quarta-feira, 2 de abril de 2014

Renan cria CPI no Senado para investigar a Petrobras

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), permitiu nesta terça-feira a leitura do requerimento de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar operações da Petrobras entre 2005 e 2014. Com a leitura, a CPI já pode ser instalada e ter os seus integrantes nomeados.
— Com a leitura do requerimento, a bola entra em campo — resumiu o senador José Agripino Maia (DEM-RN).
O requerimento, lido pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), solicita prazo de 180 para investigar operações da Petrobras relacionadas à aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas, pagamento de propina em negócios envolvendo a SBM Offshore, denúncias de que plataformas têm sido lançadas ao mar incompletas e, por último, superfaturamento em processos de implantação de refinarias — neste, o grupo parlamentar deverá ter como foco principal a instalação da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
Logo em seguida, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-SC) indicou uma “questão de ordem”, com base na Constituição Federal e o regimento interno das CPIs. Ela disse que não há fato determinado a ser apurado e também aponta que há diversos fatos a serem investigados sem nexo entre si, apesar de todos estarem relacionados à Petrobras.
— Os fatos apontados, analisados em seu conjunto, demonstram que o objetivo geral de seus autores é fazer uma investigação generalizada na Petrobras nos últimos dez anos, uma verdadeira devassa — disse Gleisi, destacando que esse procedimento seria contrário à previsão Constitucional de uma CPI.
Renan Calheiros disse que responderá apenas amanhã (quarta-feira) se acatará a questão de ordem apresentada pela senadora Gleisi. Durante esta tarde de terça-feira, senadores pediram para se manifestar favoravelmente ou contra a questão de ordem.
— Na falta de um, são quatro os motivos de investigação — rebateu o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
Fonte: O Globo

TRE-RJ multa Garotinho em R$ 15 mil por propaganda antecipada

Do Portal do TRE (aqui):
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) multou o deputado federal Anthony Garotinho (PR) em R$ 15 mil, na sessão plenária desta segunda-feira (31), por propaganda antecipada. No dia 26 de outubro de 2013, o programa “Terê Alerta”, da emissora local Terê TV Canal 11, entrevistou o pré-candidato à Câmara Federal, Marcos André Lima, o Marquinhos do Cinema (PR), que fez menção à candidatura de Garotinho a governador neste ano. Num vídeo veiculado durante a entrevista, o deputado convida os telespectadores a enviarem sugestões para o seu blog pessoal, dizendo que eles estariam “ajudando Garotinho a mudar o Brasil”. Marquinhos do Cinema também foi multado em R$ 15 mil.
Fonte: Folha da Manhã

terça-feira, 1 de abril de 2014

PMs da UPP Rocinha recebiam mensalão de R$ 40 mil

Policiais são acusados de passar informações e facilitar tráfico na Rocinha

 Rio - Os recentes casos de policiais investigados por envolvimento em crimes de grande repercussão não serviram de exemplo. Nesta segunda-feira, cinco PMs foram presos pela Polícia Federal — sendo um do setor de Inteligência (P2) — por envolvimento com tráfico de drogas na Rocinha. Em troca de informações sobre operações e investigações e para deixar a venda de entorpecentes fluir livre, eles recebiam R$ 40 mil por mês do grupo do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, que está no presídio federal de Segurança Máxima, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O pagamento era semanal — R$ 10 mil — e dividido entre os militares, segundo a PF. Na ação, foi descoberta a negociação para unir facções no Rio.
Os presos vão responder por tráfico e corrupção. As investigações duraram quatro meses. O pagamento seria feito por Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, que é foragido da Justiça. Ele era segurança pessoal de Nem e fez parte dobando que invadiu o Hotel Intercontinental em 2010.

Ontem também foi presa a mulher de Nem, Danúbia de Souza Rangel, 30. Ela estava em casa, no bairro Piratininga, em Campo Grande, quando foi surpreendida pelos agentes. A primeira-dama do tráfico da Rocinha agora seria a principal intermediária das ordens do marido para os traficantes da comunidade. Na residência de Danúbia, foram apreendidos uma moto Yamaha YBR 125, dez celulares e três tablets. Ela teve prisão temporária decretada por 30 dias e será transferida para o Rio.
Danúbia, que já foi presa em 2011, seria também o elo entre as facções Amigos dos Amigos (ADA), da Rocinha, e Terceiro Comando Puro (TCP), do Complexo da Maré, que tem Marcelo Santos das Dores, o Menor P, como chefe. Há um investigação que indica a união das duas organizações. Menor P, que foi preso na quarta-feira, estaria disposto em juntar as duas comunidades para fortalecer a venda de drogas. O advogado dele, Nilson Lopes dos Santos, foi preso ontem, à noite, na sede da PF, acusado de associação para o tráfico.
 
Secretaria diz que repudia corrupção
No grupo dos policiais presos há três do 23º BPM (Leblon), mas que atuavam na pacificação da Rocinha: os sargentos Arnaldo Damião Cavalcante, Mário Alvispo Junior e o cabo Sidney Leão dos Santos Filho. Da UPP, os acusados são os soldados Alessandro Mendes dos Santos e Ramon Santiago de Moura. Eles foram ouvidos na sede da PF e levados para o Batalhão Prisional. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública disse que a “corrupção policial não é tolerada e que o combate contra este crime já resultou na expulsão de 1.640 policiais militares e civis na atual gestão”.
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Tensão: Coreias trocam fogo no mar entre fronteira dos dois países

Norte-coreanos dispararam projéteis que caíram em águas sul-coreanas. Sul respondeu com granadas
Norte-coreanos dispararam projéteis que caíram em águas sul-coreanas. Sul respondeu com granadas
A Coreia do Norte lançou nesta segunda-feira (31) projéteis que caíram em águas sul-coreanas durante um exercício militar. As Forças Armadas da Coreia do Sul responderam com disparos semelhantes, em um novo episódio de tensão entre os dois países, que se separaram em 1945.
“Alguns dos projéteis caíram em nossas águas, portanto, disparamos outra vez em direção às deles”, disse à agência espanhola EFE um porta-voz do Ministério da Defesa de Seul.
Segundo a Defesa sul-coreana, os norte-coreanos dispararam mais de 500 tiros de artilharia e pelo menos 100 projéteis caíram nas águas vizinhas, informou a agência Reuters. O Sul revidou com mais de 300 disparos, disse Kim Min-seok, porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano.
Após esse episódio de tensão, moradores das ilhas sul-coreanas próximas à conflituosa fronteira com o Norte foram levados para refúgios, destacou o porta-voz.
Diante da possibilidade de novos incidentes, o Exército da Coreia do Sul enviou aviões de combate F-15 à região.
Os primeiros disparos norte-coreanos aconteceram às 12h15 (0h15 de Brasília) e, imediatamente, a Força Naval do Sul respondeu com o lançamento de várias dezenas de granadas howitzer K-9, que caíram em águas norte-coreanas.
O lançamento de mísseis entre as duas Coreias, ao sul da fronteira do Mar Amarelo, conhecida como Linha Limite do Norte (LLN), faz parte das manobras militares iniciadas pelo regime do ditador norte-coreano Kim Jong-un.
Foi nessa área que aconteceu um dos incidentes mais graves entre os dois países, em novembro de 2010, quando o Norte fez um bombardeio sobre a ilha sul-coreana de Yeonpyeong, deixando dois civis e dois militares mortos.
Isso explicaria a firme reação mostrada por Seul, que chegou a advertir que a “Coreia do Norte parece estar tentando criar uma situação de crise, ao elevar a tensão na fronteira marítima”, afirmou um porta-voz da Defesa após o país vizinho anunciar as manobras militares.
O exercício naval norte-coreano é considerado uma nova resposta à manobra conjunta “Foal Eagle”, que a Coreia do Sul e os Estados Unidos realizam desde o fim de fevereiro até o dia 18 de abril em território sul-coreano.
Por acreditar que o Foal Eagle seja “um ensaio de invasão” a seu país, a Coreia do Norte lançou ao mar nas últimas semanas mísseis de curto e médio alcances.
Fonte: G1

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Brasileiros acham que mulher de roupa curta tem culpa por ser atacada

Neste último final de semana virou notícia em vários telejornais os números da última pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgados na quinta-feira (27), que mostram que a sociedade brasileira ainda é tolerante com agressões e, em geral, culpa as vítimas pela violência sofrida. 65% dos entrevistados ouvidos pelo instituto afirmaram que concordam com a frase “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”. Segundo o balanço, um número significativo de entrevistados parece considerar a violência contra a mulher uma forma de correção. Para estes, a vítima deve ser responsabilizada pelo ataque, seja por usar roupas provocantes, seja por não se comportar “adequadamente”.
Maioria concorda que homens que batem em mulheres devem ser presos, segundo pesquisa feita pelo Ipea
Maioria concorda que homens que batem em mulheres devem ser presos, segundo pesquisa feita pelo Ipea
A avaliação tem como ponto de partida o grande número de pessoas que diz concordar com a frase: se mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros. O trabalho indica que 58,5% das pessoas concordam com esse pensamento. A resposta a essa pergunta apresenta variações significativas de acordo com algumas características. Nas regiões Sul e Sudeste, é menor a proporção de pessoas que culpam a mulher pela violência sexual.
Batizado de Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), o trabalho se baseou na entrevista de 3.810 habitantes de 212 municípios no período entre maio e junho do ano passado. A pesquisa mostra que 91% dos entrevistados concordam total ou parcialmente com a prisão dos maridos que batem em suas esposas, mas 63% disseram concordar com a ideia de que “casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre membros da família”.
Qual é a sua opinião sobre o assunto? Deixe seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: Veja
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Mesmo com críticas a modelo atual, brasileiros querem mais democracia

Apesar de os valores democráticos serem considerados inquestionáveis, como a liberdade e o respeito às opiniões individuais, pesquisas de diversos institutos mostram que uma parte considerável da população brasileira não percebe plenamente os benefícios econômicos e sociais da democracia. Realizada anualmente em vários países da América Latina, estudo coordenado pelo Latinobarómetro aponta que o Brasil tem a segunda menor taxa de apoio à democracia, perdendo apenas para a Guatemala.

Cidadãos de 18 países latino-americanos tiveram de responder com qual frase mais concordavam: a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo; em algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser preferível a um democrático; tanto faz, um regime democrático e um não democrático dá no mesmo. Na média das pesquisas entre 1995 e 2013, 44% dos brasileiros dizem que a democracia é a melhor escolha. Para 19%, um governo autoritário pode ser preferível em certas circunstâncias e, para 24%, não faz diferença. O restante não respondeu.

No Uruguai, país com a maior média de apoio à democracia, 78% dizem preferir um sistema democrático; 15% defendem o autoritarismo e 10% são indiferentes. O Brasil perde apenas para a Guatemala, onde apenas 38% preferem a democracia a qualquer outro tipo de governo.

A democracia foi uma das principais conquistas políticas do Brasil no século 20. Em 1984, ainda sob regime militar, milhões de brasileiros participaram de comícios, passeatas e outras manifestações públicas, em várias capitais, no movimento Diretas Já!, que reivindicava eleições diretas no Brasil. Em 2013, quase 30 anos depois da reinstalação do sistema democrático no país, as ruas foram novamente ocupadas por milhões de manifestantes reivindicando, na avaliação de diversos especialistas, mais voz e avanço da democracia brasileira.
Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, os brasileiros estão insatisfeitos com o funcionamento do regime no país. Em outras palavras, “querem mais democracia”. O cientista político José Álvaro Moisés, coordenador do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas (NUPPS) da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro A Desconfiança Política e Seus Impactos na Qualidade da Democracia, diz que o grau de descrença em relação às principais instituições da democracia representativa é muito elevado.
“No caso dos partidos políticos, nada menos do que 82% da população desconfiam deles, e, no caso do Congresso Nacional, 79%, pelas minhas pesquisas”, destaca Moisés. Embora a descrença no Judiciário seja menor, a sensação de injustiça é alta.
“Aproximadamente 90% dos entrevistados de todos os segmentos sociais, regiões do país, classe, sexo, etnia e religiosidade, consideram que a lei não trata os cidadãos de maneira igual, e quase 80% consideram que o acesso dos brasileiros à Justiça é desigual, que não há oportunidades iguais de acesso.”
O cientista político acredita que as mesmas questões levantadas nas pesquisas também apareceram, de certa forma, nas manifestações de junho e julho de 2013, que levaram cerca de 2 milhões de pessoas a protestar nas ruas. “Muitos manifestantes chamaram a atenção para o vazio dos partidos políticos e, no caso do Parlamento, não foi à toa que houve tentativas de invasão às câmaras de Vereadores e assembleias legislativas em alguns estados e até do Congresso Nacional”.
Segundo o sociólogo e professor da Universidade de Brasília (UnB) Eurico Cursino, o cidadão brasileiro não tem vocação para viver calado, com medo, e, portanto, não contesta a democracia como valor cultural na sociedade, como direito de pensar e se expressar livremente. No entanto, como expressam as pesquisas e as manifestações populares, há uma crítica clara em relação à democracia como “regra da disputa política, da luta pelos cargos do Estado e tomada de decisões”.
O diretor-geral do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (Ibri), Pio Penna Filho, destaca que o regime democrático é preferível “mesmo quando pensamos em uma democracia cara e ineficiente como a brasileira” porque as pessoas podem participar, de alguma forma, das decisões do Estado. Mas ela, sozinha, não basta. “Vemos um mundo político muito desvinculado da sociedade, a classe política brasileira perde a noção do compromisso social e isso desvaloriza a democracia”, avalia.
O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) José Ronaldo Souza acredita que uma democracia equilibrada oferece melhores condições para que um país receba investimentos. “A democracia é boa para gerar crescimento econômico à medida que, dado o sistema de pesos e contrapesos, permite que os investidores tenham segurança maior do que com um grupo político isolado que se apodera do governo”.
Os especialistas afirmam que a democracia brasileira sofre as consequências da falta de proatividade das elites políticas em relação à sociedade e dos cidadãos, eleitores, em relação à classe política. Cursino defende que alguns fatores históricos fazem com que os brasileiros não se vejam como cidadãos responsáveis pelo governo do país, colocando-se em uma posição passiva na maior parte do tempo.
“As fundações da sociedade são de cima para baixo. A sociedade carece de bases comunitárias que tenham servido de alicerce para a formação de instituições políticas. As instituições políticas vêm sempre de cima para baixo e existe uma vida comunitária desconectada das instituições políticas”, explica Cursino, o que faz com que os cidadãos que se tornam conscientes de seus direitos estejam, nessa estrutura, “sociologicamente isolados”.
Os níveis de associativismo da população brasileira em sindicatos, partidos políticos, conselhos de saúde e orçamento participativo, associações de moradores e de pais e mestres ficam em torno de 2%. Para o sociólogo, essas relações representam democracia de baixo para cima e, na medida em que se tornam densas o suficiente, têm força para influenciar no jogo democrático, ampliando a participação do povo nas decisões. “Isso falta brutalmente na nossa sociedade”.
Apesar dessa relativa passividade, Moisés avalia que uma série de exemplos nas décadas recentes mostram que, quando se abre a estrutura de oportunidades para a participação das pessoas, elas tendem a utilizá-la, e cita as mobilizações de trabalhadores na região do ABC paulista, no final da década de 1970, as Diretas Já!, na década de 1980, o impeachment presidencial, na década de 1990, e as manifestações do ano passado.
“Nenhum governo abriu grandes mecanismos de participação para a população. Todos os presidentes eleitos de 1988 para cá, sem exceção, mencionaram a reforma política no discurso de posse e nenhum a fez”, critica o cientista político, destacando que há poucas iniciativas de baixo para cima, como as leis da Ficha Limpa e da Improbidade Administrativa, ambas de iniciativa popular, e nenhuma de cima para baixo.
O historiador Rodrigo Patto Sá Motta, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pontua que é preciso haver movimentos convergentes, com mudança de comportamento das lideranças políticas e maior participação dos cidadãos. “Se os eleitores punissem mais os políticos que se comportam mal, não votando neles, os políticos se sentiriam pressionados. Mas os políticos também não precisam esperar isso e poderiam cuidar de punir seus colegas parlamentares que, por exemplo, usem mal os recurso públicos.”
Apesar de todas as críticas, as manifestações recentes, na maior parte formada por jovens que não viveram o regime militar no Brasil, não questionam a importância do regime democrático. Ao contrário, pedem “mais democracia”. Segundo Moisés, apesar de não estarem perto do desejado, os indicadores sociais melhoraram muito desde o fim da ditadura.
Ele destaca ainda que as eleições não bastam para a existência da democracia e que as manifestações populares devem pautar a campanha deste ano. “Vai ser inevitável, a meu juízo, que na campanha eleitoral deste ano esses temas apareçam no debate público. Os candidatos vão ser forçados a falar sobre isso. Serão tanto mais forçados quanto mais a mídia, o jornalismo crítico, a comunicação por meio das redes sociais, cobrarem dos candidatos que se manifestem sobre o que querem fazer e como.”
Fonte: Agência Brasil
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Mulher corta vendedor com navalha após tentar roubar roupa em loja

Na tarde desta segunda-feira (31), uma mulher entrou em uma loja na rua João Pessoa, pegou algumas peças de roupa, colocou numa sacola e teria tentado sair da loja, quando um funcionário a abordou dizendo que ela deveria pagar pelo material. Neste momento ela pegou a bolsa e sacou uma navalha, atacando o vendedor com vários cortes e depois cortou a própria testa e mão.
A suspeita foi levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde foram feitos curativos e voltou para a delegacia, onde aguarda atendimento por uma Assistente Social para averiguar possíveis problemas mentais. O caso foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde é investigado.
Com informações de Larissa Jasbick
Fonte: Folha da Manhã

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