quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Barbosa suspende votação do STF e critica “discurso político” de Barroso


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, suspendeu a sessão de hoje (26), em que o plenário da Corte deliberava sobre o reconhecimento, ou não, dos embargos infringentes, que favorecem os réus condenados por formação de quadrilha, na Ação Penal 470, processo do mensalão. O placar parcial é 4 votos a 1 a favor dos acusados de formação de quadrilha, e a votação será retomada na sessão de amanhã (27).
Antes, porém, de suspender a sessão, o ministro Joaquim Barbosa criticou o voto do ministro Luís Roberto Barroso, que votou pela absolvição de oito réus condenados por formação de quadrilha. O presidente acusou Barroso de fazer “discurso político”, depois de o relator, ministro Luiz Fux, encaminhar voto pela manutenção da condenação original, em 2012. Após o voto de Barroso, os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski adiantaram voto pela absolvição, conforme entendimento firmado por eles no julgamento da ação principal.
Ao votar pela absolvição dos condenados, Barroso fez uma tabela com porcentagens para exemplificar como as penas de formação de quadrilha foram discrepantes em relação às condenações por corrupção. Para o ministro, as penas foram altas, com “impulso de superar a prescrição do crime de [formação] de quadrilha e de modificar o regime de cumprimento”. O ministro chegou a dizer que as condenações foram definidas “com tinturas mais fortes”.
Joaquim Barbosa, que foi o relator do processo do mensalão, rebateu o voto de Barroso. O presidente afirmou que as penas pelo crime de formação de quadrilha foram altas devido à quantidade de condenados envolvidos, os montantes de dinheiro movimentados e o tempo em que a quadrilha atuou. O presidente discordou da comparação feita por Barroso com outras condenações, como a do ex-deputado Natan Donadon, devido à quantia de dinheiro movimentado.
Barbosa acusou o ministro, nomeado no ano passado, de chegar ao STF com voto pronto. “Vossa Excelência chega aqui com a fórmula prontinha, já proclamando inclusive o resultado do julgamento. Na sua chamada preliminar de mérito, Vossa Excelência já disse qual é o placar, antes mesmo que o colegiado tivesse votado. A formula já é pronta. Eu indago se Vossa Excelência já tinha antes de chegar a este tribunal. Parece que sim”, disse Barbosa.
O presidente ainda disse que Barroso fez discurso político durante o  voto. “O tribunal não deliberou no vácuo, não exerceu arbitrariedade. Os fatos são gravíssimos, de maneira que trazer para o plenário do Supremo Tribunal Federal um discurso político, puramente político, para infirmar a decisão tomada por um colegiado, em um primeiro momento, confirmada em embargos de declaração. Isso me parece inapropriado, para não dizer outra coisa”, afirmou.
Após as declarações de Barbosa, o ministro Barroso defendeu o direito de divergir do presidente. “Vossa Excelência votou de acordo com vossa consciência, e estou manifestando a minha opinião. O esforço para depreciar o próximo é um déficit civilizatório”, rebateu.
Para Barroso, o tribunal exacerbou na pena para o crime de formação de quadrilha ou bando, para evitar a prescrição. A sessão ganhou novos contornos, e o presidente do STF rebateu que "é fácil fazer discurso político, ministro Barroso. É muito simples dizer que o sistema político é corrupto, e quando se tem a oportunidade de usar o sistema jurídico para coibir essas nódoas, se parte para a consolidação daquilo que se aponta como destoante".
Barroso contraargumentou que se baseava no voto do ministro Teori Zavaski, durante o julgamento, e que acatava a hipótese de coautoria e não de quadrilha. "É compreensível a indignação contra a histórica impunidade das classes dirigentes no Brasil, mas o discurso jurídico não se confunde com o discurso político. E o dia em que o fizer, perderá sua autonomia e autoridade. O STF é um espaço da razão pública, e não das paixões inflamadas. Antes de ser exemplar e simbólica, a Justiça precisa ser justa, sob pena de não poder ser nem um bom exemplo, nem um bom símbolo".
O julgamento será retomado na manhã desta quinta-feira, em sessão extraordinária, com os votos, pela ordem, dos ministros Teori Zavacki, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Celso de Mello e o presidente, Joaquim Barbosa.
Estão pautados os recursos do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-presidente do PT José Genoino, do ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, dos ex-diretores do Banco Rural, José Roberto Salgado e Kátia Rabello, mais os publicitários Marcos Valério, Cristiano de Mello Paz e Ramon Rollerbach, sócios nas empresas SMP&B e DNA.
Se as argumentações dos réus forem aceitas, a decisão poderá diminuir as penas dos condenados que, em alguns casos, como os de José Dirceu e Delúbio Soares, passariam do regime fechado para o semiaberto.

Fonte: Agência Brasil.

Bolsonaro é liberado para disputar presidência da Comissão de Direitos Humanos

Imagem:  Reprodução
O deputado concorrerá como candidato avulso na Câmara
O ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos Marco Feliciano (PSC-SP) fez uma consulta no final da noite desta terça-feira (25) à Secretaria Geral da Mesa sobre a possibilidade do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disputar, nesta quarta-feira, às 14h, a presidência do colegiado como candidato avulso. A resposta dos técnicos da secretaria é que ele pode sim, mesmo havendo acordo para que o comando da comissão seja destinado a um parlamentar petista. Feliciano não conseguiu ser indicado pelo seu partido como membro titular da comissão que presidiu, mas conseguiu uma vaga como suplente cedida por outra legenda. O que é suficiente para garantir que participe das reuniões. Bolsonaro será titular da Comissão de Direitos Humanos, como indicação do PP.
No PT, o deputado Assis Couto (PR) venceu a disputa interna do partido para presidir a Comissão de Direitos Humanos. Ele venceu o deputado Nilmário Miranda (MG) por 35 votos a 22. Até o final desta terça-feira, o PT ainda discutia quem seria seu nome. A legenda não apenas costurou para ficar com a presidência da comissão como mobilizou os outros partidos para indicarem nomes afinados com a defesa histórica da causa.

Fonte: O Globo

Justin Bieber se diz ‘inabalável’, em música pós-prisão

Imagem: DivulgaçãoNo auge de sua maturidade, Justin Bieber tem uma certeza: não será abalado pelas críticas ao seu comportamento irresponsável. O cantor canadense lançou nesta segunda-feira (24) a música Broken, a primeira após sua passagem pela prisão, em janeiro. No melhor estilo menino mimado, ele afirma na letra da canção que não dará atenção para quem tenta atingi-lo.
“Eu acho que eles querem uma reação/ Não lhes darei isso/ Eles estão tentando me atingir/ Não vou dar atenção/ Eles são persistentes/ Em querer me derrubar”, diz a canção. O rapaz aproveita para alimentar seu ego e afirma que são poucos os seres iluminados como ele. “Pessoas como eu são difíceis de se encontrar/ Eu não posso ser derrubado”.
No início de 2014, Bieber foi preso em Miami Beach, no Estado americano da Flórida, após ser acusado de dirigir sob a influência de álcool, maconha e remédios controlados. O julgamento do caso foi marcado para o dia 3 de março.

Fonte: Veja

Receita libera programa para fazer declaração do IR; saiba mais

Imagem: DivulgaçãoA Receita Federal liberou, nesta quarta-feira (26), o programa do Imposto de Renda 2014, necessário para realizar a declaração pelos contribuintes, e o Receitanet, programa usado para enviar o documento à Receita. Os programas estão disponíveis para download na página do Fisco. O envio da declaração, no entanto, pode ser feito apenas a partir de 6 de março, quinta-feira.
Clique aqui para baixar o programa para fazer a declaração de IR 2014 e o Receitanet no site da Receita.
O aplicativo para dispositivos móveis (tablets e smartphones) estará disponível somente no dia 6 de março – quando tem início o prazo de apresentação do Imposto de Renda neste ano. A declaração poderá ser enviada até o dia 30 de abril.
O Fisco espera receber 27 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física em 2014, com um aumento de aproximadamente 1 milhão de novos contribuintes.
Segundo a Receita Federal, estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 25.661,70 em 2013 (ano-base para a declaração do IR deste ano). O valor foi corrigido em 4,5% em relação ao ano anterior, conforme já havia sido acordado pela presidente Dilma Rousseff.

Fonte: G1

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Campos dos Goytacazes: Rosinha antecipa pagamentos e injeta R$ 63 milhões na economia

Na semana que antecede o Carnaval, a Prefeitura de Campos despeja R$ 62.984.006,52 na economia do município. Depois de antecipar o pagamento de fevereiro do funcionalismo municipal, liberado desde esta terça-feira (25), num total de R$ 58.643.706,52, a prefeita Rosinha Garotinho decidiu pagar os beneficiários do programa Cheque Cidadão Municipal, referente ao mesmo mês, injetando mais R$ 4.340.300. Segundo a prefeita, com a medida, os beneficiários do programa já podem fazer suas compras nos supermercados credenciados pela prefeitura. “O Cheque Cidadão beneficia a população em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de garantir uma alimentação mais saudável para essas famílias. O cartão só pode ser utilizado para compras de gêneros alimentícios e, assim, antecipamos o pagamento, para que todos possam comprar mantimentos antes do Carnaval, que será um feriado prolongado”, disse a prefeita.
De acordo com levantamentos da Diretoria de Transferência de Renda, da secretaria da Família e Assistência Social, 21.983 usuários vão receber o Cheque Cidadão, que dobrou de valor em dezembro do ano passado. “Alguns usuários, que não se recadastraram em dezembro e tiveram nova chance em janeiro, ainda tem o Cheque Cidadão de R$ 100, estão recebendo visita domiciliar de assistentes sociais, para confirmação do perfil para o benefício”, explicou o secretário Geraldo Venâncio.
Já o secretário municipal de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, contou que a antecipação dos salários de fevereiro para os servidores se deve ao ponto facultativo da próxima sexta-feira. “Com esta medida, a prefeitura segue efetuando o pagamento nos três últimos dias úteis do mês. De terça até amanhã, a prefeitura estará injetando R$ 58.643.706,52. No ano passado, neste mesmo mês, foram R$ 46.360.062,90, uma diferença de R$ 12.283.643,62, o que representa um aumento de 26% na folha neste mesmo período. Também foi decretado ponto facultativo na segunda-feira (03) e na quarta-feira (05)”, frisou Ribeiro.

De acordo com o secretário de Administração e Gestão de Pessoas, a Prefeitura de Campos investiu, nos últimos 12 meses, R$ 650.769.889,96 milhões no pagamento dos servidores. No mesmo período do ano anterior, foram R$ 541.014.923,69, uma diferença de R$ 109.754.966,27. Segundo Fábio Ribeiro, o crescimento da folha de pagamento se deve aos benefícios concedidos aos servidores públicos municipais, no ano passado. “Só está sendo possível conceder estes benefícios graças ao comprometimento da prefeitura com o funcionalismo, ao cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à política de valorização do servidor”, justifica Ribeiro.
Ele reportou também  que a convocação dos concursados, principalmente, nos últimos três meses, vem impactando muito a folha de pagamento. “Apesar dos esforços em aumentar a receita própria, o índice de crescimento da folha ainda é maior do que o índice de crescimento da receita própria”, destacou Ribeiro.

Fonte: Folha da Manhã

Congresso homenageia Itamar e Fernando Henrique pelos 20 anos do Plano Real

Ao comentar, nesta terça-feira (25), a atual política econômica, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002) disse que o Brasil está, neste momento, em um compasso um pouco diferente do do resto do mundo, e isso precisa ser ajustado. Segundo ele, não se pode dizer que a inflação no Brasil não está sob controle.

"Não posso ser injusto e dizer que o governo não controla a inflação. Eu [quando presidente da República] tinha 20%, 30% ao mês [de inflação]. Agora [a inflação] é 6% ao ano. Isso não quer dizer que não tenhamos que continuar controlando. Eu me preocupo, sim, com a questão de cumprir o programa de metas da inflação e com a responsabilidade fiscal. A política econômica não é receita, é navegação. Temos que ver, a cada momento, o que se deve fazer", ressaltou Fernando Henrique, minutos antes do início da sessão do Congresso Nacional em comemoração aos 20 anos do Plano Real. Para ele, a economia ter de ser avaliada sempre e não pode ser gerida por uma ideia fixa.

Implantado em 27 de fevereiro de 1994, no governo Itamar Franco (1992-1994), com a edição da Medida Provisória 434, o plano foi um grande programa de estabilização econômica que teve como  objetivo controlar a hiperinflação que atingia país. Antes da mudança da moeda de cruzeiro real para real, os brasileiros tiveram a Unidade Real de Valor (URV), moeda virtual criada para ajudar na transição.

O ex-presidente lembrou a tensão reinante na véspera do lançamento do plano. "Havia muita incompreensão. As pessoas tinham receio de que a URV fosse prejudicar os trabalhadores. Havia muita resistência de ministros, mas o presidente Itamar foi firme. Em pouco tempo, a população entendeu e aderiu. Isso é que é importante. Está na hora de tomar outras decisões – não vou dizer o que é, mas o povo sente que está na hora de apontar um novo rumo", ressaltou.

Na sessão solene, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), destacou a importância do plano para a estabilização da economia e melhoria da renda dos mais pobres. Tudo isso é muito positivo, mas há ainda um longo caminho a percorrer para a redução das desigualdades no Brasil, disse Renan. "O importante é que o primeiro passo já foi dado, lá atrás, em 1994, com o Plano Real, um patrimônio do Brasil e de sua sociedade”, ressaltou o senador, que também homenageou o ex-presidente Itamar Franco, morto em 2011.

Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que propôs a sessão especial, desde a implantação do Plano Real, renasceu no Brasil a esperança da construção de um futuro planejado. De acordo com Aécio, antes do plano, a inflação e a desordem nas finanças públicas deixaram o Brasil à beira do caos, em várias ocasiões.

O senador mineiro destacou que os princípios do Plano Real foram apropriados de tal forma por nossa sociedade que, desde então, os sucessivos governos não abriram mão de sua defesa. "Entretanto, o tempo passa e uma nova geração de brasileiros – aqueles que eram muito jovens em 1994 e os que hoje têm menos de 20 anos – não viveram o horror da inflação, como seus pais. Mesmo a nossa memória se relativiza com o passar dos anos", ressaltou Aécio Neves.

Fonte: Agência Brasil

Cresce número de adeptos do Islã no Brasil; saiba como isto acontece

Imagem: Divulgação
Aumento no número de mesquitas no país, de sheiks que falam português e de brasileiros no topo da hierarquia de centros islâmicos explica a expansão dos muçulmanos no Brasil
O Islã, religião que aportou no Brasil pelas mãos de mouriscos (muçulmanos convertidos ao cristianismo) de Portugal no século XVI, vem crescendo no Brasil e especialistas já tratam como fenômeno religioso o fato de um grande número de brasileiros ascenderem ao topo da hierarquia de entidades muçulmanas.
“Em algumas cidades, como Salvador e Recife, centros islâmicos que historicamente eram presididos por muçulmanos de origem árabe hoje têm brasileiros ocupando o posto”, afirma o sheik sírio Jihad Hassan Hammadeh, que preside o conselho de ética da União Nacional Islâmica (Uni).
O soteropolitano Wilton José de Carvalho é um exemplo desse novo cenário, católico praticante ele foi apresentado ao islã por um amigo em 1990. Desde então, já como Yussuf, junto com o amigo e outros quatro brasileiros e três africanos, passaram a se reunir e fazer orações em uma pequena sala alugada no centro de Salvador. Em 1994 o grupo se mudou para um imóvel comercial e fundaram o Centro Cultural Islâmico da Bahia. Na instituição, o baiano foi diretor patrimonial, passou pela vice-presidência e é, desde 2010, o primeiro brasileiro a comandá-la.
Segundo dados da Uni, em aproximadamente dez anos o número de mesquitas saltou de 70 para 115. Nesse mesmo intervalo, triplicou a quantidade de sheiks que falam português. E não é só isso, os brasileiros não só ascenderam ao topo da hierarquia de instituições já estabelecidas como têm erguido novos espaços religiosos.
“No Nordeste, entidades islâmicas estão sendo criadas por brasileiros cuja adesão à religião não vem de berço”, afirma o antropólogo Paulo Hilu, que dirige o Núcleo de Estudos do Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense (UFF).
A propagação de templos islâmicos também tem adeptos em São Paulo, onde o ex-evangélico Cesar Mateus Rosalino, hoje muçulmano sob o nome de Kaab Al Qadir, construiu uma mussala (sala de reuniões) na favela Cultura Física, em Embu das Artes. No local, que ganhou o nome de mussala Rahmah, Kaab exibe uma barba comprida digna de um muçulmano padrão e conta que recebe aproximadamente 20 pessoas em algumas reuniões. O local já contou, inclusive, com a presença de um sheik moçambicano.
Para a coordenadora do Grupo de Antropologia em Contextos Islâmicos e Árabes, Francirosy Ferreira, um dos principais fatores que impulsionam o avanço da religião no país é a maior frequência do uso do português no dia a dia de mesquitas, entidades islâmicas e mussalas.
“Há mais líderes falando e ensinando o islã em português. Isso ajuda no entendimento e divulgação da religião”, afirma a professora de antropologia do departamento de psicologia social da Universidade de São Paulo (USP).
O sheik Jihad, 48 anos, que dá expediente em São Bernardo do Campo (SP), onde está uma das maiores comunidades islâmicas do Brasil, é um dos 15 líderes religiosos que falam fluentemente o português. Em entrevista à IstoÉ, ele diz que antigamente o idioma era pouco adotado porque os sheiks desembarcavam vindos de um país islâmico já com a vontade de retornar à sua terra natal.
“Isso não os encorajava a se dedicar ao português. Atualmente, a aproximação ao idioma é maior porque grande parte dos que chegam ao Brasil pretende se estabelecer aqui”, diz ele.

Fonte: Isto É.