quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Mulher se revolta ao ser barrada em banco e fica completamente nua

Caso aconteceu na manhã desta terça-feira (10) em Guarujá, SP.
Depois de fazer várias reclamações, ela foi autorizada a entrar no banco.

Mulher teve que tirar a roupa para entrar em agêcia bancária (Foto: G1) 
Mulher teve que tirar a roupa para entrar em
agência bancária (Foto: G1)
 
Uma cliente de uma agência bancária em Guarujá, no litoral de São Paulo, se revoltou ao ser barrada na entrada do estabelecimento e resolveu protestar, ficando completamente nua diante dos demais clientes e seguranças. O protesto aconteceu na manhã desta terça-feira (10), após ela não conseguir passar pelo detector de metais sem que o aparelho apitasse.
Vários clientes que já estavam dentro do estabelecimento, ou que esperavam para entrar, registraram o protesto, que aconteceu em uma agência do Banco do Brasil no Centro de Guarujá. Segundo testemunhas, os seguranças alegaram que ela escondia algum objeto de metal e, após uma grande discussão, ela tomou a decisão de tirar as roupas e os acessórios que portava.
Já nua, a cliente voltou a discutir com os seguranças, e os funcionários acabaram concordando em deixá-la entrar no banco. Por volta das 15h, ainda não havia ocorrências relacionadas ao caso registradas nas delegacias da cidade. O G1 entrou em contato com o Banco do Brasil, mas até a publicação desta reportagem não houve um retorno.

Fonte: G1

Poluição e desperdício fazem da crise hídrica um problema de difícil solução

Nossa equipe percorreu três estados que enfrentam uma seca histórica.
SP, RJ e MG pagam o preço da poluição descontrolada e do desperdício.

A represa Billings abastece 1,6 milhão de pessoas na região do Grande ABC, na grande São Paulo. O governo do estado quer ampliar a captação das águas do reservatório, mas a proposta gerou polêmica.  Boa parte das margens da represa estão ocupadas por invasões e é grande a quantidade de lixo na água.
O maior ponto de poluição da represa fica na barragem que faz a transposição da água do rio Pinheiros. A quantidade de material orgânico é impressionante.
A bióloga Marta Marcondes fez a medição do oxigênio na água, em um braço mais limpo da Billings. O ideal para que haja vida é acima de 8mg/l, mas o máximo registrado na represa foi 7,3mg/l. Em uma região de água mais poluída, a quantidade de oxigênio na Billings é de apenas 1,8mg/l. Isso significa que não há vida na água.
No ponto onde fica a usina de transposição de água do rio Pinheiros, região mais poluída da represa Billings, nem as bactérias que se alimentam de lixo orgânico conseguem sobreviver. O nível de oxigênio na água é de apenas 0,5mg/l.
Embora a sujeira assuste, no lodo que se acumula no fundo da represa há um perigo ainda maior. “Foi feito um estudo em 2010, por uma equipe da USP, e foi encontrada uma série de metais pesados, cádmio, zinco, uma série deles. Quando o humano, que está no topo da cadeia, se alimenta deles (peixes), vai ficar com o metal que se acumulou nos tecidos desses animais”, explica Marta Marcondes.
A bióloga recolheu amostras de água da represa para análise. Na área onde fica a usina, a presença de coliformes fecais está mil vezes acima do tolerado em águas próprias para o consumo humano.
A Sabesp diz que tratar a água é mais caro do que evitar a poluição, mas nesse momento é mais rápido tratar do que resolver o problema. “A poluição é sempre uma preocupação para nós, mas nós temos toda a tecnologia necessária. O sistema de tratamento é feito justamente para isso. Para que você possa pegar uma água que está reservada em algum lugar e transformá-la em água potável. Temos pontos da represa onde é mais crítica a questão da poluição e outros pontos menos críticos. Onde nós estamos captando, próximo da Serra do Mar, a qualidade da água é muito melhor”, explica Marco Antonio Barros, superintendente de produção da Sabesp.
Lixo e esgoto são jogados na represa Billings desde o início das ocupações, há 40 anos. Além das ocupações irregulares, a mata que cerca a Billings se transformou em um cemitério de carros roubados, há carcaças e pedaços de veículos espalhados por vários metros, a poucos passos da água.

 
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, moradores de Mesquita quebram o asfalto da rua para fazer ligação direta nas tubulações da Cedae, já que a água não chega nas casas. Além da água, eles constroem um sistema de esgoto, por conta própria.
Na região, a Cedae instalou a tubulação e os relógios para a cobrança, mas a água nunca chegou. Mesmo quem nunca teve a ligação recebe a conta mensalmente. Os moradores se recusam a pagar e garantem que já foram feitas inúmeras reclamações.
No recreio dos Bandeirantes, falta água na casa dos mais pobres e dos mais ricos. Nem mesmo o poço artesiano resolve o problema, já que parte do bairro não tem saneamento e o esgoto dos córregos contamina o lençol.
Em um condomínio do bairro, a conta mensal com a compra de água de carros-pipa chega a R$ 24 mil. Os moradores dizem que já cansaram de reclamar com a Cedae, que continua enviando a conta de água no valor de R$ 4 mil.
A Companhia de Água e esgoto do Rio de janeiro não quis gravar entrevista e mandou uma nota dizendo que nos próximos quatro anos vai construir 17 novos reservatórios na Baixada Fluminense. Dois reservatórios no Recreio dos Bandeirantes serão entregues em 45 dias. A empresa informou ainda que não há registro de falta d’água na região do Recreio. Sobre as queixas de cobrança indevida de contas, a Cedae pediu o número de registro de todos os entrevistados, para descobrir porque o problema está ocorrendo.
Como mostrou a reportagem, os moradores dizem que já reclamaram várias vezes sem conseguir resposta.
 
Minas Gerais
O Sistema Paraopeba, que abastece a região metropolitana de Belo Horizonte, também está com o nível de água baixo. Hoje a represa está 20,5 metros abaixo do nível normal.
O mês de janeiro levou chuva para a região. Mesmo em quantidade insuficiente para encher uma represa tão grande, a água que vem do céu ajuda muito os agricultores. Um produtor mineiro criou sua versão de represa na propriedade, um lago artificial, e guarda água até em banheira velha para evitar a perda da lavoura novamente.
Belo Horizonte desperdiça 40% de sua água tratada. Os profissionais da Copasa responsáveis por procurar esses vazamentos são chamados de “caça-gotas”.
Uma ligação clandestina é encontrada e o trabalho dos operários começa. Em poucos minutos, os moradores de uma comunidade próxima se aproximam para reclamar. Eles impedem o corte de água e dizem que a ligação clandestina existe porque não há abastecimento regular.

Fonte: G1

Desemprego cai e fecha 2014 em 6,8%

A taxa de desocupação fechou o ano passado em 6,8%, registrando queda em relação a 2013, quando a taxa de desocupação foi 7,1%. Em 2012, a taxa ficou 7,4%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e indicam um desemprego maior em relação à Pesquisa Mensal de Emprego (PEM), também do IBGE, que foi 4,8%. A pesquisa é calculada em seis das principais regiões do país.
No quarto trimestre do ano passado, a taxa de desocupação fechou em 6,5% em todo o país, registrando queda em relação aos 6,8% do terceiro trimestre. Quando comparado com o quarto timestre de 2013, com 6,2%, a taxa de descocupação cresceu.

Os dados divulgados indicam que a população desocupada recuou na passagem do terceiro para o quarto trimestre, passando de 6,7 milhões para 6,5 milhões de pessoas. Entre a população ocupada houve aumento do terceiro para o quarto trimestre, passando de 92,3 milhões para 92,9 milhões. No quarto trimestre de 2013, a população ocupada era 91,9 milhões de trabalhadores.

No que diz respeito à população desocupada, do terceiro para o quarto trimestre do ano passado o número passou de 6,1 milhões para 6,5 milhões de trabalhadores.

Abrangendo maior número de regiões do país, a Pnad Contínua substituirá a atual Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange apenas as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.

Fonte: Agência Brasil

Empreiteiras combinam resultado de licitações na Petrobras desde governo FHC

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter em liberdade Renato Duque

O Dia
Brasília - Um dos delatores do esquema de corrupção na Petrobras, o empresário Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, dono da Setal Engenharia, afirmou que o “Clube das Empreiteiras” passou a combinar resultados de licitações em meados da década de 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso. No depoimento à Justiça Federal do Paraná, ele disse que o cartel passou a funcionar com mais força em 2004, quando começou a negociar contratos com os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque. Desde então, alegou, havia cobrança de propina para que as empresas obtivessem contratos.
Turma do Supremo decidiu manter Renato Duque em liberdade
Foto:  Divulgação
Inicialmente, o cartel foi formado para proteger nove empresas. Em 2004, ele foi ampliado para 16 companhias a pedido de Duque e Costa, de acordo com o depoimento de Mendonça.
“Isso [o acerto entre as empreiteiras] passou a ter efetividade, de fato, a partir do ano de 2004, quando este grupo negociou com a diretoria da Petrobras, com os dois diretores, Paulo Roberto e Renato Duque, de modo que a lista de convidados fosse restrita às empresas que participassem desse grupo. A partir daí, durante um período, o resultado dessas reuniões, dessas escolhas, passou a ser mais efetivo”, afirmou o delator.
Ele explicou ainda que o pagamento de propina para a obtenção de contratos foi negociado com o ex-deputado, já falecido, José Janene (PP) na diretoria comandada por Costa, e com Duque e o ex-gerente Pedro Barusco, na diretoria de Serviços.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira manter em liberdade Renato Duque. Preso em novembro passado, ele foi solto pelo ministro Teori Zavascki em 3 de dezembro, após passar 19 dias na prisão.

Ao aceitar o pedido de liberdade, Zavascki alegou que a única fundamentação do juiz que determinou sua prisão, Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, era o risco de fuga, uma vez que Duque possuiria enorme fortuna no exterior e poderia deixar o país para evitar uma condenação e ter de pagar por seus crimes. De acordo com Teori, há jurisprudência consolidada no Supremo impedindo que prisões sejam mantidas somente com o argumento de risco de fuga. Por isso, determinou a soltura.

Fonte: O DIA

Ministério Público investigará protesto que interditou a Ponte Rio-Niterói

Pedido foi feito pela Polícia Rodoviária Federal, que alega riscos à população com o fechamento da via

O Dia
Rio - O Ministério Público Federal determinou a instauração de Inquérito Civil Público para apurar danos à coletividade na manifestação de trabalhadores terceirizados do Complexo Petroquímico (Comperj), que fecharam nesta terça-feira, por mais de três horas, a Ponte Rio-Niterói, principal eixo viário da Região Metropolitana, por onde passam diariamente 150 mil veículos. A investigação foi pedida pela Polícia Rodoviária Federal, que alega que o protesto colocou em risco a segurança da via, dos motoristas e dos próprios manifestantes
A PRF entregou aos procuradores relatório com informações sobre os envolvidos e com a identificação dos ônibus que levaram o grupo até o meio da Ponte. Segundo o MPF, o fechamento da via deve ter autorização prévia da Polícia Rodoviária e é totalmente lesivo. O protesto de cerca de 200 empregados da prestadora de serviços Alumini, que pediam o pagamento de salários atrasados, começou às 11h30 e se tornou um martírio para centenas de milhares de fluminenses.
Protesto de funcionários do Comperj fechou a Ponte Rio-Niterói
Foto:  Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
Os manifestantes iriam para a Petrobras de ônibus, mas no meio do caminho decidiram ir a pé. Por medida de segurança, agentes da PRF fecharam a pista sentido Niterói às 12h40. A interdição na Ponte durou 3h14 e o impacto no trânsito atingiu Rio, Niterói e São Gonçalo.
O engarrafamento chegou a 10 quilômetros na Niterói-Manilha (BR-101). “Manifestar é válido, mas não pode parar uma via inteira”, reclamou o vigilante Cristóvão Saboia, 49 anos, parado na Zona Portuária do Rio. O advogado Fabrício Pereira Figueiredo, 31 anos, levou 50 minutos para cruzar a via. “Normalmente faço em 20”, disse.
Até ambulâncias foram impedidas de passar. Passageiros que estavam nos ônibus retornavam a pé para Niterói. Na cidade, o Terminal Rodoviário João Goulart, no Centro, ficou sem ônibus, que não conseguiam chegar ao ponto. No Rio, a Avenida Brasil, Via Binário, Linhas Amarela e Vermelha também enfrentaram lentidão.
Manifestantes seguiram em direção ao prédio da Petrobras, no
 Centro do Rio
Foto:  Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
A dois quilômetros para o final da Ponte, os agentes da PRF conseguiram negociar com os manifestantes para que ocupassem apenas duas pistas. O trânsito só foi totalmente liberado às 14h44, segundo a CCR Barcas. Não houve confrontos.
Como a Ponte é uma via federal, o secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, disse que a Polícia Militar ficou de prontidão, mas que só atuaria se a PRF solicitasse, o que não aconteceu. “Não é permitido interditar vias públicas, porém é livre a manifestação. Mas não faz sentido fechar uma artéria dessa importância”, disse Osório, que pediu reforço na frota das barcas, trens e metrô.
De acordo com o jurista Luiz Flávio Gomes, protestar na via não é crime, mas os manifestantes deveriam ter avisado às autoridades para que houvesse segurança e sinalização. “Os organizadores podem, sim, ser responsabilizados por terem causado danos a terceiros”, orienta o advogado.
Sindicato nega apoio ao fechamento
O diretor de operações do Sindicato dos Trabalhadores de Empresas de Montagem e Manutenção da Cidade de Itaboraí (Sintramon), Rogério Assunção, condenou a forma do protesto dos trabalhadores da empresa Alumini.
“Tínhamos feito uma assembleia mais cedo e o combinado era seguir para protestar na sede da Petrobras. No entanto, o pessoal do Sindipetro-RJ (Sindicato dos Petroleiros do Rio) incentivou eles a descerem na Ponte. Não concordamos com esta atitude”, reclamou.
Funcionários do Complexo Petroquímico fazem protesto em 
frente à sede da Petrobras, no Centro do Rio
Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
Brayer Lira, diretor da Sindipetro-RJ, nega a acusação. “Foi uma decisão dos trabalhadores. Nosso apoio é, além de solidariedade de classe, para que não aconteça desemprego e atraso de salários”, afirmou Lira. O Sindipetro forneceu água durante a caminhada na Ponte e quentinhas para o almoço dos manifestantes.
A chegada do protesto à sede da Petrobras, na Avenida Chile, foi tensa. Por volta das 15h30, policiais atiraram uma bomba de efeito moral quando um manifestante tentou entrar no edifício. Em seguida, um jornalista do Sintramon foi cercado e expulso do local pelos manifestantes.
Alguns ameaçaram novas interdições durante Carnaval, citando a Avenida Brasil e o Sambódromo como alvos. Por volta das 19h, os manifestantes resolveram encerrar o protesto e saíram em ônibus fretados.

Fonte: O DIA

Dólar passa de R$ 2,83 e fecha na maior cotação em mais de dez anos


dólares
Cotação  é  a  mais  alta  desde  1º  de  novembro  de  2004,
quando o dólar fechou a R$ 2,854Arquivo/Agência Brasil
Em mais um dia tenso no mercado financeiro, a moeda norte-americana ultrapassou R$ 2,83 e fechou no maior valor em mais de dez anos. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (10) vendido a R$ 2,835 para venda, com alta de 2,12% (R$ 0,059). A cotação é a mais alta desde 1º de novembro de 2004, quando a divisa tinha fechado em R$ 2,854.
O dólar operou em alta durante todo o dia, mas a valorização acelerou depois das 11h, quando a cotação ultrapassou a barreira de R$ 2,80. Na máxima do dia, por volta das 15h, a moeda chegou a ser vendida a R$ 2,836. Nas horas seguintes, a cotação caiu para R$ 2,82, mas voltou a subir nos últimos minutos da sessão.
Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula alta de 5,47% no mês e de 6,68% no ano. O euro também teve forte valorização, subindo 2,41% (R$ 0,075) e encerrando o dia a R$ 3,213.
O câmbio foi afetado não apenas por fatores internos, mas também por turbulências externas. A principal é a indicação de membros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), de que os juros nos Estados Unidos subirão em breve. Taxas mais altas nos países desenvolvidos diminuem os recursos para países emergentes, como o Brasil.
O mercado também está influenciado pela possibilidade de saída da Grécia da zona do euro. A duas semanas de o acordo de resgate expirar, o governo grego e os parceiros europeus preparam-se para vários encontros cruciais, que começam amanhã (11) com uma reunião extraordinária do Eurogrupo para tentar acertar posições.
Na quinta-feira (12), o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, participará, pela primeira vez, com os colegas europeus, de uma reunião informal de chefes de Estado e de Governo da União Europeia. No domingo (8), Tsipras apresentou no Parlamento o programa de governo do Syriza, que não prevê qualquer recuo das promessas eleitorais do partido de esquerda radical.
O outro foco de atenção foi a inflação na China, que subiu 0,8% em janeiro, o ritmo mais lento de crescimento em mais de cinco anos. O comportamento dos preços dá margem ao governo chinês para implementar mais estímulos à economia, mas os sinais de desaceleração afetam a confiança do segundo maior parceiro comercial do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

PROJETO CAMINHOS DO CUIDADO FECHA CICLO DE ENCONTROS EM ITALVA

O projeto Caminhos do Cuidado, iniciado em 2013, está em fase de descentralização, fechando seu ciclo em direção da meta de oferecer formação em saúde mental,crack e outras drogas para um contingente de 290.197 agentes comunitários de saúde (ACSs) e auxiliares técnicos em enfermagem. A formação proposta pelo Caminhos do Cuidado inovou por ser dinâmica,com estratégias que possibilitam aos atores da Atenção Básica trabalharem  em conjunto com a saúde mental,acolhendo  e cuidando do usuário. Outra peculiaridade é que todo trabalho se dá conforme as especialidades de cada território, levando em conta a realidade local nas mais diferentes regiões do Brasil, com o intuito de conhecer e identificar a produção do bem-estar e prazer, problematizar e desmaterializar os (pré) conceitos sobre drogas e cuidados.

Este curso chegou a região noroeste e ao município de Italva, onde ocorreram cinco encontros realizados na Emater-Rio, com início no mês de Janeiro de 2015. Foram encontros produtivos que compartilharam conhecimentos a respeito da saúde mental e acolhimento dos usuários. Estas iniciativas contribuem para a capacitação dos profissionais da saúde proporcionando a qualidade da assistência aos usuários. A ministração foi do instrutor Leandro Pereira Bitencourt,com o apoio da secretaria municipal de saúde com coordenação dos profissionais: Dayanne Gomes Silva Santiago (Atenção básica), Christiny Gomes de Souza Santos (Coordenadora dos PCFs) e Sirléia de Souza Nascimento (Coordenadora da educação e saúde permanente). Fotos: Gilmar Sana

Fonte: Italva em Foco