciência política do que acontece pelo país.
“Vendo o jornal todo dia, ela perguntava porque tanta gente estava na rua. Aí a gente parou para explicar um pouco a questão do público e do privado, que o pessoal está lutando para que aquilo que é público tenha o mesmo nível daquilo que é privado. Que ela estuda numa escola boa, mas que se só ela estudar numa escola boa, não vai mudar o país”, explicou Andrade, reforçando a importância da participação das famílias no processo político do país.
Os novos “brasileirinhos”, como estavam sendo chamados pelos pais, mostraram uma característica da nova geração e, perguntados pela reportagem da Agência Brasil, muitos responderam que souberam da manifestação pelas redes sociais e avisaram seus pais. A ideia surgiu com Raquel Fusaro, que criou uma página para o evento em uma rede social há quatro dias.
“A ideia foi criar um espaço para que as famílias pudessem mostrar a sua voz junto com suas crianças. É tanto um gesto das famílias estarem presentes, como ensinar para os nossos pequenos um ato cívico, que é uma manifestação pacífica. Mostrar a eles uma lição de que as ruas nos pertencem e temos que usá-las para fazer ouvir a nossa voz, nos fazer representar”, disse Raquel.
A manifestação começou por volta das 10h e durou até as 12h. Às 11h, a Polícia Militar estimou que 400 pessoas estavam no gramado do Congresso, entre adultos e crianças, mas algumas que chegaram mais cedo já tinham ido embora e outras ainda chegavam. O céu de Brasília estava ensolarado e com poucas nuvens.
Fonte: Agência Brasil.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A mentira da imprensa sobre a ‘cura gay’; Pr. Silas comenta

A mentira da imprensa sobre a ‘cura gay’; Pr. Silas comenta
Imagem: divulgaçãoA Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou nesta terça-feira (18) o projeto de lei que determina o fim da proibição, pelo Conselho Federal de Psicologia, de tratamentos que se propõem a tratar a homossexualidade. A sessão foi presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP), depois de várias semanas de adiamento por causa de protestos e manobras parlamentares contra o projeto.
De autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), a proposta suspende dois artigos de uma resolução de 1999 do conselho. Um deles impede a atuação dos profissionais da psicologia para tratar homossexuais. O outro proíbe qualquer ação coercitiva em favor de orientações não solicitadas pelo paciente e determina que psicólogos não se pronunciem publicamente de modo a reforçar preconceitos em relação a homossexuais.
Imagem: divulgaçãoPr. Silas comenta:
É um absurdo, uma afronta à inteligência 
humana
, como a imprensa brasileira na sua grande maioria engole tudo o que o ativismo gay promove, como verdade absoluta, sem o mínimo de análise imparcial, sem ao menos buscar a opinião de partes contrárias, como se a verdade absoluta pertencesse ao ativismo gay.
Vejamos:
1) O projeto não visa curar ninguém. E pelo que me consta, a psicologia não se utiliza deste termo “cura”.
2) O projeto tem a ver com Direitos Humanos. Nenhuma entidade de classe profissional, religiosa ou quem quer que seja, pode impedir uma pessoa de buscar ajuda se ela assim desejar e decidir. O que o Conselho Federal de Psicologia fez ao impedir que psicólogos tratem de homossexuais que vão pedir ajuda sobre a sua sexualidade, é uma afronta a Constituição e a própria ciência. Por que um heterossexual pode pedir ajuda a um psicólogo sobre sua sexualidade e um homossexual não? Em que parâmetros científicos e também legais você pode impedir um profissional de ajudar quem o procura?
3) O Conselho Federal de Psicologia está ideologizado pelos “esquerdopatas” e pelo movimento gay. Pasmem os senhores: NENHUM CONSELHO OU SOCIEDADE DE PSICOLOGIA NO MUNDO TEM UMA RESOLUÇÃO TÃO IMBECÍL E ESDRÚXULA COMO ESTA. Em nenhum lugar do mundo o psicólogo é impedido de tratar quem o procura. É vergonhoso ver as ciências humanas virarem ciências exatas e servir ao ativismo gay.
4) Um princípio que rege o atendimento profissional a pessoas na área das ciências humanas é que o indivíduo é quem decide se quer ajuda ou não. Em hipótese alguma o terapeuta.
5) Uma outra questão: quem falou que o ativismo gay tem o monopólio do homossexualismo? É a mesma coisa se nós, pastores evangélicos, tivéssemos o monopólio dos evangélicos e por consequência o poder de determinar se um evangélico pode ou não pedir ajuda a um psicólogo porque esta com problemas em relação a sua religiosidade. Claro que nem os ativistas gays, nem nos pastores, temos o monopólio sobre ninguém. É uma afronta aos direitos de cidadania! A pessoa é livre, seja homo, hétero, católico, evangélico e etc, de pedir ajuda a quem quiser.
6) A safadeza da questão é que querem passar para a sociedade como se alguém estivesse obrigando os homossexuais a mudarem o seu comportamento, porque todos nós sabemos que qualquer psicólogo e médico que queira impor um tratamento a uma pessoa que não o deseja, é passivo de punição.
7) A verdade é a seguinte: homossexualismo é um comportamento que um indivíduo pode desejar ser ou não ser, da mesma forma que a religiosidade também é um comportamento do ser humano que ele pode deixar de ser ou vir a ser da religião que ele bem quiser. DIREITOS HUMANOS JÁ! LIBERDADE EXPRESSÃO JÁ!

Fonte: Verdade Gospel.