sábado, 16 de julho de 2022

Ricky Martin é acusado de praticar incesto com o sobrinho, diz jornal

 

Foto: Jovem Pan

Rio - Acusado de violência doméstica em Porto Rico, Ricky Martin foi denunciado por um sobrinho por agressão e por manter uma suposta relação de incesto com o jovem de 21 anos. Segundo informações do jornal espanhol 'Marca', a vítima em questão é Dennis Sanchez, informação que foi revelada por Eric Martin, irmão do cantor, em live na internet.

Ricky Martin foi denunciado pelo sobrinho sob a Lei 54, que protege vítimas de violência doméstica e mantém o nome do denunciante em sigilo. Um julgamento está previsto para acontecer na próxima quinta-feira, dia 21, e o cantor pode receber uma pena de 50 anos de prisão, se for condenado.

A vítima alega ter se relacionado com o ex-integrante do grupo Menudo durante sete meses e, com o término, teria sido perseguido pelo tio, que não aceitou o fim da relação. Depois de denunciar Ricky, Dennis entrou com uma ordem de restrição temporária contra o artista porto-riquenho, que estaria telefonando e rondando a casa do sobrinho há dois meses, desde que o relacionamento foi interrompido.

Representantes do cantor afirmaram à revista People que "as alegações contra Ricky Martin são completamente falsas e fabricadas". Ricky Martin é casado há cinco anos com Jwan Yosef, com quem tem quatro filhos.

Fonte: O Dia Online


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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Mulher é encontrada morta dentro de poço da casa de ex-companheiro em Vargem Grande

 


Thaysla Fabiana, filha da vítima, sob forte emoção ao falar da mãe, vítima de feminicídioVanessa Ataliba/Agência O Dia

Rio - A doméstica Elizabeth Lopes da Silva, de 42 anos, foi encontrada morta dentro de um poço, na noite desta quinta-feira (14), atrás da casa de seu ex-companheiro, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. Ela estava desaparecida desde o dia quatro de julho, após ter encontrado com o homem, identificado apenas como Luiz. Este é o terceiro caso de feminicídio no estado do Rio de Janeiro só nesta semana e o sétimo em quarenta dias.

 De acordo com familiares, o suspeito disse a família, durante as buscas, que a mulher havia ido até a sua casa terminar o relacionamento, depois disso, pegou uma van e foi embora. Desde então, não há informações sobre o paradeiro de Luiz.

 Porém, após quase duas semanas do desaparecimento, familiares passaram a desconfiar da história do ex-companheiro de Elizabeth. Segundo a filha da vítima, Thaysla Fabiana da Silva Siqueira, o suspeito fugiu após ser intimado a prestar depoimento para a polícia.

 Na manhã desta sexta-feira (15), familiares da doméstica estiveram no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP) para fazer a liberação do corpo. Thaysla foi quem descobriu onde a mãe estava escondida desde o desaparecimento.

 "Ela desapareceu no dia 4 de julho e a gente ficou nessa procura por mais de uma semana. Quando foi ontem [quinta-feira], eu fui com uma amiga na casa onde ele [o suspeito] vivia e falei assim: 'amiga, vamos ali comigo, porque eu tenho certeza que ela está ali'. A gente desceu, eu olhei para aquela portinha e tinha certeza de que ela estava ali. Então eu vi um rapaz passando na rua e pedi a ajuda dele para abrir a porta, ele puxou e quando abriu, tinha um poço, só que estava fechado. Eu pedi para ele abrir, porque não tinha coragem, e quando abriu, a gente já sentiu o cheiro. Ele saiu pela porta e me avisou que ela estava lá. Eu não tive coragem de ver, mas sabia que era ela", disse, sob forte emoção.

 Elizabeth nasceu em Pernambuco e deixa duas filhas. Thaysla contou que a vítima era uma pessoa tranquila e boa para todos. "Minha mãe não fazia mal para ninguém, era trabalhadora, gostava de tomar a 'cervejinha' dela, mas nunca fez mal para ninguém", comentou.

 Lucilene Lopes, ex-cunhada e prima de Elizabeth, lembrou que, desde o momento em que conheceu o suspeito, percebia ele muito quieto, agindo de modo estranho. "Eu sempre achei ele uma pessoa muito estranha, não era muito sociável. As poucas vezes que fui na casa dele, ele se escondeu. Não gostava muito de conversar. Desde o início, eu sabia que ele tinha tentado alguma coisa com ela. Inclusive, falei para irmos até a casa dele, procurar no mato, dentro da casa. Já tinha pressentimento ruim em relação a ele", assumiu.

 A mulher ainda afirmou que o suspeito era extremamente possessivo quando estavam somente ele e Elizabeth, mas fazia questão de não demonstrar o problema para outras pessoas do convívio do casal.

 "Para as pessoas de fora, ele não demonstrava ciúme, mas quando estavam os dois, ele mostrava, porque eles brigavam bastante. Ela se separou dele e ele não aceitava muito a separação. Ela resolveu dar uma chance e voltou, por pena dele. Depois de três meses, ela quis terminar, foi até a casa dele conversar e não deu certo. Ele a trancou lá e aconteceu o que aconteceu", relatou.

 De acordo com a Polícia Militar, agentes do 31°BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram acionados para checar ocorrência de encontro de cadáver na rua Lagoa Bonita, no bairro Vargem Grande. No local, a equipe encontrou o corpo em um poço. A perícia foi solicitada.

A Polícia Civil informou que diligências estão em andamento para localizar o acusado. As investigações do caso estão sendo realizadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Fonte: O Dia Online



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Justiça nega mandado de segurança para Gabriel Monteiro suspender processo no Conselho de Ética

Foto: Uol Notícias


O vereador é acusado de quebra de decoro por participar de edição e direcionamento de vídeos expondo crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade. Gabriel Monteiro também foi acusado por ex-funcionários de estupro e assédio sexual.

 “A atuação feita pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar não importará em qualquer julgamento de mérito, consistindo em atividade instrutória que é autorizada pela ordem jurídica vigente e reafirma o princípio republicano e a moralidade administrativa previstos na Constituição, cujo texto exige um mínimo comportamento ético para o exercício de qualquer mandato legislativo (CF, artigos 14, § 9º e 55, II”, destacou o juiz Nilson Luis Lacerda.

 O magistrado também recusou a alegação de nulidade do procedimento, apresentada pela defesa do vereador, por não ter sido observado o caráter sigiloso da representação, em razão da divulgação na imprensa do teor das acusações.

 “O princípio da publicidade (...) impõe a obrigatoriedade de divulgação de toda atividade administrativa do Poder Público, com vistas à fiscalização e controle dos atos de interesse geral. A partir dessa premissa, verifico que, no caso em análise, as manifestações públicas colacionadas nos autos não versam propriamente sobre o mérito das decisões proferidas no processo, mas, ao contrário, trouxeram à público apenas informações sobre as etapas da investigação”, completou.

 O indeferimento de realização de prova pericial dos vídeos divulgados pela imprensa e a limitação do número de testemunhas de defesa para cinco pessoas, outros argumentos apresentados pela defesa do vereador para alegar nulidade, também foram negados pelo juiz.

 Com isso, o rito de julgamento do vereador segue seu curso normal. A decisão sobre o futuro de Gabriel como vereador só será discutida a partir do dia 2 de agosto. O relator do caso, vereador Chico Alencar (PSoL), deve oferecer seu parecer pedindo a cassação. Dentro de até cinco dias, o parecer é submetido ao Conselho de Ética. Por fim, sete vereadores votam se aprovam ou não o relatório.

Caso aprovado, o processo será encaminhado para a mesa diretora e, posteriormente, o plenário decidirá se Monteiro deve perder ou não o mandato. Para a cassação são necessários 34 votos.

Procurado para comentar a decisão da Justiça, o vereador não retornou o contato até o fechamento dessa reportagem. O espaço segue aberto ao parlamentar.

Fonte: O Dia Online


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terça-feira, 6 de junho de 2017

PF prende Henrique Eduardo Alves, ex-ministro de Temer e Dilma

RIO — A Polícia Federal (PF), junto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal prendeu, prendeu Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) na manhã desta terça-feira. Alves é ex-ministro nos governos Dilma e Temer e também ex­-presidente da Câmara dos Deputados. A ação, batizada de Operação Manus, ainda está em andamento e é desdobramento da Lava-Jato, com base nas delações premiadas de executivos da Odebrecht. A investigação mira atos de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro, envolvendo a construção da Arena das Dunas, em Natal. O sobrepreço nas obras chega a R$ 77 milhões.
Há um total de cinco mandados de prisão sendo cumpridos. Um deles é contra o próprio Henrique Eduardo Alves. Outro, contra o também ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que já está preso no Paraná. Há 80 policiais federais nas ruas para cumprir 33 mandados judiciais — cinco são de prisão preventiva, seis de condução coercitiva e 22 de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte e Paraná.

Henrique Eduardo Alves ri na companhia de Aécio Neves, Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures e também Eduardo Cunha, durante reunião no Congresso, em 21/05/2009
Henrique Eduardo Alves ri na companhia de Aécio Neves, Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures e também Eduardo Cunha, durante reunião no Congresso, em 21/05/2009 Foto: Roberto Stuckert Filho / O Globo

Na Operação Catilinárias, em 2015, a casa do ex-ministro já havia recebido policiais para o cumprimento de mandado de busca a apreensão. Os investigadores apuraram crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro no favorecimento de duas empreiteiras responsáveis por construir a Arena das Dunas, em Natal.
O sobrepreço na obra chega a R$ 77 milhões, segundo a PF. Alves e Cunha receberam propina das empreiteiras em forma de caixa 2 eleitoral.
O mandado de prisão contra Alves foi expedido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Ele foi ministro do Turismo nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer, e pediu demissão em junho de 2016 após ser citado em delação de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras.
Em 2014, Alves concerreu ao governo do Rio Grande do Norte, mas foi derrotado no segundo turno.

Fonte: Extra online

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