sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Transexual que já fez cirurgia se arrepende e quer voltar a ser homem

"Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma cirurgia irá me dar um corpo feminino de verdade. Sinto que estou vivendo uma mentira", disse arrependida
“Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma cirurgia irá me dar um corpo feminino de verdade. Sinto que estou vivendo uma mentira”, disse arrependida
 
Um transexual que fez uma operação de mudança de sexo para se tornar uma mulher, decidiu que fará outra operação para voltar a ser um homem. Isso porque concluiu que “ser mulher, é desgastante”. As informações são do ‘Daily Mail’ e reproduzidas em matéria pelo site ‘Terra’.
Segundo a publicação, Chelsea Attonley, 30 anos, nasceu menino e sempre gostou de se vestir como uma menina. Ela vive no condado de Derbyshire, na Inglaterra. Em 2008, o jovem Mateus mudou o nome para Chelsea e fez uma cirurgia de mudança de sexo que custou cerca de R$ 39 mil. No entanto, mudou de ideia e quer voltar a ser homem.
“Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma cirurgia irá me dar um corpo feminino de verdade. Sinto que estou vivendo uma mentira”, afirmou. De acordo com ela, mesmo depois da cirurgia, ninguém a vê como uma mulher e isso a incomoda.
Além disso, Chelsea diz estar cansada de passar maquiagem e colocar saltos altos para tentar ser aceita pela sociedade. Segundo ela, isso a deixa “esgotada”. A nova cirurgia de mudança de sexo deve custar cerca de R$ 55 mil.
 
Fonte: Terra

Presidente da Venezuela é denunciado na Justiça por mortes

Opositor afirma que as mortes no protesto de 12 de fevereiro foram feitas por agentes subordinados ao presidente Nicolás Maduro
Opositor afirma que as mortes no protesto de 12 de fevereiro foram feitas por agentes subordinados ao presidente Nicolás Maduro
 
O político opositor Leopoldo López, atualmente preso e processado pelos incidentes violentos ocorridos durantes os protestos de 12 de fevereiro na Venezuela, encaminhou nesta terça-feira ao Ministério Público uma denúncia contra o presidente do país, Nicolás Maduro, e o ministro do Interior, Miguel Rodríguez, por duas mortes ocorridas naquele dia. López considera que as provas da investigação da Promotoria demonstram que o verdadeiro responsável pelas mortes de Bassil Dacosta e Juan Montoya é o presidente da República, informou seu advogado de López, Juan Carlos Gutiérrez.
A denúncia também incluiu o então diretor do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), Manuel Gregorio Bernal Martínez. Bassil Dacosta estava entre um grupo de pessoas que se separaram de uma marcha pacífica realizada em Caracas no dia 12 de fevereiro por oposicionistas e universitários, e morreu após ser atingido por um tiro na cabeça. Neste dia também morreu Juan Montoya, membro de um coletivo chavista, ao ser baleado em Caracas. Os incidentes de 12 de fevereiro incluíram o ataque à sede da Procuradoria-Geral e a queima de carros da polícia em Caracas.
Dias depois o Ministério Público informou sobre a detenção de cinco funcionários do Sebin por provável vinculação com a morte de Montoya. Maduro, em 21 de fevereiro, confirmou a prisão dos funcionários e advertiu então para a presença de “possíveis infiltrados”, lembrando que neste dia membros do Sebin descumpriram a ordem direta para que se mantivessem nos quartéis. Em abril, o Ministério Público acusou formalmente oito membros das forças de segurança pela morte de Dacosta. O Ministério Público também acusou Hermeregildo Barreira Niño, membro de um grupo chavista, por responsabilidade no assassinato de Juan Montoya.
O advogado de Leopoldo López afirmou que “há muitas evidências” de que tanto Maduro como Rodríguez Torres “tinham conhecimento e que de alguma maneira os detidos são pessoas subordinadas a eles”. López é acusado pelos crimes de instigação pública, formação de quadrilha, danos à propriedade e incêndio durante os episódios de violência que ocorreram ao fim de uma marcha em 12 de fevereiro, em uma jornada que terminou com três mortos e dezenas de feridos e detidos. Neste dia se iniciou uma onda de protestos no país que se estendeu por quatro meses e que deixou um balanço oficial de 43 mortos e centenas de feridos. O político é líder do partido oposicionista Vontade Popular e está preso desde 18 de fevereiro, após se entregar voluntariamente à Justiça. Somadas, as penas pelos crimes aos quais López responde podem resultar em mais de treze anos atrás das grades. Ele e seus apoiadores dizem que sua prisão é fruto de uma perseguição política do governo Maduro.
 
Fonte: Veja

Dilma afirma que demitiu ex-diretor da Petrobras, mas ata desmente

Documentos desmentem versão da presidente de que foi ela quem exonerou Paulo Roberto Costa
Documentos desmentem versão da presidente de que foi ela quem exonerou Paulo Roberto Costa
 
Documento oficial da Petrobras põe em xeque o discurso adotado pela presidente Dilma Rousseff, nos últimos dias, sobre as circunstâncias em que o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa deixou o cargo. Ao declarar que combate os malfeitos, Dilma sustenta que demitiu Costa em 2012. Ata da reunião que escolheu o sucessor de Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento traz, no entanto, uma versão diferente. No documento, os representantes do governo no Conselho de Administração da Petrobras não só registram que foi o diretor quem renunciou ao cargo como ainda fazem questão de elogiar a atuação de Costa na cúpula da estatal.
A ata resume a reunião do Conselho de Administração do dia 2 de maio de 2012, presidida pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Registrado na Junta Comercial do Rio no dia 16 do mesmo mês e publicado no Diário Oficial do estado no dia 28, o documento diz que todo o conselho concordou em registrar em ata elogios ao desempenho do mesmo diretor que, agora, a presidente diz ter demitido.
“O presidente do Conselho de Administração, Guido Mantega, em face da renúncia do diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, submeteu o nome do senhor José Carlos Cosenza, indicado pela presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, para substituí-lo”, informa a ata. Aprovado o novo nome para a direção da Petrobras, a ata registra: “Outrossim, determinou o registro dos agradecimentos do colegiado ao diretor que deixa o cargo, pelos relevantes serviços prestados à companhia no desempenho de suas funções”.
Detalhes da corrupção
Preso na Operação Lava-Jato, Paulo Roberto Costa fechou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, homologado pela Justiça. No acordo, Costa se comprometeu a revelar detalhes sobre esquema de corrupção na Petrobras. Ele já prestou cerca de cem depoimentos. Não só apontou o envolvimento de empreiteiras como indicou partidos e políticos que eram beneficiados pelo pagamento de propina a partir de contratos com a Petrobras.
Num dos depoimentos, como revelou ‘O Globo’, o ex-diretor contou que recebeu US$ 23 milhões, em contas na Suíça, de apenas uma empreiteira. O dinheiro era de propinas que ele recebeu sem que o doleiro Alberto Youssef, outro acusado no esquema de corrupção, ficasse sabendo.
No último domingo, durante o debate na TV Record, para rebater os ataques de Aécio Neves (PSDB) em um pedido de resposta, Dilma declarou que demitira Costa e que, em seu governo, a Polícia Federal fez as investigações que culminaram na prisão dos envolvidos na Operação Lava-Jato. Os adversários não chegaram a questionar a presidente Dilma sobre o fato de que não cabe ao presidente da República nomear ou demitir diretores da Petrobras.
“Na verdade, uma coisa tem que ficar bem clara! Quem demitiu o Paulo Roberto fui eu. E a Polícia Federal, do meu governo, foi quem investigou todos esses malfeitos, esses crimes e ilícitos. Eu sou a única candidata que apresentou propostas concretas de combate à corrupção, principalmente contra a impunidade, como, por exemplo, tornar o crime de caixa dois crime eleitoral”, disse Dilma, durante o debate, sem fazer menção aos agradecimentos que o Conselho de Administração fez a Costa.
Participaram da reunião do Conselho de Administração, além de Mantega, os conselheiros Francisco Roberto de Albuquerque, Jorge Gerdau Johannpeter, Sergio Franklin Quintella, Silvio Sinedino Pinheiro, Josué Christiano Gomes da Silva — candidato ao Senado em Minas Gerais pelo PMDB —, a presidente Graça Foster, e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
 
Campanha reafirma que decisão foi de Dilma
Nos últimos dias, a presidente Dilma tem atacado a candidata do PSB, Marina Silva, taxando-a de “mentirosa” por ter declarado que votou a favor da aprovação da CPMF. Mostrando checagem feita pelo ‘Globo’ e que desmentem Marina, Dilma tem colado na adversária a pecha de mentirosa. “É muito importante que as pessoas assumam o que fazem. Errar é humano, mas mentir é desvio de caráter”, atacou Dilma anteontem.
Procurada, a coordenação da campanha de Dilma informou que a decisão de demitir Paulo Roberto Costa da direção da Petrobras foi da presidenta da República, e essa decisão foi comunicada ao diretor pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. A assessoria enviou ao ‘Globo’ trecho do depoimento de Paulo Roberto Costa à CPI da Petrobras no Senado.
Segundo a campanha, o depoimento do ex-diretor confirmaria o que Dilma declarou sobre a demissão. Disse Costa na CPI: “O ministro me falou (…) “Nós resolvemos que precisamos ter uma nova pessoa na Diretoria de Abastecimento.” Eu falei: “Ministro, sem problema. Não há nenhum problema. Eu entendo isso.” E o ministro falou (…): “Eu gostaria que você fizesse uma carta de demissão.” Eu disse: “Nenhum problema, eu faço”.
 
Fonte: O Globo

Ex-diretor da Petrobras diz ter recebido US$ 23 mi da Odebrecht

Segundo reportagem da 'Folha de S. Paulo', Paulo Roberto Costa afirmou que a empreiteira depositou dinheiro encontrado em contas na Suíça. Empresa nega
Segundo reportagem da ‘Folha de S. Paulo’, Paulo Roberto Costa afirmou que a empreiteira depositou dinheiro encontrado em contas na Suíça. Empresa nega
 
Em depoimento prestado no acordo de delação premiada que selou com a Justiça, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que os 23 milhões de dólares descobertos em contas dele na Suíça foram depositados pela empreiteira Odebrecht. As informações são do jornal ‘Folha de S. Paulo’, que informa ter obtido o dado com quatro pessoas envolvidas nas investigações da Operação Lava Jato da Polícia Federal.
O dinheiro foi depositado nas contas de Costa entre 2010 e 2011 – período em que ele era responsável pelas obras na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Os contratos da refinaria Abreu e Lima são alvo da Justiça no âmbito da Lava Jato, que investiga as ligações entre o grupo liderado pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da Petrobrás e empreiteiras que prestam serviços para a estatal. A principal acusação é de que houve desvio de dinheiro da estatal por meio de contratos de consultoria com empresas de fachada. A licitação para as obras de Abreu e Lima foi vencida pelo Consórcio Nacional Camargo Corrêa (CNCC). Já o consórcio formado pela Odebrecht e a OAS venceu o terceiro maior contrato de obras da refinaria. O projeto da refinaria, no município de Ipojuca, foi orçado inicialmente em 2,5 bilhões de reais. Mas, atualmente, apresenta orçamento de 20 bilhões de reais — o que a torna uma das refinarias mais caras do mundo.
O Tribunal de Contas da União (TCU) afirma que a Petrobras fez um pagamento indevido de 242,8 milhões de reais para empreiteiras responsáveis por executar quatro contratos da refinaria. A informação consta do relatório apresentado pelo ministro-relator José Jorge, que destacou a Abreu e Lima como um “caso péssimo” na história da estatal. Além do valor já pago, ainda existe um saldo de 124,9 milhões de reais devido às empreiteiras e que, segundo o TCU, se refere a um reajuste de preços feito em “condições inadequadas”. Com isso, a soma apontada como superfaturamento é de 367 milhões de reais.
A OAS é apontada pelo Ministério Público como responsável pelo depósito de 4,8 milhões de dólares na conta de Youssef, por meio de uma subsidiária na África. Ouvida pelo jornal, a Odebrecht nega ter feito qualquer pagamento a Costa. Em nota, a empresa lamentou a “divulgação de notícia totalmente leviana”.
Com a delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal, Costa foi transferido na tarde de quarta-feira para sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde cumprirá prisão domiciliar. O ex-diretor da Petrobras foi preso pela Polícia Federal no dia 20 de março. Ficou detido até 19 de maio, quando foi solto por liminar do Supremo Tribunal Federal. Mas voltou a ser encarcerado em 11 de junho, porque a polícia descobriu que ele tinha 23 milhões de dólares escondidos em bancos suíços. Com a libertação nesta quarta-feira, Costa aguardará julgamento em casa e será permanentemente monitorado por policiais federais – ele já está usando uma tornozeleira eletrônica para o monitoramento.
 
Fonte: Veja

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

TSE divulga regras para uso de celulares e tablets durante a votação

O eleitor brasileiro deve ficar atento às regras da Justiça Eleitoral para o uso de equipamentos eletrônicos, como celulares, smartphones e tablets, no dia do pleito. Segundo a assessoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto estiver votando, o eleitor deve deixar o aparelho em um móvel, próximo aos colaboradores responsáveis pela seção eleitoral.
“Os mesários e o presidente de mesa estão orientados a determinar que o eleitor deixe os equipamentos eletrônicos que portar com o mesário”, informou a assessoria do TSE à Agência Brasil.
A legislação eleitoral proíbe o eleitor de “portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação, ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto”.
Ainda segundo a Justiça Eleitoral, o sigilo do voto também abrange ambientes virtuais e redes sociais, ou seja, é proibido publicar imagens ou fotos do voto e quem fizer isso pode sofrer sanções. Segundo o TSE, não haverá revista de eleitores, mas as pessoas que desrespeitarem a legislação estão sujeitas a até dois anos de detenção.
Para o pesquisador de ciência e tecnologia do departamento de sociologia da Universidade de Brasília (UnB) Marcello Barra, apesar do intenso ativismo de eleitores nas redes sociais, quem busca burlar a legislação presta um desserviço à nação. “A conquista do voto secreto é uma garantia da democracia. Qualquer meio que burle esse direito é um atentado à democracia”, resumiu.
Segundo ele, o caráter sigiloso impede que as pessoas fiquem vulneráveis ao assédio para mudança de voto. “A pessoa acha que está ajudando a militância, que está motivando outros a votar, mas, na verdade, ela está prejudicando o voto. O sigilo é uma garantia aos mais fracos”, completou.
Barra lembra que a popularização dos smartphones trouxe um incremento no número de pessoas que passaram a interagir na discussão política. Segundo o especialista, o uso da internet tem modificado a forma como as pessoas entendem e participam da vida política do país. “Eu venho acompanhando esse processo há muitos anos. Esses instrumentos estão se tornando cada vez mais importantes para a democracia. Cada um coloca a sua opinião de maneira direta, é cada vez mais democrático”, ponderou.
Segundo o TSE, caso os mesários flagrem algum eleitor fotografando o voto, a orientação é que o episódio seja registrado em ata, identificando o eleitor. Caberá ao juiz eleitoral comunicar o fato ao Ministério Público Eleitoral para instauração de inquérito.

Fonte: O DIA

Coca-Cola multada por objeto estranho em garrafa

Consumidor achou palito embalado em plástico imerso no refrigerante. Punição foi aplicada pelo Ministério Público de Minas Gerais

Campos: Metade dos ônibus circulam no 3º dia de greve

Patrícia Barreto
Foto: Héllen Souza

Mesmo com a decisão judicial expedida pelo Tribunal de Justiça do Trabalho garantindo que 60% da frota deve estar circulando durante a greve geral dos motoristas e cobradores de ônibus de Campos, de acordo com o Sindicato das Empresas de Transportes de Campos (Setranspas), pouco mais de 50% da frota está rodando. Já o Sindicato de Transporte de Passageiros de Campos confirmou ter sido notificado da decisão judicial, mas garante que a greve será mantida. “A liminar não especificou, e entendemos que devem ser mantidos 60% dos funcionários, e não da frota. Estamos fazendo tudo dentro da lei, 40% está circulando. E estou negociando com os trabalhadores para que no dia 5 de outubro todos os coletivos estejam nas ruas”, afirmou Roberto Virgílio, presidente do Sindicato da categoria. Ele informou ainda que, nesta terça-feira (30), a entidade ingressou com um embargo pedindo a redução da frota que para 30%, como previsto legalmente. A medida judicial ainda define que 100% dos ônibus estejam ativos no próximo domingo (5), quando acontecem as eleições, sob pena de multa diária de R$ 20mil, caso a medida seja descumprida. Nesta segunda-feira (29), o município obteve sucesso na decisão proferida pela Juíza Fernanda Stipp, da 4º Vara do Trabalho, que garantiu a circulação de 40% da frota de ônibus enquanto durar o movimento.
Segundo os rodoviários, duas rodadas de negociações foram feitas com os empresários, sem nenhum acordo. O Sindicato informa que a greve se justifica “em função da intransigência patronal”. A greve dos rodoviários segue por tempo indeterminado, segundo Virgílio. Entre as principais reivindicações da categoria estão ajuste salarial de 17%, plano de saúde, cesta básica, uniforme gratuito. Os trabalhadores também solicitam o fim das cobranças das punições geradas por batidas e multas administrativas. Somente os motoristas das empresas Brasil e Campos Tur não aderiram à greve porque já houve um reajuste concedido para os profissionais das duas empresas.
De acordo com a assessoria do Setranspas, a liminar determina que 60% da frota circulem durante o movimento. “Na manhã desta quarta-feira (1º), pouco mais de 50% da frota estava circulando. Estamos aguardando a decisão da justiça”, garantiu o presidente do Sindicato, José Maria Matias. No primeiro dia útil da greve, nesta segunda-feira, o Setranspas entrou com ação no Tribunal de Justiça do Trabalho pedindo pela ilegalidade do movimento e, embora o órgão ainda não tenha julgado, concedeu liminar determinando que a frota circule com 60%.

Licitação
No dia que começou mais uma greve dos rodoviários em Campos, o resultado da licitação para o novo modelo de transporte coletivo finalmente foi divulgado na sede da Prefeitura. Nesta segunda-feira (29), foi divulgado, pela Comissão (CPL), que o consórcio Planície, composto por Viação São João e Jacarandá, apresentou a proposta de tarifa de R$ 2,70 e vai operar as linhas municipais do lote 1, e o consórcio União, formado pelas empresas Cordeiro, São Salvador, Turisguá e Siqueira, propôs a tarifa de R$ 2,75 e venceu a licitação para o lote 2. Já o lote 3 será operado pela empresa Rogil, única concorrente. O consórcio Bandeirantes foi desclassificado por não atender às exigências do edital. Todas as empresas que participaram da licitação em maio já atuam no transporte do município.
O presidente da CPL, José Carlos Ferreira Monteiro, afirmou que os processos adiante não serão demorados e que ainda este ano a população de Campos vai ser beneficiada com o novo modelo de transporte. Ele ainda acrescentou que a população cadastrada no Programa Campos Cidadão continuará a pagar R$ 1,00 pela passagem.

Fonte: Folha da Manhã