terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Impostos pagos em 2013 pelos brasileiros somam mais de R$ 1,7 tri

Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge a marca no último dia do ano

São Paulo - Os impostos pagos pelos brasileiros desde janeiro somaram a marca de R$ 1,7 trilhão por volta das 14h30 desta terça-feira. O valor medido pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) corresponde aos tributos arrecadados pela União, Estados e municípios.
Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo atinge a marca de R$ 1,1 trilhão
Foto:  Divulgação
Segundo  a ACSP, esta foi a primeira vez que o painel registrou o valor desde sua implantação, em 2005. No dia 21 de dezembro, o painel já havia chegado a uma marca inédita, de R$ 1,6 trilhão.
"[Isto] representa um fato observado nos últimos anos: a arrecadação está crescendo mais do que a economia, ou seja, uma parcela maior dos esforços da sociedade é transferida para o setor público", afirmou, em nota, o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato.

Fonte: O DIA.

 

Anvisa quer maço ‘genérico’ de cigarro, sem cores e marca

Medida reduziria a atratividade do tabaco e o número de fumantes, diz instituição

Rio - Em mais uma etapa da batalha contra o tabaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que irá propor a adoção no Brasil de embalagens ‘genéricas’ para cigarros. A ideia é que os maços tenham apenas o nome do fabricante e as imagens com alertas aos malefícios que o fumo causa à saúde. O objetivo é reduzir a atratividade dos produtos.
Anvisa quer maço ‘genérico’ de cigarro, sem cores e marca
Foto:  Reprodução Internet
Em março de 2012, a Anvisa emitira norma proibindo a fabricação de cigarros com aromas, como os mentolados, que segundo pesquisas atraem jovens para o vício. A suspensão, porém, não entrou em vigor: vem se arrastando desde então na Justiça, e ainda precisa ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal.
O maço genérico não tem cores, símbolos ou qualquer referência comercial. A ideia segue iniciativa da Austrália, instituída em 2012. A medida causou revolta na indústria do tabaco local, que tentou barrar a proposta na Justiça, mas foi bem recebida pela Organização Mundial da Saúde. Após as primeiras pesquisas, que indicaram a redução da atratividade do cigarro, outros governos passaram a estudar a adoção do padrão.
O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, afirma que o órgão pretende realizar novos estudos antes de mobilizar forças no Congresso Nacional, que precisa aprovar lei sobre o assunto. “Esse é o próximo passo que o Brasil precisa dar. A Anvisa vai mover esforços técnicos para demonstrar o benefício da medida”, afirmou à ‘Folha de S. Paulo’. Para Paula Johns, diretora-executiva da Aliança de Controle do Tabagismo, a ideia é boa, mas antes é preciso que o veto aos sabores seja implementado de fato. “O governo tem que partir para o caminho das embalagens genéricas, mas tem muita coisa que está pronta e ainda não foi feita”, afirma.
 
Na Austrália, 69% pensam em largar vício
Na Austrália, onde a padronização foi implementada há pouco mais de um ano, o resultado foi considerado satisfatório.

De acordo com pesquisa publicada em julho no ‘British Medical Journal Open’, 27% dos que fumam cigarros de embalagens sem logomarca naquele país sentem-se menos satisfeitos do que antes da obrigatoriedade deste modelo.

Mas a conscientização sobre os males à saúde e o interesse por uma vida saudável refletem em outro índice: 69% das pessoas que fumam cigarros de embalagens genéricas afirmaram que pensam em parar de fumar nos próximos seis meses.

Fonte: O DIA

 

Bovespa perde R$ 505 bi em ano ruim para investidores

Petrobras puxa queda, seguida pela Vale e OGX. Carioca Estácio brilha entre melhores ganhos

Osni Alves
Rio - Com o dólar valorizado em 15,2% no acumulado do ano, o mercado financeiro encerrou 2013 olhando com tristeza para o retrovisor. Ontem a Bovespa encerrou as atividades com R$ 505 bilhões em perdas na comparação com 2012, sendo o pior resultado desde 2009. O vexame só não foi total porque a bolsa registrou bons índices nos segmentos de educação, seguro e meios de pagamento.
Bovespa perde R$ 505 bi em ano ruim para investidores
Foto:  ABr
Analista da XP Investimentos, Thiago Souza destacou as três companhias que tiveram maior elevação. Os grupos educacionais Kroton, com 70%, e a carioca Estácio, com 48%, foram os grandes campeões. Em terceiro, a Cielo teve alta de 43%. “Estas empresas se saíram muito bem, dadas as circunstâncias do mercado”, disse.
De acordo com a consultoria Economatica, a Cielo registrou o maior crescimento nominal de valor de mercado, sendo R$ 51 bilhões contra R$ 42 bi de 2012. O crescimento acumulado das 10 maiores companhias de capital aberto foi R$ 36,7 bi.

Na outra ponta da tabela estão as maiores quedas de valor de mercado. Ainda segundo a Economatica, a Petrobras apresentou recuo de R$ 79,8 bi, enquanto a Vale ficou em segundo no ranking das baixas, com R$ 70,5 bi. A soma dos 10 principais recuos é de R$ 302,8 bi.
“Outros eventos contribuíram para o mau desempenho do mercado de ações”, disse o especialista, citando a trajetória da OGX Petróleo, que frustrou a expectativa dos investidores, além do volume financeiro do Ibovespa, que desvalorizou 15% no ano, ou seja, boa parte das empresas que compõem o índice recuou.

Souza lembrou que no roll dos que puxaram o mercado para baixo está a Petrobras, cuja desvalorização foi de 10% no ano. “Embora tenha diminuído menos que a OGX, que perdeu 94% de seu valor e acabou sendo excluída, a estatal tem muito mais relevância que a companhia X”, explicou.

Com relação à Vale, ele ressaltou que a mineradora desvalorizou 16% devido ao recuo da economia chinesa, que deve fechar 2013 em 7,5% quando nos anos anteriores ficava acima de 9,5%. Isto porque o país asiático tem sido o grande consumidor de ferro da companhia brasileira, mas está diminuindo seu volume de compras. “Isso tem assustado o mercado”, explicou.
 
Volume de papéis negociados na Bolsa ultrapassou R$ 1,835 trilhão

O volume de papéis negociados na Bolsa de Valores brasileira em 2013 ultrapassou a marca histórica na última sexta-feira, quando registrou R$1,835 trilhão contra R$ 1,755 tri do ano anterior.
Porém, o balanço oficial será divulgado somente na quinta-feira, dia 2, quando o montante será reajustado com o resultado do pregão de ontem.
O Ibovespa fechou 2013 com perdas acumuladas de 15,50%, aos 51.507 pontos. Trata-se do pior trimestre desde o ano de 2009.
O Ibovespa até ensaiou uma recuperação entre junho e outubro, quando subiu 14,29%, mas por fim não conseguiu se desvencilhar do pessimismo do mercado quanto à macroeconomia interna e externa.
Ou seja, com o reaquecimento da economia norte-americana e européia, os investidores redirecionaram seus aportes para outros mercados, ou simplesmente não fizeram nenhuma aquisição.
Internamente, o aumento da inflação e a impressão geral de que as contas públicas estão se deteriorando cada vez mais, fatos aliados à falta de clareza das políticas adotadas pela Fazenda, fez com que os investidores se tornassem ainda mais conservadores na hora de movimentar o capital.
 
POUPANÇA ACABOU SENDO BOA OPÇÃO
Analistas do mercado financeiro foram enfáticos ao afirmar que 2013 não foi bom para as aplicações de renda variável e nem para as de renda fixa. Somente o Euro, dólar, títulos públicos indexados à Selic, Certificados de Depósito Interbancário (CDI) e poupança tiveram os melhores rendimentos. Inclusive a poupança registrou captação de R$ 46 bilhões nos primeiros onze meses, um aumento de 52% em relação a 2012. Já quem apostou em fundos imobiliários e em algumas ações listadas na bolsa perdeu, e o ouro também despencou no acumulado.

Para o economista Henrique Marinho, o ano foi caracterizado por um período de juros em elevação e, portanto, as aplicações em renda fixa pós-datadas, referenciadas em CDI foram mais rentáveis. “Mesmo com o fraco desempenho das bolsas, alguns fundos de ações também apresentaram bom desempenho, principalmente aquelas que não tinham em suas carteiras ações da Petrobras, Vale e do Grupo do Eike Batista, que foram basicamente as responsáveis pelo fraco desempenho”, comenta.

Gestor de renda fixa, Cássio Padilha observa que o ano foi desafiador, onde se viu boa parte dos investidores migrar para o mercado externo porque o ambiente na economia não esteve favorável. “Imagine pessoas que foram estimuladas à entrar na Bolsa comprando ações do Eike Batista. Foi um desastre”, disse.


Fonte: O DIA

Concursos oferecem salários que chegam a R$ 10 mil

Policia Rodoviária e Anatel terão que abrir seleções até junho. Serão 316 vagas

Rio - Foram autorizados ontem os concursos públicos do Departamento de Policia Rodoviária Federal (DPRF) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Juntos, os dois órgãos federais vão oferecer 316 vagas em 2014. O prazo para publicação dos dois editais de abertura será de até seis meses (até o fim de junho de 2014).

O DPRF abrirá 216 vagas para o cargo de agente administrativo, que exige o Nível Médio. Já a Anatel vai oferecer 100 vagas, 68 delas com exigência de Nível Superior, e 32 de Nível Intermediário. De acordo com a Portaria nº 557, publicada ontem no Diário Oficial da União, o concurso da DPRF destina-se à substituição de terceirizados, cuja remuneração inicial atual é R$ 3.316.
 
ANATEL
Já a Portaria nº 556 que autorizou o concurso público da Anatel destina-se ao preenchimento de 48 vagas para o cargo de especialista em regulação de serviços de telecomunicações, 20 de analista administrativo, 12 de técnico em regulação de Serviços de telecomunicações; e 20 de técnico administrativo, estes dois últimos de nível intermediário.
A remuneração inicial para o cargo de especialista em regulação é, atualmente, de R$ 10.019. Já para Analista Administrativo, de R$8.263. As outras oportunidades de Nível Médio têm remuneração inicial de R$ 4.984 (técnico em regulação) e de R$4.760 (técnico administrativo).
A banca organizadora nos últimos concursos dos dois órgãos foi a Cespe/UnB. Portanto, é grande a chance de a banca ser a mesma. Cláudia Jones, especialista do site Questões Concursos, aconselha o candidato a começar agora os estudos. “Apesar de o prazo para a publicação ser de seis meses, o órgão pode publicá-lo no momento que achar conveniente. Portanto, se o candidato começar agora estará à frente da concorrência”’, orienta.
 
Mais de 47 mil vagas devem ser oferecidas por órgãos federais e estaduais

São 47 mil o total de vagas de concursos públicos de órgãos de nível federal e estadual que devem acontecer neste ano novo. Entre os concursos mais esperados do ano estão os da Caixa Econômica Federal, Anac, Agência Nacional de Transportes Aquaviários, Polícia Federal e Receita Federal.

O Projeto da Lei Orçamentária Anual (Ploa), entregue ao Congresso Nacional pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, em setembro, oferece margem de até 47.112 vagas para contratações por concurso público no Poder Executivo. Nos Poderes Legislativo e Judiciário, que poderão autorizar as contratações de forma independente, são 5.438 vagas. Já nas Forças Armadas são 7 mil vagas. Para o concurso da Caixa, a expectativa é que o edital do concurso para técnico bancário seja lançado no início de 2014. Já Anac, Antaq, PF e Receita Federal aguardam a autorização do Ministério do Planejamento para abrir as seleções em 2014.

Seis ministérios tiveram concursos autorizados: Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Educação, Fazenda, Saúde e Trabalho e Emprego. No total, são mais de 6,5 mil vagas.

As polícias civil e militar de várias estados, entre elas a do Rio de Janeiro, devem oferecer mais de 7,8 mil vagas.

Como em 2014 haverá eleições, a homologação dos concursos têm que ser feita até três meses antes do pleito para que as nomeações possam ocorrer em qualquer período do ano.

Fonte: O DIA.

 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Norte Noroeste Fluminense: Praias da região impróprias para banho, diz Inea

Algumas praias dos municípios de São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, e Macaé foram classificadas como impróprias para banho, de acordo com dados do Boletim de Balneabilidade do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), disponível no site do órgão. Em Campos, a praia do Farol de São Tomé aparece como própria para o banho no último boletim emitido.
Em São João da Barra, Grussaí e Atafona estão impróprias para o banho no boletim do dia 17 deste mês. Já em São Francisco de Itabapoana, apenas as praias de Guaxindiba e Sossego estão nessa mesma classificação, segundo o boletim da mesma data. Já no município de Macaé, seis praias aparecem como impróprias: Imbetiba, Forte, Barra, Aeroporto, Barreto e Lagomar. Os dados são do boletim do último dia 3.

Fonte: Folha da Manhã

Virada do ano tem previsão de chuva em parte do país

 Brasília - A noite de Ano-Novo tem tendência de chuva em algumas regiões do país, informou hoje (29) o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Essa é a previsão para as regiões Centro-Oeste, parte do Sudeste (exceto Espírito Santo, norte e nordeste de Minas Gerais) e toda a Região Sul.
A chegada de uma frente fria à Região Sul deverá ocasionar chuva mais forte na noite de 31 de dezembro no Rio Grande do Sul, mas os outros estados também estão sujeitos a passar a virada do ano sob mau tempo. Entretanto, não há previsão de temporais no país, pelo menos até agora, para a chegada de 2014.
Na Região Norte, há possibilidade de um réveillon chuvoso em Rondônia, no Amazonas, em Macapá e Belém. Há também possibilidade de chuva no litoral entre as regiões Leste e Nordeste, alcançando desde Salvador até a Paraíba. Para o Rio de Janeiro, a previsão é mais otimista e pode não chover na noite de Ano-Novo, diz o Inmet.
A previsão para os cariocas, até agora, é tempo parcialmente nublado, com névoa úmida, no último dia do ano. Para Brasília, está previsto tempo parcialmente nublado a nublado, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, mesma situação que deverá ocorrer na cidade de São Paulo na última noite de 2013.

Fonte: Agência Brasil

Vilão da balança comercial em 2013, petróleo deve ajudar na recuperação em 2014

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O petróleo foi o principal fator de impacto sobre a balança comercial em 2013. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de janeiro a novembro as vendas de petróleo bruto para o exterior caíram 38,1%, na comparação com o mesmo período do ano passado. O combustível também foi um dos produtos que puxaram a queda das exportações brasileiras para alguns parceiros tradicionais, como Estados Unidos (recuo de 9,4%) e União Europeia (3,4%). Além disso, a manutenção programada de plataformas da Petrobras ocasionou queda na produção.
A queda nas exportações de petróleo puxou saldos deficitários para a balança comercial ao longo do ano. Por esse motivo, o governo divulga expectativa de superávit pequeno para o fechamento de 2013, sem cravar números. O setor privado, representado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), estima saldo positivo em US$ 500 milhões. Caso aconteça, o superávit será ajudado pelas chamadas exportações fictas de plataformas de extração de petróleo e gás, que somaram US$ 6,58 bilhões este ano.
As exportações fictas são transações para o exterior envolvendo produtos nacionais, sem que eles deixem o território brasileiro. Em 2013, a Petrobras vendeu plataformas a subsidiárias no exterior para posteriormente serem utilizadas no próprio país. Dessa forma, a estatal pôde se beneficiar do Regime Aduaneiro de Exportação e Impostação de Bens Destinados à Produção e à Exploração de Petróleo e Gás (Repetro), que permite pagar menos impostos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, são operações regulares segundo regras internacionais.
O presidente da AEB, José Augusto de Castro, corrobora que há legalidade, apesar de as transações inflarem artificialmente as exportações. “É uma operação legal. Na verdade, não vendemos plataforma para nenhum outro país porque o produto ficaria caro demais, por causa dos tributos e da exigência de componentes locais. Só a Petrobras, por ser estatal, consegue comprar”, analisa. Ele destaca que em 2013 houve mais operações do tipo que em 2012, quando estas somaram US$ 1,5 bilhão.
Para o ano que vem, as projeções são de recuperação da balança, com o petróleo como protagonista. Em novembro, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Daniel Godinho, declarou em entrevista que esperava “melhora substancial” na conta-petróleo para 2014. A projeção da AEB também é de que o combustível fóssil, vilão da balança este ano, ajudará a sustentar saldos positivos no próximo. De acordo com estimativa da entidade, haverá incremento de 49,6% nas vendas externas do produto na comparação com o registrado em 2013.
“[A expectativa] tem relação com a retomada de funcionamento das plataformas e pequeno aumento da produção por empresas estrangeiras. Temos que torcer para que não haja queda na quantidade [exportada], pois estamos observando queda de preço também. [O petróleo] é o ponto principal que está sustentando a balança para o próximo ano. Tem havido uma queda especulativa do preço, mas não é forte”, analisa José Augusto de Castro.
Castro comenta ainda as expectativas em relação ao câmbio para 2014. Segundo ele, a projeção é de que o dólar ficará em um patamar próximo a R$ 2,35. Para o presidente da AEB, uma cotação favorável às vendas externas seria R$ 2,40. Castro ressalta que o anúncio do banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed), de que retirará gradualmente os estímulos à economia daquele país pode voltar a trazer volatilidade à moeda no ano que vem. Para ele, a valorização da moeda norte-americana em 2013 não chegou a beneficiar as exportações brasileiras. “O câmbio não favoreceu pois 70% [das nossas exportações] são commodities, com preço uniforme em todo o mercado. Com relação aos produtos industrializados, como [a cotação] ia e voltava, havia uma volatilidade que não inspirava confiança”, destaca.
Segundo ele, a alta do dólar igualmente não foi suficiente para reduzir as importações de bens de consumo, movimento que o governo esperava. Trata-se de produtos usados por curto prazo como cosméticos e alimentos. Sua procura cai quando os preços sobem, com o consumidor migrando para marcas mais baratas e nacionais. Para ele, a queda nas vendas desses itens, que ajudaria a equilibrar a balança comercial, poderá acontecer em 2014 caso o dólar continue em alta.
Fonte: Agência Brasil