segunda-feira, 28 de abril de 2014

Bebê de um ano morre após cair em piscina

Final de semana marcado por uma fatalidade, em Grussaí, litoral de São da Barra. Lavinya Rodrigues Mota, de apenas 1 ano de idade caiu no início da tarde de ontem em uma piscina de uma casa, localizada no Loteamento Balneário Chris, e teria se afogado.
De acordo com informações passadas pelos bombeiros, a mãe chegou a levá-la com vida para ser atendida pela Equipe de Resgate da Prefeitura, que a encaminhou ao Centro de Emergência, onde não resistiu e morreu. O caso foi registrado na 145ª Delegacia de Polícia.
Fonte: Folha da Manhã

Tornados nos Estados Unidos causam 12 mortes

Fortes tornados, nos estados de Arkansas e Oklahoma, nos Estados Unidos, provocaram a morte, neste domingo (27), de pelo menos dez pessoas, segundo informações de equipes de emergência. O Departamento de Gestão de Emergência de Arkansas relatou oito mortes relacionadas com a tempestade, enquanto o serviço homólogo de Oklahoma informou que havia pelo menos duas vítimas do tornado no estado.

O tornado atingiu a cidade de Quapaw e foi desencadeado por uma grande tempestade que se deslocava do Centro-Oeste para o Sul. "Muitas casas e edifícios ficaram danificados e alguns destruídos", disse Keli Caim, da Agência de Gestão de Emergências de Oklahoma.

O Serviço Nacional de Meteorologia alertou para a ameaça de mau tempo e destacou um "alto risco de tempestades severas e tornados na região de Arkansas.


Fonte: Agência Brasil

Torcida joga banana para Daniel Alves, que come e cruza para gol do Barcelona

VILLARREAL - O brasileiro Daniel Alves voltou a ser vítima de racismo na Europa. Na partida entre Villarreal e Barcelona, neste domingo, pelo Campeonato Espanhol, a torcida do time da casa jogou uma banana em direção ao lateral-direito da seleção brasileira quando ele se preparava para cobrar um escanteio. A cena não é inédita no futebol. Provocações desse tipo têm se alastrado no esporte. 
Mas desta vez, a intenção do torcedor espanhol racista não deu certo. Irreverente, Daniel Alves não se intimidou com a agressão, pegou a fruta no chão dois passos à sua frente e decidiu comê-la, tirando de letra a ofensa e dando exemplo. Na sequência da jogada, o brasileiro bateu dois escanteios seguidos como se nada tivesse acontecido. No segundo deles, já com a banana digerida, saiu o segundo gol do Barcelona.
Um dos atletas que mais sofrem com racismo no futebol europeu, Daniel Alves deu mostra de que é superior a esse tipo de discriminação racial e ajudou sua equipe a vencer o Villarreal por 3 a 2, com duas assistências para gols. O resultado deixa o Barcelona ainda na disputa pelo título Espanhol, agora com 84 pontos, na segunda colocação. O líder Atlético de Madrid está com 88.
Após o jogo, Daniel Alves continuou mostrando-se acima de qualquer provocação racista. "Estou na Espanha há 11 anos e há 11 anos é dessa maneira. Temos de rir dessa gente atrasada", disparou o brasileiro, prestes a ter seu nome confirmado para disputar a Copa do Mundo com a seleção brasileira. 
Fonte: Estadão

sábado, 26 de abril de 2014

Justiça do Rio define se acusados de matar cinegrafista vão a júri popular

Juiz negou pedido para revogar prisão preventiva dos réus e foi vaiado.
Um dos advogados de Fábio e Caio disse ao G1 que deixará o caso.

A 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio começou a ouvir, na tarde desta sexta-feira (25), as primeiras testemunhas do caso envolvendo a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade durante protesto, em fevereiro deste ano. Os acusados de provocar a morte são Caio Silva de Souza e Fábio Raposo. Ao todo, 17 testemunhas devem ser ouvidas.
A audiência terminou por volta das 17h30 e quatro testemunhas de acusação foram ouvidas.  Um deles ouvidos foi o delegado da 17ª DP (São Cristóvão), Maurício Luciano, que esteve à frente da investigação. Ele citou o fato de os réus terem se apresentado voluntariamente. Por considerar que Caio e Fábio colaboraram com as investigações, a defesa pediu a revogação da prisão preventiva, o que foi negado pelo juiz Murilo Kieling ao som de vaias das cerca de 50 pessoas na plateia.
O delegado adjunto Fábio Pacífico também testemunhou, seguido de Carlos Henrique da Silva, que trabalhava com Caio em um hospital. Carlos Henrique reforçou o que já havia dito à polícia na época, que no dia da manifestação, 6 de fevereiro, o réu ligou para ele e disse ter feito uma besteira, dizendo que poderia ter matado alguém.
Cinegrafista é atingido por rojão no Rio (Foto: Editoria de Arte/G1)
O último a depor foi o policial do Batalhão de Choque Luis Alexandre de Oliveira Maritos, que estava na frente de Santiago quando o cinegrafista foi atingido. Ele falou sobre a dinâmica dos protestos. Segundo ele, a violência costuma começar pelos manifestantes. A afirmação provocou mais vaias da plateia.
Protestos
Camisas com dizeres contra a Copa e o ex-governador Sérgio Cabral eram vistas entre os presentes no tribunal, a maioria amigos e familiares dos acusados, que não quiseram falar com a imprensa. Em dois momentos, o juíz precisou pedir silêncio depois de os depoimentos do delegado Maurício e do policial serem ironizados. "Havendo persistência (de barulho), vou mandar sair", disse o magistrado.
No total, são 8 de acusação e 9 de defesa, o que pode levar a outras duas audiências. Na última delas, a dupla será interrogada e, por fim, o Ministério Público, que ofereceu a denúncia, e os advogados de defesa farão suas alegações finais. Ao final, o juiz Murilo Kieling, definirá se a dupla irá a júri popular por homicídio doloso triplamente qualificado.
Advogado deixará caso
O advogado Jonas Tadeu informou ao G1 logo após a audiência que vai deixar o caso por discordar da linha de defesa do outro advogado, Wallace Martins. Jonas Tadeu disse que pretendia incluir no processo as pessoas que supostamente "instrumentalizavam" os jovens nas manifestações, dando dinheiro, equipamentos e transporte. Segundo ele, Wallace conseguiu convencer os réus de que essa não seria uma boa estratégia e, por isso, resolveu deixar o caso.
Procurado pela equipe de reportagem, Wallace disse que não tinha sido informado oficialmente, e que soube pela mãe de um dos réus que Jonas Tadeu tinha a intenção de deixar o caso. De acordo com eles, havia algumas diferenças técnicas entre os advogados.
Prisão
A Justiça aceitou em 20 de fevereiro a denúncia do Ministério Público contra os dois acusados. Raposo e Caio também tiveram a prisão temporária convertida em preventiva. Se condenados, eles podem receber pena de até 30 anos de prisão cada um.
A promotora Vera Regina de Almeida, titular da 8ª Promotoria de Investigação Penal, responsável por avaliar o inquérito de 175 páginas, assinou a denúncia aceita pelo TJ. No texto, a promotora afirma que Caio e Fábio atuaram em conjunto, com "divisão de tarefas".
"Na execução do crime, os denunciados agiram detendo o domínio funcional do fato, mantendo entre eles uma divisão de tarefas, com Fábio entregando para Caio o rojão com a finalidade, previamente por ambos acordada, de direcioná-lo ao local onde estava a multidão e os policiais militares e, assim, causar um grande tumulto no local, não se importando se, em decorrência dessa ação, pessoas pudessem vir a se ferir gravemente, ou mesmo morrer, como efetivamente ocorreu", diz o texto.
Risco de matar
Em outro trecho, a promotora Vera Regina de Almeida sustenta que, ao acender o rojão, a dupla assumiu o risco de matar.
"Agindo assim, os denunciados, de forma consciente e voluntária, em comunhão de ações e desígnios, expuseram a perigo a vida e a integridade física das pessoas que se encontravam no local, bem como o patrimônio público, mediante a colocação de artefato explosivo. Da mesma forma, assumiram o risco de causarem a morte de outrem, não se importando com quem estivesse próximo ao local onde o rojão foi acionado, causando, assim, a morte de Santiago Ilidio Andrade, que foi atingido na parte de trás da cabeça", diz o texto.

Fábio foi preso em 9 de fevereiro na casa dos pais, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, e Caio foi detido no dia 12, em uma pousada em Feira de Santana, na Bahia. Eles estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste.
No dia seguinte, 13 de fevereiro, o delegado ouviu os últimos depoimentos do caso. Segundo ele, um colega de Caio do Hospital Rocha Faria, onde o suspeito trabalhava como auxiliar serviços gerais, contou na delegacia que no dia 6, durante o protesto em que o crime ocorreu, Caio telefonou por volta das 19h30, ofegante, dizendo que tinha feito besteira e matado um homem.
No dia 14, o delegado entregou ao MP o inquérito sobre a morte do cinegrafista.
Fonte: G1

Secretário paulista culpa falhas da legislação por aumento dos roubos no estado

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, disse hoje (25) que “o aumento de roubos é um fenômeno nacional” relacionado à impunidade gerada pela legislação. Ele defendeu um esforço do país para enfrentar a questão, ao comentar o crescimento, em março passado, de 31,18% nesse tipo de crime – quando há violência ou grave ameaça à vítima – no estado, passando de 20.455 casos no mesmo mês de 2013 para 26.832 registrados agora.
De acordo com o secretário, o combate ao roubo é um problema que depende de atuação em quatro áreas: integração, inteligência, investigação e impunidade. “Nós estamos atuando na inteligência, na integração e na investigação, mas é preciso também que haja um esforço do país no que se refere à questão da impunidade”, afirmou.
Grella coloca em questão a efetividade da legislação penal: “É preciso discutir aspectos da Lei de Execução Penal e do próprio Código Penal. Hoje, há muita gente presa que não deveria estar e muitos que progridem, ganham a liberdade e não deveriam ter esse benefício”, acrescentou o secretário.
Secretário de Segurança Pública Fernando Grella
Para Fernando Grella, "há muita gente presa que não deveria e muitos que progridem, ganham a liberdade, e não deveriam ter esse benefício”Marcelo Camargo/ABr
Só na capital paulista, o número de casos de roubo teve uma alta de 44,77% em comparação ao ano passado, passando de 9.732 casos para 14.809 em março deste ano. O balanço foi divulgado na tarde de hoje pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.
O secretário admitiu que o crescimento dos roubos no estado preocupam. “Nossa principal preocupação é o crime contra o patrimônio. Apesar de termos tido reduções de 33% no caso de roubos a bancos, de 6,5% no caso de furtos e de 1,3% em roubos de cargas, os roubos em geral tiveram aumento”, disse ele.
Também houve aumento de 5,9% no número de latrocínios [roubos seguidos de morte] em todo o estado, que passaram de 34 casos em março de 2013 para 36 este ano. Na capital, no entanto, os latrocínios tiveram queda de 10%, passando de nove para dez casos na mesma comparação.
Segundo Grella, parte do aumento dos casos de roubos se deve ao aumento na criminalidade, mas ele acrescentou que parte desse aumento também se dá porque houve aumento no número de notificações ou denúncias de crimes pela população.
Durante a entrevista, Grella disse que, a partir do próximo mês, a secretaria vai começar a divulgar mais detalhes sobre os roubos e latrocínios no estado. “Não temos medo da transparência. A partir do mês que vem, serão publicados dados mais detalhados sobre roubos e homicídios. Será possível saber, por exemplo, quais são os tipos de roubos mais frequentes e os perfis de homicídios”, falou ele.
Quanto aos homicídios, no entanto, houve queda tanto na capital quanto no estado, onde a redução alcançou 0,75% em março, com 398 casos. Na capital, a redução foi 12%, com 103 casos em março.
“Esses indicadores indicam tendência de queda de homicídios dolosos. Com esses resultados, nossa taxa de homicídios no estado está em 10,32 homicídios por 100 mil habitantes e, na capital, de 10,08 a cada 100 mil habitantes, o que nos posiciona muito próximos da taxa preconizada pela Organização Mundial da Saúde, que é dez mortes por grupo de 100 mil habitantes”, disse o secretário.
Também houve redução nos casos de furtos, que caíram 6,45% no estado, passando de 46.510 em março do ano passado para 43.509 casos este ano. Segundo a secretaria, este foi o menor número de furtos em um mês de março desde 2010, quando ocorreram 42.497 furtos. Já na capital, a queda chegou a 10,3%, com o registro de 15.464 casos em março.

Fonte: Agência Brasil

Apostador campista acerta as 15 dezenas e leva R$ 743 mil


Renato Wanderley
Foto: Silésio Corrêa
O dia de São Jorge trouxe sorte a um apostador de Campos, que acertou as 15 dezenas sorteadas no concurso 1.046 da Lotofácil, que também premiou um apostador de Goiânia (GO). Com isso, o campista vai levar uma bolada de R$ 743.572,13. Com relação ao prêmio oferecido pela Caixa, ele era de R$ 1,5 milhão. O sorteio foi realizado em Varginha (MG), cidade que ficou famosa pelos ETs, na noite da última quarta-feira. Vale lembrar que no sábado passado, a Caixa sorteou a Lotofácil da Páscoa, que premiou duas apostas com R$ 20 milhões cada.
Como a Caixa Econômica garante o sigilo, a identidade do ganhador vai ficar em segredo. Mas, no Calçadão, os comentários eram que o apostador já teria comparecido à agência central da Caixa para receber o prêmio. O aposentado Dilson Mendes comentava que sempre aposta quando o prêmio é alto, mas que nunca ganhou. “É uma grana considerável, dá para viver com certa tranquilidade. Espero que o ganhador não faça bobagem e não gaste todo o prêmio em porcarias. Dá para comprar um bom apartamento ou uma casa, e ainda fazer uma poupança”, orientou o aposentado de 68 anos.
De acordo com o dono de uma lotérica, não a primeira vez que uma aposta é premiada em Campos. Segundo ele, a sorte já passou por perto várias vezes, mas nunca um prêmio alto saiu para o município. Ele lembrou que um apostador de São João da Barra ganhou mais de R$ 5 milhões num sorteio da Mega Sena. “Não é sempre, mas de vez em quando uma aposta é premiada em Campos. Os prêmios variam de R$ 50 mil a R$ 1 milhão”, Dá para quebrar um galho, se for bem administrado”, contou o dono da lotérica, que preferiu não se identificar.


A Lotofácil também premia outras faixas: com 14 acertos foram 468 ganhadores, que levarão R$ 1.367,77 cada; com 13 acertos foram 20.230 acertadores, que levarão um prêmio de R$ 12,50 cada; com 12 acertos foram 249.230 ganhadores levando R$ 5; e com 11 acertos foram 1.360.628 levado R$ 2,50.
Fonte: Folha da Manhã

Proprietário de supermercado é assassinado em Três Vendas

O proprietário de um supermercado na localidade de Três Vendas foi assassinado a tiros dentro do próprio estabelecimento, no início da noite desta sexta-feira (25). A vítima foi identificada como Walter Carvalho, de aproximadamente 40 anos, o Waltinho. Ele era morador do Recanto das Palmeiras, no Parque Rodoviário, mas tinha familiares na localidade onde há anos era comerciante.
De acordo com o cunhado da vítima, Roberto Virgílio, presidente do Sindicato dos Rodoviários, Walter era uma pessoa tranquila e religiosa. "A gente acredita que ele tenha sido vítima de latrocínio, pois era calmo e não tinha inimigos. Foi uma grande perda", lamenta Virgílio.

Fonte: Folha da Manhã