A decisão do SBT em proibir a opinião de seus jornalistas, principalmente de Rachel Sheherazade, 40, durante os noticiários ainda causa muita repercussão no público. A âncora do"SBT Brasil" concedeu uma entrevista à "Veja SP" e falou sobre as modificações no trabalho e as pressões que sofre por seus posicionamentos.
A jornalista afirma que "não foi calada" e lida bem com a decisão da emissora, divulgada nesta semana. "Às vezes, é preciso dar um passo para trás antes de dar um salto para frente. Sofro com as pressões, mas sou boa de briga e dura na queda", afirma.
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Rachel também disse que a proibição de seus comentários não é definitiva e "é de posicionamentos firmes, por isso, eu fui contratada." O retorno da liberdade editorial aconteceria, inclusive, com a criação de um novo programa para a jornalista. A ideia é que este entre no ar no segundo semestre. "Estou me preservando porque a empresa tem, inclusive, projetos que envolvem emitir a minha opinião em um espaço que não seja a bancada", conta ela.
Na mesma entrevista, a âncora relata que recebeu ameaças por conta de seus posicionamentos e que a sua família "pagou caro" por sua exposição. "Já recebi ameaças de morte pelo WhatsApp e há pessoas que me ligam falando que sabem onde os meus filhos estudam. O meu marido e eu blindamos os nossos carros e o SBT me paga uma escolta na ida e na volta do trabalho."
Fonte: Yahoo

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