terça-feira, 30 de julho de 2013

IDHM mostra que brasileiro vive cada vez mais

Existe uma área em que o Brasil conseguiu chegar ao desenvolvimento muito alto: a expectativa de vida. A cada ano, os brasileiros vivem mais, em todo o País. Dos 5.565 municípios brasileiros, 3.176 têm o IDHM longevidade muito alto. Nenhuma cidade está na faixa baixo ou muito baixo. A diminuição significativa da mortalidade infantil e a queda na fecundidade são as causas do sucesso no índice. O avanço só não é ainda maior por uma razão: a violência, que se espalha das grandes metrópoles para as cidades pequenas e centra fogo especialmente nos jovens.

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Hoje, mais de 50% dos municípios brasileiros tem taxas de fecundidade abaixo do nível de reposição da população. Somado a isso, quase 60% das cidades conseguiram baixar para menos de 19 por mil nascidos vivos a mortalidade infantil, meta que deveria ser atingida pelo país, de acordo com os Objetivos do Milênio, em 2015. A ameaça à expectativa de vida no Brasil hoje é menos o que ataca as crianças, e mais o que atinge os jovens: a violência.
"Dificilmente vamos avançar tanto ainda na mortalidade infantil. Agora temos que enfrentar a agenda dos jovens. A violência ainda é uma fonte importante de mortes que pode gerar crescimento na expectativa de vida", afirmou o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Nery.
A expectativa de vida no Brasil hoje varia entre 65 anos, nas cidades de Cacimbas, na Paraíba, e Roteiro, em Alagoas, a 79 anos, nos municípios catarinenses de Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Rio do Sul. Desde 1991, a diferença caiu de 20 para 14 anos entre os melhores e os piores.
O crescimento na expectativa de vida nos últimos 10 anos - 46% no Brasil 58% no Nordeste - poderiam ser ainda maior se não fosse o impacto da violência contra os jovens. O Brasil tem uma alta taxa de mortes violentas na população em geral, mas a concentração das mortes entre jovens deixa o país na mesma linha de países que passam por guerras civis e outros conflitos violentos. De acordo com o último Mapa da Violência, preparado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, a taxa chegou a 134 por 100 mil habitantes, mais do que o dobro do já alto índice da população em geral, de 54 por 100 mil. Nas palavras do autor, um extermínio juvenil.
"Nós não teremos grandes impactos mais por tratamentos médicos. Mas uma criança que deixa de morre em um ano o impacto é gigantesco. Um jovem que deixa de morrer o impacto é enorme", avalia Marcelo Nery. Essa lição, no entanto, o Brasil está deixando de fazer.

Fonte: Yahoo.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Aécio: Dilma "zomba da inteligência dos brasileiros"

Em sua página no Facebook, o senador Aécio Neves afirmou neste domingo que a presidente Dilma Rousseff "zomba da inteligência dos brasileiros" ao comparar os dados de seu governo com os do ex-presidente do PSDB Fernando Henrique Cardoso porque "trata apenas de números absolutos, ignorando as gigantescas diferenças entre as conjunturas das duas épocas". Possível candidato à Presidência da República pela oposição, Aécio criticou a fala da petista em entrevista ao jornal "Folha de S. Paulo", publicada no domingo. Procurada na tarde de sábado, a assessoria do senador disse que ele estava incomunicável.
Na reportagem, Dilma afirmou que em 30 meses de seu governo foram criados 4,4 milhões de empregos no País e pontuou que nos quatro anos da primeira gestão do peessedebista foram gerados 824.394 novos postos de trabalho. Outra comparação que irritou a oposição foi quando a presidente tocou no assunto da inflação. "Cumpriremos a meta de inflação pelo décimo ano consecutivo. Sabe em quantos anos o Fernando Henrique não cumpriu a meta? Em três dos quatro anos", disse ela ao jornal. Para o senador, "fica mais uma vez evidente a obsessão do PT com o ex-presidente Fernando Henrique, especialmente no momento em que o seu governo copia várias das iniciativas do governo do PSDB".
Aécio, que é presidente nacional do partido, reclamou também da posição da presidente em não atender ao pedido da oposição e de aliados de diminuir o número de ministérios de seu governo, que hoje possui 39 pastas.
Ainda foi alvo das críticas do tucano "o pacto pela verdade", ideia que a presidente disse querer praticar com a sociedade. "Ela perdeu a oportunidade de dar um passo concreto na direção do pacto", escreveu o parlamentar, "porque a transparência é a principal aliada da verdade e o País continua esperando que sejam suspensos os sigilos decretados sobre financiamentos oficiais oferecidos para obras no exterior e os que cobrem os cartões corporativos da presidência mesmo 10 anos depois de terem sido utilizados".
Concluiu o post do Facebook dizendo que ficou o sentimento de que este é "um governo incapaz de novas iniciativas, refém das circunstâncias que o cercam" e "um governo que chegou ao seu final de forma extremamente prematura". Até o início da noite, o texto de Aécio foi "curtido" por mais de 2 mil pessoas e tinha quase 200 comentários de leitores. A maior parte deles em apoio ao senador.

Fonte: Yahoo.

Pesquisa da USP descobre processo para bloquear dor inflamatória


Pesquisa da USP descobre processo para bloquear dor inflamatória




São Paulo – Um estudo de pesquisadores do Departamento de Farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP), pode ajudar na elaboração de medicamentos mais eficazes - e com menos efeitos colaterais - para o controle de dores decorrentes de inflamações.
Um artigo sobre a pesquisa, assinado pelos professores Sergio Henrique Ferreira e Thiago Mattar Cunha, pelo pós-doutor Guilherme Rabelo e pelo pós-graduando Jhimmy Talbot, todos do Departamento de Farmacologia da faculdade, foi publicado em junho na revista científica Proceedings of the National Academy of Science, dos Estados Unidos.
Segundo o professor do Departamento de Farmacologia, Thiago Mattar Cunha, os pesquisadores trabalham há mais de 20 anos para tentar entender a gênese da dor, principalmente no caso de origem inflamatória. “Nossa ideia é que, se conseguirmos entender como a dor aparece e o que está por trás do surgimento da dor inflamatória, a gente possa, baseado nesse conhecimento, desenvolver um novo medicamento”, disse Cunha à Agência Brasil.
No estudo, os pesquisadores descobriram que uma proteína, chamada de fractalcina, está envolvida na ativação das dores crônicas de origem inflamatória. Se os receptores da proteína forem bloqueados, acreditam os pesquisadores, as dores inflamatórias, tais como as que ocorrem na artrite reumatoide, poderão ser controladas.
Em experiência com animais, os pesquisadores observaram que existe um tipo celular, chamado de células satélites, que estabelecem o último contato com os neurônios que transmitem a dor. “Nós demonstramos que estas células, que estão envoltas no corpo desse neurônio e que não tinham uma função patológica conhecida, são fundamentais para esse processo de dor inflamatória”, explicou.
Além da descoberta da importância das células satélites no mecanismo da dor, os pesquisadores conseguiram, segundo ele, demonstrar como elas são ativadas e quem é a responsável por essa ativação: a fractalcina. “Essa proteína, a fractalcina, é liberada durante o processo inflamatório e ativa essa célula satélite. Existe um local específico onde essa fractalcina atua, que chamamos de receptor. A ideia então é desenvolver um fármaco ou uma molécula que bloqueie esse receptor e que impeça que a fractalcina se ligue a esse receptor e ative a célula satélite”.
Segundo Cunha, indústrias farmacêuticas já estão desenvolvendo medicamentos para bloquear o receptor da fractalcina. Mas a ideia do grupo de pesquisadores da USP é que, em médio prazo, seja criado um remédio para ser testado contra a dor inflamatória, com menos efeitos colaterais, e que venha, no futuro, amenizar dores de pessoas que sofrem com artrite reumatoide, osteoartrite, gota e até traumas cirúrgicos e torções. “O que queremos é desenvolver fármacos que sejam efetivos no tratamento da dor e que tenham menos efeitos colaterais para melhorar a qualidade de vida do paciente”, ressaltou.
 “Já existem fármacos no mercado contra a dor inflamatória. Estes anti-inflamatórios que se toma, tal como a aspirina, são efetivos. O grande problema está relacionado com os efeitos colaterais que eles apresentam e que tem muito a ver com o sistema cardiovascular e com o sistema gastrointestinal. São efeitos que limitam a utilização. Um paciente que tem artrite reumatoide e que vai precisar tomar medicamento por mais de um ou até 20 anos, ele não vai suportar estes efeitos colaterais por muito tempo. Nossa ideia é achar um mecanismo importante e, a partir disto, compor novas drogas para conter esse processo”, disse o professor.

Fonte: Agência Brasil.

Parada LGBT em cidade do DF defende Estado laico

Parada LGBT em cidade do DF defende Estado laico


Brasília – Com o tema Estado Laico e Democrático: a Liberdade de Ser é a Nossa Crença, a Associação Grupo Livre LGBT organizou hoje (28) a 2º Parada LGBT de Samambaia, cidade que fica a cerca de 30 quilômetros da capital federal.
No trio elétrico e nos cartazes, mensagens pediam a garantia de direitos a casais homossexuais e a não interferência das religiões em questões relacionadas aos direitos civis da comunidade LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros).
De acordo com a organizadora da marcha, Greycy Campos, Samambaia é uma das cidades com maior número de registros de violência contra homossexuais, segundo levantamento de organizações não governamentais, o que reforça a necessidade de eventos afirmativos como a parada.
“Quando decidimos fundar a associação, nos deparamos com uma cidade completamente homofóbica e com crimes homofóbicos com requintes de crueldade. Nossa expectativa é que esses crimes diminuam e que a gente alcance essa visibilidade, porque o nosso trabalho não é só a parada, temos um abrigo para pessoas que são expulsas de casa. Nossa expectativa maior é que as pessoas nos reconheçam como cidadãos”, apontou.
O tema da parada, pedindo o Estado laico, foi definido diante de pressões de setores conservadores a projetos de lei em favor de direitos homossexuais. Em cima do trio elétrico, representantes de grupos homossexuais também criticaram a decisão recente do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, de revogar o decreto que regulamentava a punição dos autores de práticas discriminatórias em razão de orientação sexual. “Foi um retrocesso. A nossa luta começou de novo”, avaliou Greycy.
O estudante João Vítor de Paiva Costa participou da Parada LGBT de Samambaia pelo segundo ano consecutivo e acha que a manifestação é importante para reduzir preconceitos. “Realizar esse movimento em todos os lugares da cidade e todos os anos é fundamental para os governos e para todo mundo saber que a homossexualidade não é ruim. O principal é o respeito, todo mundo tem que saber que somos iguais”, avaliou.
Em meio aos participantes, um grupo distribuía panfletos de uma igreja evangélica que se diz “aberta ao público LGBT que anseia pela presença de Deus em sua vida” , com base em valores cristãos e na inclusão. “Nós somos uma igreja inclusiva, cremos em Jesus, na salvação e também cremos no chamado, de ir e buscar as pessoas. A gente crê que o indivíduo nasce assim e que Deus tem uma obra para a pessoa, independentemente do que ela seja, gay ou lésbica ou transexual”, disse Ariadne Maciel, uma das integrantes do grupo.
A organização da Parada LGBT de Samambaia esperava reunir cerca de 10 mil pessoas, mas até o começo da noite, o número se aproximava de 250, segundo a Polícia Militar, que acompanha o evento.
 
Fonte: Agência Brasil.

sábado, 27 de julho de 2013

A intolerância vergonhosa do ativismo gay; Pr. Silas comenta

Imagem: Reprodução O Globo
Matéria publicada pelo site do jornal O GLOBO mostrou um grupo de jovens casais homossexuais promovendo um beijaço na escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (22). A cena chocou alguns peregrinos, que começaram a rezar no local.
Mais cedo, cerca de duzentos manifestantes e ativistas gays iniciaram uma caminhada em direção ao Palácio Guanabara, onde o Papa foi recebido por autoridades nacionais. A passeata ocorreu de forma pacífica, até que um segundo grupo se juntou a eles.
Segundo a matéria, o ato foi convocado pelo estudante João Pedro Accioly, de 19 anos, e reuniu movimentos em defesa dos direitos homosexuais e grupos feministas. “(…) É um protesto simbólico contra a criminalização das drogas, a proibição do aborto e a favor dos direitos LGBT. Enquanto os beijos forem considerados ofensas, protestos como esse serão necessários”, disse.
Imagem: divulgaçãoPr. Silas Malafaia comenta:
Há muito tempo que venho dizendo sobre a diferença entre ativistas gays e homossexuais. O segundo grupo quer viver apenas segundo a opção sexual que fizeram. O primeiro grupo quer ter privilégios e direitos acima de toda a coletividade social. Querem calar qualquer um que se opõe às suas práticas e objetivos, querem ter a liberdade para fazer o que bem entenderem, não respeitando os valores e princípios de ninguém. Eles clamam por direitos, mas o objetivo é cercear o direito dos outros e ter direitos para anarquizar, esculhambar, denegrir e enxovalhar quem quer que seja.
É bom que a sociedade brasileira veja quem são os verdadeiros intolerantes. Vão para a porta de uma igreja católica nus e seminus para afrontar as pessoas religiosas com seus atos obscenos. É UMA VERGONHA! E a imprensa sectária e parcial não faz um comentário para desaprovar uma conduta ridícula como essa.
Quem não respeita os valores dos outros, não tem autoridade para pedir que os outros respeitem seus valores!
A imprensa tem escondido o que nós já sabemos: já foram presos homossexuais dentro de igrejas se beijando, numa verdadeira afronta aos princípios constitucionais.

Fonte: Verdade  Gospel.

Mortes por gripe A (H1N1) em São Paulo representam 70% dos casos do país

Mortes por gripe A (H1N1) em São Paulo representam 70% dos casos do país

São Paulo - As mortes por gripe A (H1N1) no estado de São Paulo somam 324 casos até o dia 16 de julho, segundo dados do Ministério da Saúde. O número representa quase 70% das mortes registradas neste ano em todo o país. Foram 466 óbitos ante 351 em 2012. O estado também concentra o maior número de casos graves da doença, com 1.611 notificações. No Brasil, foram 2.453 casos.
Em São Paulo, a capital paulista lidera o total de mortes pelo vírus Influenza A (H1N1), com 72 registros, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. As outras cidades que mais apresentaram casos foram São José dos Campos, Campinas, São Bernardo do Campo, Guarulhos, Jundiaí e Sorocaba.
A secretaria destaca que 71% das pessoas que morreram tinha alguma doença associada (comorbidade), como hipertensão ou diabetes, ou eram gestantes. Além disso, entre as mortes, 89% dos pacientes não estavam vacinados contra a gripe.
O ministério informou que foram imunizadas mais de 36 milhões de pessoas que fazem parte do grupo de risco da doença, que inclui crianças menores de 2 anos, pessoas com mais de 60 anos e gestantes. Além disso, o órgão está reforçando a distribuição do remédio oseltamivir (conhecido pelo nome comercial Tamiflu) para as secretarias de Saúde.

Fonte: Agência Brasil.

Novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 entram em circulação segunda-feira

Novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 entram em circulação segunda-feira




Brasília – Começam a circular segunda-feira (29) as novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 da segunda família do real. De acordo com comunicado divulgado hoje (26) pelo Banco Central, as notas trazem elementos adicionais de segurança, como a marca d'água e o número escondido, já presentes nas notas de R$ 50 e R$ 100 e de R$ 10 e R$ 20, lançadas respectivamente em 2010 e 2012.
As novas cédulas encerram o ciclo de substituições iniciado pela autoridade monetária em 2010. Naquele ano, foram divulgadas imagens dos seis novos modelos. As cédulas da segunda família do real trazem o valor da nota no canto superior direito.
A substituição das cédulas antigas pelas novas no dia a dia dos brasileiros será gradual, conforme as primeiras forem tiradas de circulação em função do desgaste natural.

Fonte: Agência Brasil.