terça-feira, 14 de julho de 2015

Dança das cadeiras em Campos dos Goytacazes

A advogada Paula Azeredo de Souza não é mais a superintendente de Justiça e Assistência Judiciária. A exoneração foi publicada na edição desta segunda-feira (13) do Diário Oficial. Quem assume a pasta é Carlos Frederico da Silva Paes.
Porém, Paula, que é noiva do ex-presidente da Fundação Municipal de Esportes, Pampa, não vai deixar o governo Rosinha. Ela foi a escolhida para assumir a superintendência de Captação de Recursos, vinculada ao Gabinete da Prefeita. “Com muito entusiasmo assumo o novo desafio! Obrigada, Prefeita Rosangela Assed Oliveira, por acreditar no meu trabalho!”, postou Paula no Facebook.

Fonte: Blog do Bastos, Folha da Manhã

  

Brasil reduziu evasão escolar em 64% com o ECA, diz Unicef

  Como parte da Operação Flipinha, autores convidados participam de encontro com alunos de escolas públicas durante visita à Escola Municipal Domingos Gonçalves de Abreu em Paraty (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Conforme relatório do Unicef, nas últimas duas décadas e meia, o Brasil reduziu em 88,8% a taxa de analfabetismo na  faixa  etária  dos  10  aos  18  anos,  passando  de 12,5%,  em 1990, para 1,4% em 2013Tânia Rêgo/Agência Brasil
Relatório divulgado hoje (13) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que, desde a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Brasil reduziu em 64% a evasão escolar de crianças e adolescentes no ensino fundamental, passando de 19,6% dos alunos matriculados, em 1990, para 7% em 2013. Segundo o Unicef, a implementação do ECA ajudou a reduzir a mortalidade infantil, de 47 óbitos de menores de 1 ano por mil nascido vivos, em 1990, para 15, em 2011.
“Há 25 anos o Brasil tomou a decisão certa. Uma legislação que alinhou o país aos princípios da Convenção Internacional dos Direitos da Criança da Nações Unidas”, disse o representante do Unicef no Brasil, Gary Stahl.
Conforme com o Relatório #ECA25anos do Unicef, nas últimas duas décadas e meia, o Brasil reduziu em 88,8% a taxa de analfabetismo na faixa entre 10 e 18 anos de idade, passando de 12,5%, em 1990, para 1,4% em 2013, conforme dados do Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad).

Mortalidade
Na avaliação do Unicef, em termos de mortalidade infantil, os efeitos do ECA fizeram com que o Brasil obtivesse melhores resultados que os vizinhos da América do Sul e que o países desenvolvidos. Isso ocorreu também em relação à taxa mundial. Enquanto o Brasil passou de 51,4 mortes de crianças menores de um ano para cada mil nascimento para 12,3 segundo a ONU, os países da América Latina registraram 42,7 para 15,2, os países em desenvolvimento, 68,9 para 36,8 e a taxa mundial, 62,7 para 33,6.
Essa redução, conforme o Unicef, deve-se sobretudo à ampliação da consultas de pré-natal no país desde a implementação do ECA. Enquanto em 1995, 10,9% das gestantes não tinham acesso a nenhuma consulta pré-natal, em 2011, o percentual caiu para 2,7%. O percentual de grávidas que fizeram sete ou mais consultas passou de 49% para 61,8 no mesmo período, diz o relatório do Unicef. A organização internacional alertou, contudo, que ainda há 1,3 milhão de crianças sendo exploradas no país.

Trabalho Infantil
De acordo com o Unicef, a taxa de cobertura vacinal para poliomielite também foi ampliada no pós-ECA, passando de 58,2% das crianças com até quatro anos de idade para 96,6% da parcela da população que deve ser imunizada. Outra conquista do ECA citada no Unicef foi a redução da incidência de crianças trabalhando. De 1992 a 2013, o número de crianças entre 5 e 15 anos trabalhando no país passou de de 5,4 milhões para 1,3 milhões. Uma queda de 73,6% na taxa de trabalho infantil para essa faixa etária.
“O ECA trata de tudo, desde a gestação da criança até os 18 anos de idade. A gente não tem que confundir o ECA e todo o bem que ele tem feito e o ambiente geral no Brasil [de preocupação com a violência]. O Brasil cuida bem das crianças, mas está vivendo uma situação de violência muito séria que precisa de uma resposta”, observou o representante do Unicef no Brasil.

Desafios
Se o país melhorou indicadores importantes desde a sanção do ECA, na avaliação do Unicef, ainda precisa superar problemas como os homicídios de adolescentes, que cresceram 110% de 1990 a 2013, passando de 5 mil para 10,5 mil casos por ano. Conforme o relatório do Unicef, com base nos dados do Ministério da Saúde, 28 crianças e adolescentes foram assassinados por dia em 2013.
Outro desafio apontado pelo Fundo das Nações Unidas é reduzir a mortalidade de crianças indígenas, que hoje têm duas vezes mais risco de morrer antes de completar um ano de vida do que as demais crianças do país. Segundo o Unicef, o Brasil também precisa reduzir a mortalidade materna, atualmente em 61,5 mortes por 100 mil nascidos vivos, quase o dobro do estabelecido pelos Objetivos do Milênio da ONU, de 35 óbitos por 100 mil nascimentos.
Segundo o relatório, a inclusão de 3 milhões de adolescentes pobres, negros, indígenas e quilombolas na escola é outro desafio. Em 2013, quase 700 mil crianças com idade entre 4 e 5 anos estavam fora do ambiente escolar. Apesar de terem aumentado as matrículas de adolescentes entre 15 e 17 anos, muitos deles, que deveriam estar no ensino médio ainda frequentam o ensino fundamental.

Fonte: Agência Brasil
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Unicef: transmissão de aids de mãe para filho cai 50% no Brasil em 18 anos

Relatório divulgado hoje (13) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em comemoração aos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mostra que entre 1995 e 2013, no Brasil, o número de crianças com menos de 5 anos que contraíram aids das mães caiu pela metade. Em 2013, foram detectados 374 casos de transmissão vertical da doença – últimos dados disponíveis, e o relatório não menciona quantos foram os casos de 1995.

Em contrapartida, o levantamento do Unicef revela que, seguindo tendência mundial, entre 2004 e 2013 a incidência de aids em meninos entre 15 e 19 anos aumentou 53%, o que constitui um desafio para o país. Nessa faixa etária, a incidência do vírus em meninos é 30% maior do que em meninas. Além disso, meninos que fazem sexo com outros meninos têm 10 vezes mais chances de contrair o vírus da imunodeficiência humana (HIV) do que aqueles que não recorrem à prática homossexual.
Para o Unicef, o Brasil ainda precisa melhorar o acesso à prevenção, à testagem e aos serviços de atendimento e tratamento direcionados ao público adolescente. O Ministério da Saúde tem usado em campanhas de conscientização a estratégia de falar diretamente com os jovens.

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Segundo o relatório, a Rede Cegonha, implantada em 2011 pelo governo, tem melhorado a assistência às gestantes e aos recém-nascidos, o que pode ser visto na queda da transmissão de HIV entre mãe e filho, mas o aumento dos números relacionados à sífilis congênita mostra que os cuidados ainda precisam ser fortalecidos. Entre 1998 e 2013, a taxa de incidência de sífilis congênita em menores de um ano subiu de 1,1 para 4,7 a cada mil nascidos vivos, o que mostra deficiência no atendimento pré-natal. A doença pode provocar aborto, morte neonatal, parto prematuro e má formação do bebê.

Fonte: Agência Brasil.

Senado aprova MP que autoriza parcelamento de dívidas dos clubes de futebol

 O plenário do Senado aprovou hoje (13) a Medida Provisória (MP) 671/2015, que trata da renegociação das dívidas fiscais e trabalhistas dos clubes de futebol. O texto foi aprovado na forma do projeto de lei de conversão enviado pela Câmara dos Deputados. A MP segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.
O projeto prevê que os clubes poderão parcelar débitos com o governo em até 240 meses, pagando pelo menos 50% nos primeiros dois anos, 75% até o quarto ano e 90% até o quinto ano. O restante será pago no sexto ano.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devido aos jogadores poderá ser parcelado em 180 meses. Os clubes perderão o direito ao parcelamento se atrasarem mais de três parcelas. O financiamento será corrigido pela taxa Selic.
Em contrapartida, as agremiações esportivas deverão cumprir regularmente os contratos de encargos, inclusive o direito de imagem, dos jogadores contratados e comprometer no máximo 80% da receita bruta anual com isso.
Além disso, os clubes terão de modificar seus estatutos, de modo a prever a possibilidade de afastamento e inelegibilidade dos dirigentes que praticarem gestão temerária. Também terão de estabelecer mandato de até quatro anos, com apenas uma recondução para presidentes, publicar balanços, conceder autonomia aos conselhos fiscais e investir no futebol feminino.
O projeto também tipifica como gestão temerária a prática de desvio de finalidade na gestão, assumir risco excessivo ou desnecessário, tomada de medidas em proveito próprio, colocar o patrimônio do clube em risco, tirar vantagens pessoais ou familiares indevidas, praticar nepotismo na celebração de contratos, cercear o direito de informação dos sócios e produzir déficit superior a 20%.
A MP estabele ainda que os gestores, ao deixar a direção dos clubes, deverão cumprir quarentena, podendo ser responsabilizados por eventuais ações de gestão temerária por meio do controle interno das agremiações ou por ações penais e civis.
A expectativa é que o governo federal arrecade R$ 165 milhões por ano com o pagamento das dívidas dos clubes de futebol, totalizando R$ 4 bilhões com a conclusão do financiamento. Esse valor não inclui pagamento de dívidas trabalhistas ou empréstimos tomados com bancos públicos.

Fonte: Agência Brasil
 
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Dnit e representantes de SJB anunciam medidas emergenciais na BR 356 próximo ao IFF

Encontro aconteceu na sede do Dnit no Rio de Janeiro. Foto: Paulo Pinheiro
Encontro aconteceu na sede do Dnit no Rio de Janeiro. Foto: Paulo Pinheiro

O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fábio Moulin, afirmou no início da tarde desta segunda-feira (13) que em 15 dias serão colocados quebra-molas e sinalização de redução de velocidade na BR 356 em dois pontos: em frente ao IFF e em frente à Escola Municipal Belmiro Ribeiro Alves, no Perigoso, ambos em São João da Barra.
A reunião com Moulin, que aconteceu na sede da superintendência, no Rio, foi agendada pelo deputado estadual Bruno Dauaire (PR) a pedido do vereador Franquis Areas (PR), que participaram do encontro. Os vereadores Eziel Pedro (PSDC) e Elísio Rodrigues (PDT), o prefeito de São João da Barra, Neco (PMDB), e os secretários municipais de Transportes e Trânsito, Mário Rocha, e de Obras e Serviços, Marcos Sá, além de representantes do IFF, pais e alunos da instituição também estiveram no encontro.
— Foi uma reunião muito proveitosa. Ainda não é o ideal, mas essas conquistas já representam um avanço na luta por mais segurança na rodovia — disse Bruno, que lamentou o acidente ocorrido na noite de quinta-feira (aqui), em frente ao IFF. Uma jovem, aluna da instituição, morreu no acidente e sua mãe, que estava com ela na motocicleta, está internada.
Liberação para que a Guarda Civil Municipal possa realizar um trabalho de orientação na entrada e saída de estudantes e um radar eletrônico no local também foram solicitadas pelo município, ficando acordado que será aberto um novo processo de licitação por parte do Dnit para que a instalação do equipamento seja viabilizada e aumente ainda mais a segurança nas imediações da instituição de ensino.
Para o prefeito Neco, é importante que se trabalhe com união para se chegar a resultados satisfatórios. “Tudo se resolve com diálogo e união. É de suma importância que pais, alunos, funcionários e o Poder Público estejam debatendo para garantir uma maior segurança para todos”, ressaltou.
Na última sexta-feira (aqui), professores, pais e alunos da instituição realizaram uma manifestação em frente ao prédio da Prefeitura de SJB, pedindo melhorias no trecho da BR, próximo ao IFF.
Semáforo — Neco aproveitou a oportunidade para solicitar do chefe de operações do Dnit, Fernando Corrêa, a liberação dos semáforos do Trevo do Peneirinha, instalados pelo município desde o dia 11 de abril. Em resposta, foi informado que o convênio foi providenciado para assinatura e em breve será liberado o funcionamento, além da sinalização horizontal e vertical.
A Folha Online (aqui) e a jornalista Suzy Monteiro, no blog Na Curva do Rio (aqui), também falaram sobre o assunto.
Com informações das assessorias de imprensa da Prefeitura de SJB e do deputado estadual Bruno Dauaire.

Fonte: Folha da Manhã

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