terça-feira, 24 de junho de 2014

Mensalão: agora cabe a Barroso manter império da lei com saída de Barbosa

Alvo de intimidações, Joaquim Barbosa não é mais o relator do processo, tarefa que agora cabe ao ministro Luís Roberto Barroso
Alvo de intimidações, Joaquim Barbosa não é mais o relator do processo, tarefa que agora cabe ao ministro Luís Roberto Barroso
 
Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento que levou para a cadeia os mensaleiros, o presidente da corte e relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, tornou-se alvo de uma perseguição implacável. Orquestrada pelos seguidores dos condenados no maior escândalo de corrupção da história, a ação começou com insultos variados da militância petista escondida atrás de perfis apócrifos na internet.
Com o tempo, as grosserias virtuais evoluíram para ataques racistas, desacatos públicos e até ameaças de morte contra o magistrado. As agressões tinham o objetivo cristalino de deslegitimar as decisões do ministro responsável pela execução das penas e pressioná-lo a conceder aos condenados o benefício de trabalhar fora da prisão.
Depois de ser afrontado publicamente pelo advogado Luiz Fernando Pacheco, Joaquim Barbosa renunciou à relatoria do caso – uma decisão, segundo ele, tomada porque as partes “deixaram de se valer de argumentos jurídicos destinados a produzir efeitos nos autos e passaram a atuar politicamente na esfera pública através de manifestos e até mesmo partindo para os insultos pessoais”. Uma advertência de que algo não vai bem na instituição.
 
Fonte: Veja

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Presidente da Alerj fica ferido em tentativa de invasão



 Bandidos tentaram invadir o sítio do presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), deputado Paulo Melo, na noite de sábado em Rio Bonito. Melo e dois seguranças ficaram feridos no tiroteio. O deputado já passou por cirurgia ortopédica e está sendo submetido a outra neste momento. Os dois seguranças também estão internados.

Segundo a Polícia Civil, até o momento nenhuma linha de investigação foi descartada. Ainda de acordo com a polícia, as imagens do circuito interno do local também serão analisadas. Os investigadores continuam realizando busca dos criminosos e aguardam a alta médica do deputado estadual e dos policiais militares feridos durante a invasão para que eles sejam ouvidos.

Em 2010, Melo denunciou que havia recebido ameaças de morte. Leia em O Dia.

A Alerj divulgou nota oficial:

Depois de ter sua propriedade em Rio Bonito invadida por bandidos armados na madrugada deste domingo, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Paulo Melo (PMDB), submeteu-se a uma cirurgia ortopédica de emergência no Hospital Darcy Vargas, também em Rio Bonito, mesmo hospital onde os dois seguranças atingidos foram atendidos (posteriormente foram transferidos para o Hospital Central da Polícia Militar).
No momento, o presidente encontra-se no Hospital Copa D’Or, na Zona Sul da capital, para submeter-se a uma nova cirurgia. O caso encontra-se sob investigação da Delegacia de Homicídios.

Fonte: O Dia.

Resíduos do Itaquerão devem duplicar com a Copa, estima Cata Sampa

banner Brasil 2014
A Rede Cata Sampa, grupo de cooperativas responsável pela coleta de material reciclável na Arena Corinthians (Itaquerão), espera quase duplicar a arrecadação de resíduos durante a Copa do Mundo. De acordo com Roberto Rocha, coordenador do Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável, o volume mensal que chega diretamente ao galpão da rede fica em torno de 50 toneladas. “Acredito que até o final [dos jogos], com esse pico que estamos tendo, devem chegar quase 100 toneladas”, estimou. O cálculo exclui o material que chega já separado pelas cooperativas. Ele avalia que esse incremento deve aumentar de 5% a 10% o faturamento de cada uma das 20 cooperativas que compõem o grupo.
Desde o início do mês, quando começou a funcionar o trabalho em parceria com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), as cooperativas arrecadaram 20 toneladas de resíduos. “Nos dias de jogos, conseguimos de cinco a seis toneladas”, relatou. Segundo Rocha, os materiais mais comuns que chegam dos estádios são latinhas de alumínio e papelão. “A maior parte é latinha. Esse é um dos materiais com maior valor agregado, e a gente consegue ter um bom retorno”, explicou. A cada partida, trabalham em torno de 50 catadores. Nos dias normais atuam de 15 a 20 recicladores.
Além da venda do material coletado, cada catador recebe uma diária de R$ 80. “Eles também recebem alimentação e transporte”, informou Rocha. O custo operacional também fica a cargo da Rede Cata Sampa, por meio do contrato firmado com a Coca-Cola, empresa responsável pela gestão dos resíduos nos estádios da Copa do Mundo. Um caminhão com motorista, por exemplo, tem diária de R$ 500, segundo o coordenador. “O volume arrecadado agrega ao processo, mas o trabalho em si já é remunerado”, explicou.
O coordenador acredita que a parceria está sendo importante para profissionalizar ainda mais o trabalho dos catadores. “Pela primeira vez, estamos com uma parceria deste tamanho, que é a Copa do Mundo. Isso é um espelho para o mundo”, apontou. Rocha relatou que eles estão, inclusive, recebendo visita de delegações estrangeiras. “Isso repercutiu em outros países”, declarou. Ele destaca que o grupo de catadores foi treinado também para fazer um trabalho de educação ambiental. “Não temos o idioma, se tivéssemos seria ainda melhor, mas na medida que conseguimos, orientamos as pessoas. Isso garante que venha um material já separado”, acredita.
Rocha explica que o trabalho da Rede Cata Sampa, que reúne atualmente 540 catadores no estado paulista, ajudaa fechar parcerias com grandes empresas, a exemplo do que ocorreu no Mundial. “Temos um galpão em Jundiapeba [distrito de Mogi das Cruzes, a 60 quilômetros da capital] e de lá esse material vai direto para as indústrias” apontou. Ele destaca que isso ajuda a comercializar o que é produzido por cada cooperativa. “Juntos, a gente consegue volume, qualidade e atingir grandes mercados”, apontou.

Fonte: Agência Brasil

Convenção do PSOL homologa candidatura de Luciana Genro à Presidência

O PSOL realiza convenção nacional e escolhe Luciana Genro como candidata a presidente. Na foto, Jorge Paes, Luciana Genro e o deputado Estadual do Rio, Marcelo Freixo (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
PSOL confirma candidatura de Luciana Genro na eleição deste anoFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O PSOL homologou hoje (22) a candidatura da ex-deputada federal Luciana Genro (RS) à presidência da República. A oficialização ocorreu em convenção nacional do partido, iniciada ontem (21) em Brasília. Os delegados do partido aprovaram o nome de Luciana por unanimidade e também o do ex-candidato a prefeito de Mogi das Cruzes (SP) Jorge Paz para vice-presidente. Luciana Genro anunciou que uma das plataformas da campanha será a tentativa de resposta às demandas das manifestações de junho do ano passado.

“Queremos dar voz a essas demandas que vieram das ruas e que não foram atendidas pelos governos. O transporte público continua uma porcaria, a educação e a saúde continuam precárias”, disse a candidata do PSOL. Ela informou ainda que o partido pretende rediscutir a maneira como a apuração de tributos está estruturada no Brasil, promovendo “uma verdadeira revolução tributária”.

“A tributação sobre consumo e renda representa mais de 50% da arrecadação. Em linhas gerais, queremos inverter a lógica atual. O trabalhador assalariado tem alta tributação do Imposto de Renda e, como gasta parte do salário consumindo, também paga tributos sobre o consumo. Os tributos sobre riqueza e propriedade são muito menores, sem contar [que há] um conjunto de isenções para bancos, investidores estrangeiros, grandes empresas”, disse. Segundo ela, uma das formas de viabilizar a mudança seria a tributação de grandes fortunas, cuja regulamentação está prevista em projeto de lei de sua autoria. Luciana também se disse favorável à correção da tabela do Imposto de Renda.

A candidata defendeu uma auditoria na dívida pública do país, a exemplo da realizada pelo Equador. Ela disse que um dos pontos de sua campanha será “a recusa a aceitar que o Brasil continue pagando mais de 40% do seu orçamento em juros e amortização da dívida”. “Vamos seguir o exemplo do Equador, que mostrou que é possível e, após a auditoria, reduziu em 75% sua dívida”, destacou. De acordo com Luciana, a chapa pautará ainda outras discussões, como descriminalização do aborto e da maconha e direitos da comunidade homossexual.

Candidato a vice, Jorge Paz afirmou que a campanha do PSOL tem grande responsabilidade e que o momento é propício para dialogar com diversos setores. “A conjuntura mundial e a de nosso país apresentam um espaço muito grande para conquistar corações e mentes”, afirmou. Presente ao anúncio das candidaturas, o deputado estadual Marcelo Freixo, do Rio de Janeiro, afirmou que o PSOL tem condições de apresentar um projeto “que dialogue com os insatisfeitos”.

Questionada, em entrevista coletiva, sobre um possível racha no partido devido à ausência na convenção do senador Ranfolfe Rodrigues (AP), que desistiu da candidatura à Presidência pelo PSOL, Luciana negou. “De forma alguma. Randolfe se manifestou favorável à candidatura pelas redes sociais. Ele achou por bem cuidar dos interesses do Amapá”, respondeu, referindo-se ao estado que o parlamentar representa. Na carta em que anunciou a desistência, no último dia 13, Randolfe explicou que deixava a pré-campanha presidencial “para retomar em plenitude as tarefas como senador e a importante função de representante do Amapá”.

Fonte: Agência Brasil

Dilma sanciona PNE nesta semana e maior desafio será investimento

Destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação será o maior desafio do Plano Nacional de Educação (PNE), segundo o presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação (Fineduca) e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Marcelino de Rezende Pinto. O PNE tem até a próxima quarta-feira (25) para ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, e de acordo com a assessoria de imprensa da Presidência da República, isso deve ser feito na data-limite.

O PNE estabelece metas para a educação para serem cumpridas nos próximos dez anos. Depois de quase quatro ano de tramitação no Congresso Nacional, o plano chega à fase de sanção presidencial, e o professor diz que vincular uma porcentagem do PIB para o setor é uma medida a ser comemorada. O próximo passo, acrescenta, é torná-la realidade, e para isso deverá ser feito um esforço da União, com estados, Distrito Federal e municípios.

"O desafio do PNE será o mesmo de todos os planos, a implementação. O desafio será equacionar um pacto entre os entes federativos para atingir os 10% do PIB", diz Marcelino. Pelo plano aprovado, a fatia que cabe à União deverá aumentar. De acordo com o Fineduca, atualmente a União contribui com 1% do PIB, enquanto os estados contribuem com 2,2% e os municípios com 2,3%, tomando por base os valores de 2012.

Somente com o Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi), o complemento da União aos demais entes federativos para educação básica deverá passar do equivalente a 0,2% para 1% do PIB. O CAQi também é considerado conquista no PNE. Trata-se de uma valor nacional mínimo para garantir a qualidade do ensino a cada etapa da educação básica.

Estão incluídos na conta recursos para infraestrutura e salários. "O gasto principal é o salário. Para ganhar o que ganha um profissional de nível equivalente, o salário do professor terá que subir uns 60% ou 70%. Mas esse recurso ao entrar na economia cria consumo e gera carga tributária", diz o professor.

O PNE estabelece meta mínima de investimento em educação de 7% no quinto ano de vigência e de 10% no décimo ano. Atualmente, segundo o Ministério da Educação (MEC), são investidos 6,4%. Marcelino explica que o governo conseguiu reduzir a porcentagem do que será investido em educação pública incluindo na conta parcerias com o setor privado como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O ProUni, primeiro, trata-se de isenção, e não de investimento. “Aquelas jogadinhas de querer ser esperto. Quando se viu que já havia quase um consenso da sociedade sobre os 10%, tentou-se diminuir o investimento. Fies, por exemplo, é emprestimo, já se está admitindo que é um fundo perdido. Se é perdido, por que não se amplia a rede pública?”, questiona.

O ministro da Educação, Henrique Paim, em coletiva de imprensa, disse que o PNE estabeleceu, “de forma bastante correta, o que está previsto na Constituição, que é o investimento público em educação, que pode ser na educação pública ou também na educação envolvendo as parcerias que o governo faz com o setor privado”.

A inclusão das parcerias também facilita o cumprimento da meta. O governo trabalha com o investimento total em educação. Com isso, não considera mais o direto em educação pública, que estava, em 2011, em 5,3%.

Sobre o cumprimento do PNE, Paim diz que a pasta já tem ações em curso para o cumprimento das metas, e o fato de serem 20 [ações] facilita também o controle da sociedade.

Em relação à fonte para o cumprimento dos 10%, ele diz ser importante a colaboração dos estados e municípios, e acredita nos recursos do petróleo como a principal fonte. No ano passado, o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que a Lei dos Royalties não resolve o financiamento dos próximos dez anos. Paim não confirma se o governo estuda outras fontes de financiamento.

A lista completa das metas do PNE está disponível no site da Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Brasil

Jovens de favela vizinha ao Maracanã aproveitam rua interditada para jogar bola

banner Brasil 2014
Douglas Rios da Silva, de 12 anos, assistia tenso a dribles e lances sentado no meio fio da Avenida Radial Oeste, zona norte do Rio de Janeiro, na tarde de hoje (22). A bola que ele acompanhava, no entanto, nada tinha a ver com a do confronto Rússia e Bélgica, que acontecia a poucos metros dali, no Maracanã. De costas para o estádio, ele torcia para que a partida entre seus amigos da favela Metrô-Mangueira acabasse logo, para que ele pudesse entrar no próximo jogo.
"Aqui a gente só tem como jogar bola. É a única diversão. A gente joga ali no gramado do meio da pista, mas é ruim porque tem caco de vidro e cocô de cavalo. Como eles fecharam hoje, a gente veio jogar aqui", conta ele, apontando para os amigos e o irmão, de pés descalços, no asfalto da via, que fica em frente à comunidade em que mora e já foi palco de confronto com policiais e manifestações.
Três jovens e adolescentes jogavam de cada lado, e um time esperava quem perdesse para "entrar em campo". Douglas, aluno do quinto ano em uma escola municipal, era o mais novo deles. "Primeiro, a gente tentou arrumar um dinheiro parando os carros, mas os policiais não deixaram. Aí, viemos jogar. Enquanto ficar fechado, vamos continuar aqui", disse ele, que se referia à atividade irregular de flanelinha, que ele diz sempre repetir nos dias de jogos nacionais no Maracanã.
Meninos da comunidade Metrô-Mangueira jogam futebol e interagem com turistas em rua interditada por policiais nos arredores do estádio do Maracanã (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Crianças jogam futebol e interagem com turistas
em rua interditada Tânia Rêgo/Agência Brasil
Douglas vive com quatro irmãos e a avó na comunidade, que está sendo removida desde 2011, e dará lugar a um polo automotivo. Ele não vê o pai há dois anos, e também não sabe o paradeiro da mãe, que é dependente de crack e vive na rua. A família se mudou para lá em 2013, fugindo da violência no Complexo do Lins. Desde então, ele conta que já conseguiu ir ao Maracanã uma vez.
"Depois que já chega no segundo tempo, muitos cambistas jogam o ingresso fora. Aí, eu peguei um e consegui entrar para ver um jogo do Vasco", lembra o jovem flamenguista, que se explica: "Sou Flamengo, mas queria entrar lá". Entre os amigos, ele é o único que conseguiu.
A cena do jogo improvisado no asfalto chamou a atenção dos poucos turistas que passavam por ali, e muitos tiraram fotos. Um deles, porém, resolveu chegar mais perto: o argentino Maximiliano Attwell, de 29 anos. Estudante de arquitetura, ele veio passar o mês da Copa do Mundo assistindo os jogos no Brasil, e aproveitou para ganhar dinheiro pintando bandeiras no rosto dos torcedores. Ao ver o futebol, logo pediu para jogar. Esperou com Douglas, tirou a camiseta e o tênis, e entrou no time dele.
"Os brasileiros têm uma paixão muito grande pelo futebol. Vi os meninos aqui e quis jogar com eles. Estou morando na casa de uma família aqui perto e sempre passo por aqui", conta o argentino, que comprou um refrigerante e um biscoito para uma das crianças que assistiam à brincadeira. Cobrando R$ 10 por cada pintura facial, ele responde com uma risada se está dando para ganhar um bom dinheiro: ao abrir a mochila, mostra uma quantidade de notas que nem ele sabe qual é.
Nem dez minutos se passam e uma dupla de colombianos também se aproxima e se interessa pelo jogo. Ambos vestindo uniformes de suas seleções e com perucas imitando o ex-jogador Carlos Valderrama, acabam fazendo festa com a plateia de crianças e desistem do futebol: "Me chamou muita atenção a alegria desses meninos. Este é o verdadeiro futebol do Brasil. Sei pouco sobre as favelas, e dizem que são muito perigosas, mas queria conhecer o outro lado", disse o publicitário Ivan Leon, de 30 anos.
Vendo mais um gol no futebol do asfalto, ele compara a desigualdade social no Brasil e na Colômbia: "Aqui eu tenho a impressão de ver pessoas mais ricas e também pessoas mais pobres que lá. A distância parece ser maior".
O time de Douglas e do argentino perde, e dá lugar a outro trio depois de tomar três gols. Sem nem saber que seleções estão se enfrentando no Maracanã, ou o placar, Douglas continua a assistir seu próprio futebol. "Eu vejo os jogos do Brasil e torço. O time é muito alegre e embalado", elogia o adolescente, que critica a Copa em poucas palavras: "Estão dando mais direitos para ela do que pra quem é de casa".

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Torcedores ingleses são atacados em São Paulo

São Paulo - Um grupo formado por aproximadamente 15 homens jogou no início da tarde de quinta-feira rojões contra torcedores ingleses que bebiam em um bar do Vale do Anhangabaú, em São Paulo. O ataque aconteceu a poucos metros de onde era realizada a Fan Fest da Fifa. Além de soltar rojões contra os ingleses, os agressores rasgaram bandeiras que eles carregavam.