“O trânsito de drogas na fronteira tem
sido combatido, acredito que não vá influenciar em nada. Não falta
maconha no Rio Grande do Sul. Nem aqui, nem em nenhum outro lugar do
mundo. As pessoas pensam na maconha de uma forma tranquila. Hoje o
consumo é considerado um hábito social da classe média e a questão não
está no trânsito da droga, mas na clandestinidade. A maconha é uma droga
leve”, opina.
Fonte: G1
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