Com a continuidade da greve dos metroviários na capital paulista, três linhas do metrô estão totalmente paralisadas no início da manhã de hoje (6). De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, grevistas barram a entrada de funcionários que não aderiram à greve. Ontem (5), quando a paralisação começou, a circulação nessas linhas havia sido interrompida apenas parcialmente.
Não operam a Linha 1 – Azul, que liga a zona norte à zona sul, a Linha 2 – Verde, que vai da zona oeste à sul, e a Linha 3 – Vermelha, que liga a zona leste ao centro. Já os trens da Linha 5 – Lilás, que ligam bairros da zona sul, circulam em todas as estações. A Linha 4 – Amarela, administrada pela Via Quatro por meio do regime de concessão, opera normalmente da zona oeste ao centro.
Nessa quinta-feira, representantes do Metrô e do sindicato tentaram entendimento em uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Os metroviários recusaram a proposta de reajuste de 8,7% de aumento.
Diante da continuidade da greve, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) informou que os trens da empresa vão circular hoje com menor intervalo, em todas as linhas. A Estação Corinthians-Itaquera, que atende à Linha 11-Coral, segundo a CPTM, ficará fechada por questão de segurança. “As plataformas daquela estação não comportam a demanda conjunta de usuários da CPTM e do Metrô”, diz o aviso da companhia.
Ontem, o fechamento dessa estação na zona leste provocou confusão. Usuários ficaram revoltados, derrubaram e quebraram grades para entrar na área de embarque dos trens da CPTM. A Polícia Militar precisou ser chamada. Segundo a CPTM, a SPTrans deve alterar hoje o itinerário dos ônibus com destino à Corinthians-Itaquera, de forma a redistribuir os coletivos nas demais estações para equalizar o fluxo de usuários.
A Linha 7-Rubi da CPTM, que liga o centro de São Paulo à cidade de Francisco Morato, terá a operação estendida até a Estação Brás, na zona leste.
Jane Ribeiro Foto: Rodrigo Silveira
Em greve há 37 dias, os vigilantes bancários esperam conseguir uma definição na negociação com os patrões nos próximos dias. Na última terça-feira (3), terminou o prazo legal para o sindicato patronal se pronunciar e, desde quarta-feira (4), foi aberto o prazo de 48 horas para o Ministério Público do Trabalho (MPT) distribuir o processo para o desembargador relator possa julgar a legalidade do movimento em até 24 horas. Enquanto isso não acontece, a categoria permanece de braços cruzados e as agências bancárias funcionando parcialmente. No meio do fogo cruzado, comerciantes reclamam de queda nas vendas, já que, segundo eles, não há circulação de dinheiro e os consumidores estão com medo de gastar.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Campos. Luís Carlos Rocha, além de decidir a legalidade da paralisação, a audiência vai definir o percentual de aumento que os empresários devem dar aos profissionais de segurança privada. “Esperamos que a greve não dure por mais tempo. Na verdade, queremos uma solução o mais rápido possível. A Copa do Mundo vai começar e sei que os vigilantes estão escalados para trabalhar. Mas, ao mesmo tempo, estamos lutando pelo direito do trabalhador, que é ter um aumento de salário, que não é tão grande assim”, explicou o sindicalista.
A adesão ao movimento, segundo o sindicato, é de 98% e as agências bancárias estão funcionando com 40% do efetivo, mesmo assim, o atendimento aos clientes tem sido feito sem numerários e com grande tumulto nos caixas eletrônicos. “Fica até difícil a gente pegar informação. É muita gente tentando atendimento. Como não há como receber um cheque, só me resta volta para casa e esperar pelo fim da greve”, lamentou Antônio Carlos Moreira. Como ele, muitas outras pessoas enfrentaram uma longa fila e também mão conseguiram resolver seus problemas nos bancos.
O comércio de Campos também não está nada satisfeito com a paralisação dos vigilantes. Segundo o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Roberto Escudine, não há dinheiro circulando na cidade e o movimento caiu 30%. “Estamos amargando um processo grande de prejuízos. Passamos o Dia das Mães com os bancos fechados e o movimento não foi o esperado pelo setor. Agora, perto do início da Copa do Mundo e do Dia dos Namorados, era para o movimento já estar bem aquecido, mas não é o que estamos observando nas ruas. Até quando vamos ficar esperando por uma solução?”, observou Escudine.
A Prefeitura de Carapebus está com inscrições abertas para concurso público com 211 vagas disponíveis, com reserva de 5% para candidatos com deficiência. Os salários variam de R$ 724 a R$ 3.730. Os cargos são para ensino fundamental incompleto, ensino fundamental completo, ensino médio, ensino médio técnico e ensino superior completo.
As inscrições podem ser feitas via internet, pelo site do Instituto Nacional de Concurso Públicos (INCP), até o dia 26 de junho, ou presencialmente, na Estação Cultural, Avenida Getúlio Vargas, s/n, no Centro, das 10 às 16h. As taxas de inscrição variam de R$ 25 a R$ 65.
As vagas abertas são para diversos cargos, dentre eles auxiliar de serviços gerais, cozinheiro, agente funerário, auxiliar de obras e serviços públicos, mecânico de veículos e máquinas pesadas, motorista de veículos leves, pedreiro, carpinteiro, pintor, bombeiro hidráulico, agente sanitário, auxiliar de laboratório, agente social, auxiliar de creche, assistente administrativo, agente de fiscalização de trânsito, guarda municipal, professor I, técnico agrícola, técnico em contabilidade, técnico em enfermagem, técnico em farmácia, professor de português, professor de matemática, professor de geografia, administrador, arquiteto urbanista, gestor público, médico, nutricionista, psicólogo, entre outros.
O concurso terá provas objetivas para todos os cargos, mais prova de títulos para cargos de nível superior, e prova de capacidade física e curso de formação para guarda municipal.
Fazenda — A secretaria estadual de Fazenda prepara o edital de concurso para o cargo de fiscal, que exige nível superior em qualquer área. A oferta será de 50 vagas, com salário de R$ 13.186,76. A seleção anterior foi organizada pela Fundação Carlos Chagas e os concorrentes prestaram duas provas objetivas.
A primeira cobrou as disciplinas de Português, Inglês, Administração e Informática, Contabilidade, Contabilidade de custos e auditoria, e Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil e Penal. A segunda avaliação teve Direito Empresarial, Economia e Finanças Públicas, Matemática financeira, Estatística e Raciocínio Lógico e Direito Tributário, Legislação Tributária e Legislação das receitas não tributárias.
Nove bancadas assinaram proposta na Câmara para tentar suspender os efeitos do decreto presidencial que pode mudar a ordem constitucional
O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira (3), nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.
Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PR, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram um pedido para votar, em regime de urgência, um decreto legislativo que anule os efeitos do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados – são necessários 257 votos para aprovar um decreto legislativo. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam suspender o texto presidencial.
O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado por Dilma (Decreto 8.243/2014) no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).
O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular”, diz o artigo 14 da Constituição de 1988.
O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.
“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”, diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).
OAB
A Comissão de Estudos Constitucionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) analisa a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar a medida. Ao site de VEJA, o jurista Valmir Pontes Filho, que preside a comissão, afirmou que o decreto é “realmente preocupante” porque “há várias indicações de conflito com a Constituição”.
“As discussões no Congresso de derrubada do decreto são utilíssimas porque o decreto não é tão aprimorado do ponto de vista redacional. Ele é muito confuso e há várias indicações de conflito com a Constituição. Esse exame preocupa todos nós. É um decreto polêmico e realmente preocupante”, disse Pontes.
No Congresso, dez partidos pressionam para que seja colocada em votação a urgência de um decreto legislativo para anular o texto presidencial. A frente esbarra, entretanto, na resistência do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que teme desagradar Dilma. Pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Alves não quer comprar briga com o Palácio do Planalto às vésperas de inaugurar o novo aeroporto de São Gonçalo do Amarante na segunda-feira – ao lado da presidente.
As autoridades chinesas condenaram à morte por terrorismo nove pessoas na região de maioria muçulmana de Xinjiang, segundo a imprensa estatal, que também informou nesta quinta-feira (9) sobre a detenção de 29 pessoas suspeitas de terrorismo.
Esta repressão em uma região reticente ao governo de Pequim ocorre após violentos ataques na China, que o governo atribui a extremistas uigures de Xinjiang.
Vários tribunais de Xinjiang pronunciaram condenações contra 81 acusados de terrorismo, nove deles punidos com a pena de morte, declarou a rede de televisão pública CCTV.
Em relação aos 29 suspeitos detidos em Urumqi, capital da região, as autoridades os acusam de incitação ao separatismo e alteração da ordem pública, segundo o site governamental Xinjiang Net.
A situação é tensa nesta região de maioria muçulmana, onde a principal etnia, a uigur, denuncia a discriminação religiosa e cultural por parte das autoridades da China, em sua maioria da etnia han, sob o pretexto da luta antiterrorista.
Diante de grande polêmica, o plenário do Senado aprovou hoje (4) o projeto de lei que pune famílias que usem violência física na educação dos filhos. Conhecida como Lei da Palmada, o projeto foi aprovado mais cedo na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Casa, após intervenção do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) para que o projeto fosse aprovado a tempo de chegar à apreciação do plenário ainda hoje.
A proposta segue para análise da presidenta Dilma Rousseff, que terá até 15 dias úteis para vetar eventuais trechos ou sancionar integralmente o texto.
A apresentadora Xuxa cumprimenta o senador José Sarney em sessão do plenário do Senado que aprovou a Lei da PalmadaValter Campanato/Agência Brasil O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente e prevê que eles sejam educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante. O texto define castigo como a “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em sofrimento físico ou lesão à criança ou ao adolescente”. Já o tratamento cruel ou degradante é definido como “conduta ou forma cruel de tratamento que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou o adolescente”.
A sessão foi acompanhada pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, e pela apresentadora Xuxa Meneghel, que acompanhou a tramitação da matéria e comemorou a aprovação. Ela defendeu o texto aprovado e negou que a lei vá punir pais que queiram educar os filhos. “As pessoas entenderam que não se trata de querer prender quem quer o educar o filho. É mostrar que se pode educar, se deve educar sem violência. Ninguém vai ser preso por dar uma palmada como estão querendo dizer. Mas talvez um dia as pessoas vão entender que nem essa palmada é necessária, que se pode conversar”, disse a apresentadora.
Contrário ao projeto, o senador Magno Malta (PR-ES) tentou adiar a votação com pedido de vistas de cinco dias na CDH, mas não conseguiu. Ele criticou o texto por considerar que ele deixa os pais vulneráveis a denúncias caluniosas ou a brigas de família que levem a acusações falsas. O senador leu na tribuna um texto do jornalista Ricardo Kotscho criticando a iniciativa. “Não sei qual a melhor solução, mas não é, certamente, punindo os pais com a Lei da Palmada que vamos melhorar o nível educacional dos nossos jovens e construir uma sociedade menos violenta, mais fraterna”, disse.
Apesar de os senadores favoráveis à matéria garantirem que não se trata de legislação criminal, o texto prevê punições aos pais que insistirem em castigar fisicamente os filhos, como advertência, encaminhamento para tratamento psicológico e cursos de orientação, entre outras sanções. Os conselhos tutelares serão responsáveis por receber denúncias e aplicar as sanções.
O projeto recebeu no Senado o nome de Lei Menino Bernardo, em homenagem ao garoto morto pelo pai e pela madrasta recentemente no Rio Grande do Sul. No fim, a matéria foi aprovada sem alterações em relação ao texto enviado pela Câmara dos Deputados.
No Rio, no ponto de venda em Botafogo, centenas de pessoas fazem fila para comprar ingressos para jogos em uma das 12 cidades-sede da Copa (Tânia Rêgo/Agência Brasil)Tânia Rêgo/Agência BrasilFaltando oito dias para a Copa do Mundo, mais 180 mil ingressos foram colocados à venda na madrugada de hoje (4) para todos os 64 jogos do Mundial de Futebol, que começa no próximo dia 12. No Rio, no ponto de venda na sede do Botafogo Futebol e Regatas, na Rua General Severiano, zona sul da capital, havia imensas filas, desde o fim da noite passada, com centenas de pessoas que tentavam adquirir ingressos para jogos em uma das 12 cidades-sede.
Apesar das filas, não havia desde cedo ingressos para as principais partidas, no Rio, em São Paulo e Brasília. Até o início da tarde, em seu site oficial, a Fifa ainda não emitiu comunicado, informando se a totalidade dos ingressos colocados à venda já foram esgotados.
O governador Luiz Fernando Pezão disse que o Rio está totalmente preparado para receber os turistas e chefes de Estado durante a Copa. “O Rio está fazendo o dever de casa. É o maior destino turístico hoje no Brasil. Temos mais de 98% de ocupação hoteleira. O Centro Internacional de Mídia [no Riocentro] está aqui. Tenho certeza que vamos dar conta do recado”.
Os chilenos Matias Palacios e Cesar Morales, ambos de 26 anos, disseram que chegaram ao Rio no início do mês para conhecer o estado e tentar comprar ingressos para o jogo Chile x Espanha, que vai ocorrer no Estádio do Maracanã, no próximo dia 18.
“Não tenho mais nenhuma esperança de comprar [o ingresso]. Já disseram que não há mais para o Rio de Janeiro, São Paulo ou Brasília. Só queríamos ver Chile e Espanha aqui no Rio, mas não vai ser possível. Muitos brasileiros queriam comprar Chile e Espanha para vendê-los. Só tenho ingresso para Chile e Austrália, em Cuiabá”, disse Palacios.
De acordo com Morales, eles chegaram ao posto de venda de Botafogo às 6h desta quarta-feira. Segundo o chileno, ainda há esperança de conseguir comprar ingressos para o jogo entre o Chile e a Espanha por meio de revenda de outros torcedores.
“Eles avisaram que venderam todos os ingressos pela internet antes de abrir aqui. Eu tentei, mas a página não funcionava. Fiquei até as 4h da manhã tentando comprar, mas a página não atualizava. Agora só tem jogo pequeno, jogo que não tem muita concorrência. Não há os ingressos que a Fifa prometeu que daria para a gente”, completou Morales.
O casal Jonathan Maciel, de 24 anos, e Andréa Araújo, de 27 anos, chegaram a General Severiano no fim da manhã de ontem e apenas quatro pessoas estavam à sua frente na fila para comprar ingresso. No entanto, hoje de manhã, quando entraram para adquirir os bilhetes, não tinha mais nenhum jogo disponível no Maracanã ou nos estados próximos.
“Os jogos que têm são muito ruins. Quando me ofereceram Portugal e Gana [em Brasília], que me interessava, na hora de finalizar a compra apareceu indisponível. Parece piada, cara. É meio complicado, mas é o que eles tinham para oferecer. É o padrão Fifa, né? A forma que eles utilizaram para vender ingressos, principalmente da final, foi errada. Tinha de ter pelo menos um posto fixo, nem que fosse para vender mil ingressos”, disse Maciel.
O casal conseguiu comprar ingressos para quatro jogos no Rio – os três da primeira fase e o confronto das oitavas de final - na primeira vez em que a Fifa abriu a venda, em agosto do ano passado.
Em nota, a Fifa informou que, “após cerca de dez meses de venda, observou uma demanda muito pequena por assentos dedicados a pessoas com mobilidade reduzida”. Devido a isso, tornou uma parte desses ingressos disponível para todos os torcedores, mantendo alguns dos assentos preferenciais ainda reservados.
Segundo a nota, outros ingressos poderão ficar disponíveis por meio da plataforma de revenda oficial da Fifa, onde as pessoas que conseguiram comprar os bilhetes poderão revendê-los.