terça-feira, 6 de junho de 2017

Quem é mais barato: um jegue ou um professor?




- Foi quase uma brincadeira.
A secretária de educação e primeira dama de Seropédica, no estado do Rio de Janeiro, mandou os professores irem de jegue para suas escolas de difícil acesso. Escolas onde não passa um ônibus comum. Nem metrô. Nem trem.
A quase brincadeira pegou mal. Repercutiu. A primeira dama (mulher do prefeito e secretária de educação não é nepotismo?) se preocupou. Se desculpou achando que estava tudo bem.
Não está. Mas não se desculpe. A grande questão dessa história não é ser quase uma brincadeira. O grave é que a boca fala o que a alma está cheia. E a sua está transbordando de desrespeito.
Pior ainda, é que o desrespeito com o professor é geral por aqui. A começar pelo salário. Pelas ordens sem cabimento. Pela culpa que sempre cai no ombro dessa mesma categoria. Pela razão que ninguém nunca reconhece que eles têm. E pelas quase brincadeiras que as pessoas públicas se sentem no direito de fazer.
Professores não podem pegar carona no ônibus escolar. Também acho. Porque professores tinham que ter lugar garantido no ônibus escolar. Sem ter que pedir favor. Sem esmolar. Sem ter que trabalhar de graça para a prefeitura como assistente de motorista.
Os professores não têm vaga nos ônibus escolares. Mas se trabalharem olhando as criancinhas, a secretária/primeira-dama quebra essa e libera a carona. Se fosse com ela, ela trabalharia de graça? Pelo preço de uma passagem? Conta para mim?
Se essa proposta fosse feita, o que ela responderia? Olha. Pense bem. Cuidado com a quase brincadeira da resposta.
Pensei nessa proposta de trabalho escravo como meio de transporte. E, comparando com o preço, percebo que um professor sairá mais barato que um jegue. Mesmo o jegue sendo baratinho.
Com a diferença que em casos de fome, chuva, maus-tratos ou apenas mau humor, o jegue pode empacar. E o professor, nunca.
Professor vai doente. Cheio de dívidas. Com chuva. Com fome. Cansado de emendar uma escola na outra. De virar noites elaborando provas. Corrigindo trabalho.
É triste ver profissionais tão importantes e responsáveis sendo tratados de forma tão abusada. Pior que os jegues que ela propôs alugar.
Muitos dos professores que por você foram humilhados têm formação muito melhor e mais rica que a da secretária. Escolheram o magistério por amor. Por desejo. Por opção. A opção de servir. Não de serem explorados.
Quando escuto políticos com essa postura de senhor de engenho, percebo que o jegue sou eu. Jegue somos todos que permitimos que pessoas, sem um pingo de empatia pelo povo, cheguem ao poder. Governem nossas vidas. À base de castigo e chicote.
Somos jegues, sim. Por perder votos votando em pessoas erradas. Somos jegues por falta de educação. De escolas de qualidade. Para isso que os professores trabalham. Para mudar esse contexto.
Professores valem muito. São nosso maior tesouro. Não se trata ouro como simples pano de chão.

Mônica é carioca, professora e psicóloga clínica. Especialista em atendimento a crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias.

Fonte: Extra online.

https://www.somosmaisalimentos.com.br/mirandaitalva

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Wanderson Miranda de Almeida lança seu segundo livro, Gotas de Entendimento 2

    http://www.editoralexia.com/religiao/gotas-de-entendimento-2.html
     Será no próximo domingo, 4 de junho, que Wanderson Miranda de Almeida estará lançando seu segundo livro, Gotas de Entendimento 2.
    Será um culto de agradecimento a Deus, que acontecerá na Igreja Batista Betel de Italva - RJ. 
    Seu novo livro já está sendo vendido no site da Editora Lexia.
   Você está convidado para esse culto. Toda glória e toda honra sejam dadas a Deus!!!

quinta-feira, 1 de junho de 2017

quinta-feira, 17 de março de 2016

Protestos se espalham pelo país contra nomeação de Lula para ministro de Dilma

Panelaço e buzinaço ocorrem hoje (16) à noite em várias cidades brasileiras contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, feita hoje (16) pela presidenta Dilma Rousseff. O ato de bater panelas tem sido usado em protestos contra o governo e na internet há vídeos e áudios das manifestações no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Recife e Porto Alegre.
Pelas redes sociais, diversas postagens convidavam quem estivesse insatisfeito a participar da manifestação onde estivesse, batendo panelas ou buzinando. As manifestações também seguem nas ruas. Em Brasília, de acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) são 5 mil pessoas se concentraram em frente ao Palácio do Planalto. Elas foram motivados por parlamentares oposicionistas e convocações nas redes sociais. A Polícia Militar reforça a segurança na rua que dá acesso ao Palácio da Alvorada, residência oficial de Dilma.
Em São Paulo, na Avenida Paulista os manifestantes ocupam pelo menos quatro quarteirões. Eles seguram uma grande bandeira verde e amarela. O edifício da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está iluminado de verde e amarelo com uma faixa preta com os dizeres "Renuncia Já". Também circulam fotos e vídeos das manifestações que ocorrem em Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, e São Paulo.
As manifestações contra o governo ocorreram também no plenário da Câmara, onde vários deputados gritavam  "Renuncia", em alusão à presidenta Dilma Rousseff.
Nas redes sociais, as manifestações ganham destaque. A hashtag #OcupaBrasilia está em primeiro lugar no trending topics (os dez assuntos mais comentados na rede) no Brasil e no mundo.
A movimentação ocorre após a presidenta Dilma Rousseff anunciar na tarde de hoje a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil da Presidência da República. Após o anúncio, a nomeação foi oficialmente publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Fonte: Agência Brasil

Em dois anos, Lava Jato consegue devolução de R$ 2,9 bi desviados da Petrobras


São Paulo - Polícia Federal chega à sede da Construtora Odebrecht, na 23 fase da Operação Lava Jato ( Rovena Rosa/Agência Brasil)
Investigações preliminares da Lava Jato começaram em 2009, a partir da apuração do envolvimento do então deputado federal José Janene (PP) com os doleiros Alberto Youssef e Carlos Habib Charter -Rovena Rosa/Arquivo Agência Brasil

A Operação Lava Jato chega hoje (17) a dois anos de investigações com 93 condenações e R$ 2,9 bilhões devolvidos pelos investigados. Os trabalhos começaram em 2009, quando o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, começou a apurar as operações financeiras do doleiro Alberto Youssef.De acordo com dados recentes levantados pela força-tarefa de procuradores que atua na Lava Jato, os desvios na Petrobras envolvem cerca de R$ 6,4 bilhões em propina a ex-diretores da estatal, executivos de empreiteiras que assinaram contratos com a empresa e agentes públicos. Até o momento, foram recuperados R$ 2,9 bilhões e repatriados R$ 659 milhões, por meio de 97 pedidos de cooperação internacional. O total do ressarcimento pedido pelo Ministério Público Federal a empreiteiras e ex-diretores da Petrobras chega a R$ 21, 8 bilhões.
Em dois anos, Sérgio Moro proferiu 93 condenações, sentenças que somam 990 anos e sete meses de pena. Os crimes são corrupção, tráfico transacional de drogas, formação de organização criminosa e lavagem de ativos. As investigações também contaram com 49 acordos de delação premiada e cinco acordos de leniência com empresas.

As  investigações preliminares da Lava Jato começaram em 2009, a partir da apuração do envolvimento do então deputado federal José Janene (PP), que morreu em 2010, com os doleiros Alberto Youssef e Carlos Habib Charter.
Em 2013, a Polícia Federal descobriu quatro organizações criminosas, todas comandadas por doleiros. Com base no monitoramento dos suspeitos, os investigadores chegaram a Paulo Roberto Costa, que recebeu um veículo da marca Land Rover como presente do doleiro Alberto Youssef.
A partir daí, por meio de depoimentos de delação premiada, os investigadores descobriram a participação de dirigentes de empreiteiras, que organizaram um clube para combinar quais as empresas que participariam das licitações da Petrobras.

Fonte: Agência Brasil

Manifestação de servidores estaduais interdita ruas em Laranjeiras

Rio - Nem mesmo a forte chuva que atingiu a cidade dispersou a manifestação organizada pelos servidores estaduais, nesta quarta-feira, no Largo do Machado, na Zona Sul. O ato, que reuniu cerca de 300 pessoas, caminhou pelas ruas do bairro e chegou ao Palácio Guanabara por volta das 15h30. Com bandeiras e faixas, os profissionais gritam "Fora, Pezão" e protestam contra o atraso de pagamentos no Estado.
De acordo com o Centro de Operações, o acesso à Rua Pinheiro Machado pela Rua Farani e também pelo Viaduto Santiago Dantas, sentido Centro, foram interditados. Os motoristas podem acessar o Túnel Santa Bárbara pela Rua das Laranjeiras, onde há retenções.
Para chegar no Túnel Rebouças, a melhor opção é seguir pela Rua Itapiru, no Rio Comprido, sentido Zona Sul. As equipes da CET-Rio e da Polícia Militar estão no local do protesto.
Em nota, a assessoria de imprensa do governo estadual disse que "considera legítimas as manifestações realizadas pelo funcionalismo". Além disso, afirmou que está fazendo "esforços para o pagamento de salários".
"É fundamental ressaltar que, mesmo diante de um dos maiores déficits do país, o governo do estado vem conseguindo manter o pagamento integral dos salários dos servidores. A edição do novo calendário de pagamento de servidores e pensionistas – até o décimo dia útil do mês – se dá única e exclusivamente por extrema necessidade de adequação à drástica queda na arrecadação de receitas", completou, em nota.

Fonte: O DIA

Livro "Gotas de Entendimento"



No início do ano, Wanderson Miranda de Almeida, membro da Igreja Batista Betel de Italva, lançou seu primeiro livro.
“Gotas de Entendimento” é um livro de conteúdo diversificado, escrito de forma simples, para trazer à luz um pouco mais de conhecimento sobre diversas áreas da vida. Este conhecimento vai auxiliar nas decisões do dia a dia, contribuir no esclarecimento de questões práticas do cotidiano e, ao mesmo tempo (isso é o mais importante), te aproximar mais de Deus.
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