quinta-feira, 3 de julho de 2014

Uso de dinheiro cresce no país, enquanto posse de cartão cai

Segundo estudo do Banco Central, 51% da população recebem pagamento em cédulas


Rio - O número de consumidores que possuem cartões de débito e crédito caiu no país. Segundo o levantamento “O Brasileiro e sua relação com o dinheiro”, divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central, em 2010, 43% dos entrevistados possuíam cartão de débito, mesmo percentual que informou usar a opção de crédito. Em 2013, a quantidade de pessoas que mantêm cartão de débito baixou para 35%. Os que utilizavam o crédito representavam 39% da população.
O cheque, que já era pouco emitido, está cada vez mais em desuso. Somente 7% dos brasileiros usam este tipo de pagamento, enquanto em 2010, eram 14%. A sondagem do BC mostrou que 51% da população economicamente ativa recebe pagamento em dinheiro, principalmente os mais jovens e trabalhadores de classes mais baixas. O levantamento também revela que o dinheiro vivo é a forma de pagamento mais usada pela população, sendo que, 78% anda com notas no bolso para concluir a maioria das compras. Em 2010, 72% tinham o dinheiro como meio de pagamento mais frequente.
O dinheiro ainda é a forma predominante de pagamentos no país. Posse de cartão caiu em três anos
Foto: Reprodução Internet
As situações em que este meio é mais desembolsado são em compras de padaria (93%), pagamento de aluguel e condomínio (88%) e contas de consumo (83%). O uso de cartão de débito era a forma mais usual de pagamento para 14% da população em 2010, percentual que caiu para 9% no ano passado. Já o cartão de crédito permaneceu praticamente estável, passando de 13% para 12%. Em compras maiores, que ultrapassam R$ 50, os cartões prevalecem para 66% dos entrevistados.
“O uso de dinheiro é menos frequente nas compras de super e hipermercados, eletrodomésticos e roupas e calçados. Para estes produtos, o cartão de crédito ou débito estão mais presentes, especialmente nas classes A e B”, informou o BC.
O valor médio que costuma ser levado no bolso pela população é R$ 54,65, sendo que 44% das pessoas entrevistadas carregam entre R$ 50 e R$ 100. Já as cédulas de R$20, R$ 50 e R$ 10 são as mais retiradas nos caixas automáticos.

Fonte: O DIA

Mortes violentas batem recorde no Brasil

Em 10 anos, assassinatos passam de 500 mil. A maioria das vítimas tinha de 15 a 29 anos e era negra

Brasília - A cada dia, 154 pessoas morreram, em média, vítimas de homicídios no Brasil em 2012. Foram 56.337, 7% a mais do que em 2011 e 13,4% que em 2002. Em uma década, o número de mortos chega a 556 mil. O percentual supera os 11,1% do aumento da população na década, de acordo com o Mapa da Violência 2014, divulgado nesta quarta-feira pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos.
Cardozo cobrou melhor administração penitenciária no Maranhão
Foto: Agência Brasil
Segundo o Mapa, o Brasil é o sétimo em mortes por cada grupo de 100 mil habitantes entre 100 países. Fica atrás de El Salvador, da Guatemala, de Trinidad e Tobago, da Colômbia, da Venezuela e de Guadalupe. O estudo indica ainda a disseminação da violência pelo país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. De 2002 a 2012, houve crescimento dos homicídios em 20 dos 27 estados. O índice é classificado como explosivo em sete: no Maranhão, no Ceará, na Paraíba, no Pará, no Amazonas, no Rio Grande do Norte e na Bahia.
O Sul e o Centro-Oeste tiveram aumento de de 41,2% e 49,8%, respectivamente. Já no Sudeste, houve diminuição significativa no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em Minas Gerais, o crescimento chegou a 52,3%. O levantamento mostra que os que mais morrem de forma violenta são homens jovens e negros, de 15 a 29 anos. Em 2012, houve assassinatos de 30.072 pessoas nesse perfil, o que representa 53,4% do total do país.
Segundo o responsável pela análise, Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências, a diferença de mortes de brancos e negros reflete as políticas de segurança dos estados. Elas privilegiam as áreas onde a maioria da população é branca, e de renda maior. “Isso faz com que seja mais difícil a morte de um branco do que a de um negro”, diz.

MARANHÃO: MAIS UM MORTO EM PRESÍDIO
Subiu nesta quarta para três o número de presos mortos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Todos foram enforcados em suas celas e se enquadram no perfil da maioria registrada pelo Mapa da Violência: Jarlyson Belfort Cutrim tinha 21 anos; Jhonatan da Silva Luz, 20; e Fábio Robert Costa Pereira, 29.
As três mortes no presídio, onde no ano passado foram registrados cena de barbáries, com detentos esquartejados, acendou o sinal de alerta no Ministério da Justiça. O ministro José Eduardo Cardozo criticou o governo maranhense de Roseana Sarney, dizendo que ela precisa adotar medidas para evitar o casos no presídio.
Para ele, além de fazer presídios e reduzir a superlotação carcerária no Maranhão, é preciso melhorar a administração. “A questão ali é melhorar o sistema prisional, com maior segurança interna e melhor tratamento prisional.”

Fonte: O DIA

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Quase três mil vagas em Campos e Macaé

Jane Ribeiro
Foto: Valmir Oliveira

Campos e Macaé abrem seus Balcões de Emprego abrindo 2.914 oportunidades de trabalho. Em Campos, são 1.561 vagas contra 1.353 postos em Macaé. Atendimento e vendas seguem liderando as ofertas, assim como o setor offshore. São chances para profissionais com níveis fundamental, médio e superior.
Em Campos, as oportunidades estão voltadas para vendedor com 158 vagas; 130 para caldeireiro; 127 para motorista; 66 para pedreiro; 60 para cobrador de ônibus; 60 para montador de andaime; e 52 para atendente de fast food, entre outras.
Os interessados confeccionar currículos devem apresentar documentos de identidade, CPF, carteira de trabalho, comprovante de residência, declaração ou certificado de graduação e cursos. O Balcão de Empregos fica na Avenida 28 de Março, 533.
Já em Macaé, são 1.353 vagas. O Balcão do município, que fica na rua Dr. Télio Barreto, 28, no Centro, com atendimento das 8h30 às 17h, está com 500 oportunidades para representante de atendimento; 132 para caldeireiro; 50 para ajudante de motorista; 49 para auxiliar de serviços gerais; 32 para manicure e 22 para vendedor.
Caged — Campos ficou em segundo lugar na relação dos municípios do Estado do Rio que mais geraram empregos em maio, segundo pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do ministério do Trabalho e Emprego (MTE). De acordo com o levantamento, foram criados 1.442 postos de trabalho. Com isso, o município só ficou atrás da cidade do Rio de Janeiro.
Para a secretária municipal de Trabalho e Renda, Joilza Rangel, a posição reflete não somente os investimentos que estão chegando a Campos e à região, com o Porto do Açu e o Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado. “O Balcão de Empregos virou referência para empregados e empregadores, que encontram não somente um cadastro diversificado de candidatos, mas também espaço para entrevistas e até capacitações de seus contratados”, ressaltou Joilza.

Fonte: Folha da Manhã

Servidores técnicos da Uenf retomam greve

Os servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) retomaram a paralisação nesta segunda-feira (30), depois de rejeitarem a proposta aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A greve da categoria estava suspensa desde que o governador Luiz Fernando Pezão visitou a instituição, no dia seis de junho, quando se reuniu com representantes e se comprometeu a encaminhar ao legislativo uma proposta com as reivindicações dos trabalhadores. Em março, além dos técnico-administrativos, entraram em greve também os docentes e servidores da Fenorte.
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj), Pedro Brasil, afirmou que a proposta aprovada pela Alerj não atendeu a categoria. “A proposta aprovada foi de reajuste de 19%. Não foi cumprida a promessa de equiparar Uenf com a Uerj”, disse. De acordo com ele, os servidores técnico-administrativos retomaram a greve e a pauta de reivindicações.
“A categoria reivindica 86,7% de reajuste salarial e correção do Plano de Cargos e Vencimentos (PCV), onde temos uma defasagem de 78%”, explicou Pedro Brasil. Ele ainda acrescentou que a proposta não atendeu os níveis médio, fundamental e elementar, apenas o superior. Ao todo, a Uenf possui 528 técnico-administrativos, de acordo com Pedro Brasil. Na próxima semana, uma assembléia deve discutir as diretrizes do movimento grevista, em data que ainda será confirmada.
A reitoria da Uenf se pronunciou em nota: “A reitoria entende que o projeto aprovado na Alerj manteve os técnicos dos níveis elementar, fundamental e médio com salários significativamente inferiores aos recebidos pelos técnicos da Uerj, com perfil e atividade laboral equivalente, e isso causou uma justificável decepção, já que a expectativa era de equiparação dos valores. Entretanto, a Uenf precisa retomar suas atividades acadêmicas e administrativas para, inclusive, encaminhar os pleitos salariais para o ano de 2015, dentre estes, a equiparação salarial destes técnicos com os da Uerj”, concluiu a nota.

Proposta – No dia 25 de junho, a Alerj aprovou o Projeto de Lei 3.050/14, com reajuste salarial de 19% para os cargos técnico-administrativos da Uenf. Para os professores, o reajuste varia de 19% a 39%, de acordo com o nível de carreira. Os aumentos serão pagos em duas parcelas e a primeira seria paga em julho.

Fonte: Folha da Manhã

Governo mantém IPI reduzido para estimular venda de carros

Intenção do governo é ajudar a esvaziar os estoques das montadoras
Intenção do governo é ajudar a esvaziar os estoques das montadoras
 
O governo decidiu manter em 3% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros 1.0 até dezembro de 2014. Havia a possibilidade de o tributo passar para 7% a partir de amanhã, 1º de julho. Com essa decisão, o governo deixará de arrecadar R$ 800 milhões no segundo semestre, conforme informou no fim da tarde desta segunda-feira (30/6) o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Segundo ele, o governo decidiu dar novo estímulo ao setor automotivo, que enfrenta forte queda nas vendas, devido à dificuldade dos consumidores para obter crédito. Números preliminares indicam que, em junho, o total de carros novos licenciados caiu 11% ante o mesmo mês de 2013. Os estoques de veículos das concessionárias passa hoje de 45 dias, quando o normal é abaixo de 30.
Para Mantega, com a queda contínua da inflação, mês a mês, e a maior confiança dos consumidores, diante do sucesso da Copa do Mundo, o consumo de bens duráveis, como automóveis, deve aumentar.
O economista da Consultoria Tendências Bruno Lavieri acredita que essa desoneração para a indústria automobilística “é uma gota no oceano dos R$ 48 bilhões em desonerações que o governo já fez esse ano, sendo que R$ 8 bilhões só em maio”. Ele cita como exemplo as desonerações sobre a folha de pagamentos que acarretam um resultado um tanto dúbio, pois foram compensadas com tributação sobre receita e isso, indiretamente, é um incentivo para que não se aumente a produção. Lavieri ressalta que “não é o que se pretende, mas é o que acontece na prática e num país em que a produção já é muito baixa, é como se fosse um gol contra”.
Segundo balanço da Anfavea, de janeiro a maio deste ano, as vendas de automóveis caíram 8,3% em comparação com o mesmo período de 2013. Foram vendidos 1,002 milhão de unidades nos primeiros cinco meses do ano, contra 1,092 milhão no mesmo período do ano passado.
A produção de automóveis caiu, de acordo com a Anfavea, 14,5% no acumulado dos primeiros cinco meses do ano. Foram fabricados 1,153 milhão de unidades de janeiro a maio de 2013, contra 990 mil no mesmo período deste ano. Em maio, a produção caiu 20% em comparação com o mesmo mês do ano passado, totalizando 202 mil automóveis.
 
Fonte: Correio Braziliense

Tensão: Israel bombardeia Gaza em resposta à morte de jovens

Caças de Israel despejam bombas sobre a Faixa de Gaza em retaliação à morte de três jovens israelenses
Caças de Israel despejam bombas sobre a Faixa de Gaza em retaliação à morte de três jovens israelenses
 
Horas depois do primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu ter afirmado que o Hamas iria “pagar” pela morte de três jovens israelenses, caças do país deram início ao bombardeio de mais de 30 alvos na Faixa de Gaza, principalmente campos de treinamento de grupos armados palestinos. Os aviões F-16 israelenses atingiram violentamente na madrugada desta terça-feira (noite de segunda em Brasília) posições do Hamas e da Jihad Islâmica em Khan Yunis e Rafah, no sul de Gaza. Até o momento, não há relatos de vítimas.
O ataque é uma resposta à morte de três israelenses desaparecidos desde 12 de junho, quando foram sequestrados na Cisjordânia. Os corpos dos três foram encontrados em um campo perto de Hebron, que fica na região. As vítimas, Eyal Yifrach, de 19 anos, Naftali Frenkel e Gilad Shaer, ambos de 16, eram alunos de escolas religiosas judaicas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda que os três jovens foram “assassinados a sangue frio”.
“Foram sequestrados e assassinados a sangue frio por animais em forma de seres humanos”, declarou Netanyahu. “O Hamas é responsável, e o Hamas pagará”. O grupo islâmico, que negou envolvimento no sequestro, embora tenha parabenizado a ação, prometeu a Israel “as portas do inferno” em caso de uma ofensiva militar.
“Se os ocupantes se lançarem em uma escalada ou guerra, abrirão para si mesmos as portas do inferno”, declarou o porta-voz do Hamas em Gaza, Sami Abu Zuhri, que colocou em dúvida a “versão israelense” do sequestro. Os jovens foram sequestrados, segundo a imprensa israelense, enquanto pegavam carona perto de Gush Etzion, um bloco de colônias situado entre Belém e Hebron, em uma zona sob controle civil e militar israelense. Os três teriam sido mortos a tiros pouco depois do sequestro. “Eles estavam sob uma pilha de pedras, em um campo aberto”, afirmou Peter Lerner, porta-voz militar israelense.
Acordo palestino
Para Netanyahu, o incidente é uma consequência da reconciliação do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, com o Hamas. Os dois lados assinaram um acordo em abril que resultou na formação de um novo governo palestino. Abbas condenou o sequestro e disse que ele era uma ameaça aos interesses palestinos, ordenando que suas forças de segurança ajudassem Israel nas buscas aos garotos, medida que foi condenada pelo Hamas.
A imprensa israelense informou que os corpos dos jovens judeus foram encontrados depois de familiares dos suspeitos terem sido interrogados. Marwan Qawasmeh e Amer Abu Aisha foram apontados na semana passada como os dois principais suspeitos. Moradores de Hebron, eles foram vistos pela última vez na noite de 12 de junho, pouco antes do sumiço dos jovens judeus. A agência de segurança israelense os descreveu como ativistas do Hamas e disse que os dois já foram detidos anteriormente.
Na noite desta segunda-feira, o Exército de Israel teria destruído as casas dos dois principais suspeitos do sequestro com explosivos, mas essa informação não é confirmada pelas agências de notícias.
Ao longo das últimas semanas, forças israelenses fizeram buscas em cidades e vilarejos palestinos e detiveram centenas de integrantes do grupo fundamentalista palestino. Cinco palestinos morreram em confrontos com as forças israelenses. Desde o início da operação de busca, cerca de quarenta foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra Israel, de acordo com fontes militares. O Hamas não negou nem confirmou seu envolvimento no desaparecimento dos jovens, mas mostrou-se a favor de ações como sequestros como forma de enfrentar a ocupação israelense na Cisjordânia.
O ministro da Economia de Israel, Naftali Bennett, escreveu em sua página em uma rede social que “os assassinos de crianças e seus comandantes não podem ser perdoados”. “Agora é tempo de agir, não de falar”. O presidente Shimon Peres afirmou que “toda a nação está em profundo luto”. “Em meio a nossa profunda tristeza, continuamos determinados a punir os terroristas criminosos”.

Fonte: Veja

Joaquim Barbosa participa de sua última sessão no Supremo

Imagem: Reprodução/Nelson Jr./SCO/STFOnze anos após assumir uma cadeira de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa se despede nesta terça-feira (1º) da Corte que o fez famoso por ter sido, como relator do mensalão, algoz dos correligionários de quem patrocinou sua indicação: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. O presidente do STF participa de sua última sessão e, ainda nesta terça-feira, deve encaminhar ao Executivo mensagem com seu pedido de aposentadoria. O STF entra em recesso na sequência.
Aos 59 anos, Barbosa se aposentará de forma prematura e com uma antecedência de 11 anos. A idade limite para deixar a Corte é 70 anos. Ele não preparou discurso, mas pode falar de improviso, e receberá as manifestações dos colegas. Barbosa está no STF desde junho de 2003 e assumiu a presidência da Corte em outubro de 2012. O ministro anunciou mês passado que deixará o STF. Ele vinha sofrendo ameaças de setores insatisfeitos com suas decisões, em especial de militantes do PT.
O ministro terá papel decisivo na pauta do dia. O STF deverá decidir nesta terça-feira as regras que definirão o tamanho das bancadas federais na Câmara nas eleições deste ano. Nas últimas sessões, o tribunal derrubou a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2013 que alterou o tamanho das bancadas parlamentares em 13 estados.
Mas, como as convenções partidárias já começaram, o STF entendeu que deve ser mantida a mesma divisão prevista nessa decisão do TSE. Sete ministros assim entenderam, mas são necessários oito votos para sua aprovação. Como Barbosa foi o único que não participou desse julgamento, deverá dar seu voto hoje, que definirá a matemática desta eleição.
Caso Barbosa acompanhe os sete votos, a resolução do TSE, mesmo sendo considerada inconstitucional, valerá para 2014. Se Barbosa tiver outro entendimento, as regras vigentes para este ano podem ser as mesmas de 2010. Ou seja, nesse caso, o número das bancadas é o da eleição passada.
Pela resolução do TSE, no caso da Câmara, cinco bancadas estaduais aumentariam suas representações — Minas Gerais, Ceará, Pará, Santa Catarina e Amazonas — e oito perderiam deputados — Rio, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Paraíba, Espírito Santo, Alagoas e Piauí.
O aumento nas bancadas se daria da seguinte forma: Minas iria de 55 para 57; Ceará, de 24 para 26; Pará, de 21 para 25; Santa Catarina, de 17 para 18; e Amazonas, de 9 para 10. Já a redução ocorreria do seguinte modo: Rio iria de 46 para 45; Rio Grande do Sul, de 30 para 29; Paraná, de 29 para 28; Pernambuco, de 24 para 23; Paraíba, de 10 para 8; Espírito Santo, de 8 para 7; Alagoas, de 8 para 7; e Piauí, de 8 para 6.
 
Fonte: O Globo