terça-feira, 26 de novembro de 2013

STJ condena Igreja Católica a pagar indenização por pedofilia

Imagem: DivulgaçãoA Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, manter decisão que condenou a Diocese de Umuarama, no Paraná, e um padre do local a pagarem indenização de R$ 100 mil a um garoto que sofreu abuso sexual quando tinha 14 anos, em 2002.
A decisão foi tomada em julgamento realizado na terça-feira passada (19) na análise de um recurso da Diocese, que questionou condenação no Tribunal de Justiça do Paraná. O TJ havia reconhecido “ato ilícito” do padre com “responsabilidade civil” da Igreja. Cada um foi condenado a pagar R$ 50 mil “de forma solidária”.
No processo, a Diocese de Umuarama argumentou que não houve responsabilidade solidária, uma vez que os atos foram “exclusivamente” praticados pelo padre que “desenvolvia trabalho voluntário e vocacional de ordem religiosa”. O TJ, porém, entendeu que o fato de ele cumprir funções e horários foram “suficiente para configurar a relação de preposição”.
A relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, cita que os mesmos fatos são alvos de uma ação penal no Paraná. Para ela, ficou “evidenciado” a subordinação do padre à Igreja. “De sorte que o primeiro recebia ordens, diretrizes e toda uma gama de funções do segundo, e, portanto, estava sob seu poder de direção e vigilância, mesmo que a ele submetido por mero ato gracioso (voto religioso).”
Para Nancy, que foi acompanhada por outros três ministros da Terceira Turma, o padre “é para os fiéis a própria personificação da Igreja Católica, no qual, em razão do desempenho de tão importante papel, depositam justas expectativas de retidão moral e santidade”.
A ministra destacou que havia provas de que houve abuso a diversos menores. “À vista de tal cenário, mostra-se ainda mais reprovável o comportamento do réu, que, sob o manto do sacerdócio e aproveitando-se dele, abusando, pois, da lídima crença que lhe era devotada em razão de sua qualidade de padre, convencia as vítimas menores a pernoitarem na casa paroquial de São Tomé em sua companhia, obrigando-as a dormirem em seu quarto, algumas vezes até na sua cama, para fins de constrangê-las, mediante violência presumida, a praticar e permitir que com ele se praticasse atos libidinosos diversos da conjunção carnal.”
Nancy disse que o acordo entre o governo brasileiro e a Santa Sé sobre o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil não deve ser considerado no caso porque serve para mostrar que não há vínculo empregatício entre as partes.
“A regra nele inserida não tem qualquer pertinência ao deslinde da questão, na medida em que apenas afirma o vínculo de caráter religioso existente entre os ministros ordenados e as Dioceses, com o nítido propósito de evitar, salvo situação excepcional, a caracterização de vínculo empregatício”.

Fonte: G1

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pirâmides: Multiclick tem contas e cadastros bloqueados pela Justiça

Empresa é a 5ª a ser congelada em 2013, e está impedida de mandar ou receber dinheiro do exterior; autoridades de Venezuela, União Europeia e Estados Unidos foram comunicadas

Reprodução
Vídeo mostra como funciona a Multiclick
O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) obteve na Justiça o congelamento de bens da Multiclick Brasil  e de todos os seus sócios. A empresa também está proibida de cadastrar novos integrantes, por suspeita de ser uma pirâmide financeira que atraiu 300 mil pessoas. Outros quatro negócios já foram paralisados neste ano pela mesma razão.
A Multiclick e seus sócios também estão impedidos de receber ou enviar dinheiro para o exterior. Segundo o MP-AC, as autoridades de Estados Unidos,  Venezuela e União Europeia foram comunicados sobre as atividades da empresa nesses locais.
A Multiclick foi a empresa para a qual o ator Sandro Rocha migrou após a Justiça do Acre congelar as atividades da Telexfree , também suspeita de pirâmide.
O modelo de negócios da Multiclick prometia lucros de R$ 160 a R$ 800 por mês em troca de investimentos iniciais de R$ 600 e R$ 2.750. O faturamento viria da venda de produtos por meio de marketing multinível – um sistema de varejo legal baseado em representantes autônomos – e a colocação de anúncios na internet.
Para o MP-SC, entretanto, a renda anunciada pela empresa decorria “quase que exclusivamente” das taxas de adesão pagas pelos associados. Assim, quem entrava antes era remunerado pelos pagamentos feitos por quem entrou depois, no modelo típico de pirâmide financeira, o que é crime no Brasil.
 
Veja também: Infográfico mostra diferença entre marketing multinível, pirâmide financeira e esquema Ponzi
No início do mês, bens da Multiclick já haviam sido apreendidos pela Polícia Civil de Balneário Camboriú , em decorrência de uma investigação sobre lavagem de dinheiro e estelionato. A nova decisão, entretanto, bloqueia todas as contas e outros tipos de ativos da empresa e de seus sete sócios, e também os impede de remeter valores para o exterior.
O MP-SC informou que o bloqueio visa a garantir o ressarcimento de quem investiu no negócio, como ocorre em outros casos de suspeita de pirâmide. O advogado da Multiclick não estava disponível imediatamente para comentar a decisão.
'Estilo de vida Blackdever': empresa usa imagens de locais e produtos luxuosos para atrair investidores. 
 
‘Tranquilamente
 Em julho passado, após três outras empresas que se apresentam como praticantes de marketing multinível terem as atividades bloqueadas por suspeita de pirâmide, a Multiclick chegou a pedir à Justiça que a livrasse de um eventual congelamento. Os pedidos não foram atendidos.Mesmo sem obter essas garantias, e ainda alvo de investigações, o presidente da Multiclick, Wagner Alves, afirmou num vídeo divulgado em julho que “a Justiça decidiu que a Multiclick Brasil é uma empresa legal e deve continuar as suas atividades normalmente, tranquilamente”.  
ReproduçãoWagner Alves, presidente da Multiclick: 'podem continuar as atividades tranquilamente'Desde junho, ao menos cinco negócios foram bloqueados sob acusação de serem pirâmides financeiras: Telexfree , BBom , Priples , Blackdever e, agora, Multiclick. Nenhuma delas foi condenada ou absolvida definitivamente.Uma força-tarefa formada de promotores de Justiça e procuradores da República investiga cerca de 80 negócios considerados suspeitos, segundo o Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO).  Os representantes da Telexfree e da BBom – que teve as atividades parcialmente liberadas em novembro – sempre negaram irregularidades, assim como o advogado da Blackdever. O advogado da Priples não foi localizado.

 

 Fonte: IG

 

Polícia investiga se padrasto fez seguro de vida antes da morte de Joaquim

Guilherme Longo está preso desde o dia 10, quando o corpo de Joaquim foi localizado boiando no Rio Pardo

Uma nova pista pode mudar o rumo das investigações sobre o desaparecimento do menino Joaquim Ponte Marques. Em mensagem de telefone celular enviada para a psicóloga Natália Ponte, mãe de Joaquim, pouco antes do sumiço da criança, o padrasto Guilherme Longo fala em ter feito uma apólice de seguro sem entrar em detalhes a respeito. Agora, a polícia quer localizar a seguradora e saber a quem se refere esse seguro e quem seria beneficiado.

Alfredo Risk/Futura Press
Guilherme Longo sai da DIG em Ribeirão Preto (SP), após ser ouvido pelo delegado e o promotor
A informação foi confirmada pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que responde pelo caso e que nesta quinta-feira, 21, se reuniu com o comandante da Polícia Militar, Paulo César Gomes. Eles discutiram detalhes da reconstituição que será realizada na casa onde Joaquim morava, no Jardim Independência, em Ribeirão Preto (SP).
Polícia tem lista de ligações feitas pela mãe de Joaquim
Polícia Civil prepara operação para fazer reconstituição do caso Joaquim
Também nesta quinta-feira, Castro ouviria um amigo de Longo que teria informações importantes sobre o caso. Porém, ele não apareceu para depor e policiais o procuraram sem obter êxito. Longo está preso desde o dia 10, quando o corpo de Joaquim foi localizado boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP), após desaparecer cinco dias antes do quarto dele em Ribeirão. Natália também está na cadeia, enquanto a polícia segue tentando esclarecer como o menino morreu e depois foi jogado na água.

Recurso

A defesa de Longo ingressou com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O advogado Antônio Carlos de Oliveira alega que o principal suspeito de matar o menino pode colaborar com as investigações mesmo estando em liberdade.<p>De acordo com Oliveira, não existem provas materiais consistentes contrárias ao cliente.

"Ele não precisa estar preso para a investigação continuar", afirma. No início desta semana, o advogado viu o pedido de liberdade ser negado pela juíza Isabel Cristina dos Santos, da 2ª Vara do Júri e de Execuções Criminais de Ribeirão. Agora, tenta um resultado favorável em segunda instância.

Pela manhã, Oliveira cogitou a possibilidade de o cliente não participar da reconstituição. O motivo seria porque estaria tendo dificuldades para obter cópias de documentos relativos ao inquérito. Porém, mesmo que Longo não esteja presente, a polícia confirmou que pretende reconstituir os passos do padrasto na madrugada do dia 5.

Suspeita

Ao contrário do que diz o advogado, o delegado afirma já ter provas contra o padrasto, mas que é preciso juntar mais elementos e aguardar alguns laudos que ainda serão expedidos. A Polícia Civil continua com a tese de que o menino morreu na casa e foi levado e jogado no córrego que passa a 200 metros do imóvel, indo parar no Rio Pardo. Segundo a polícia, Longo é o principal suspeito pela morte da criança. Ele teria usado, para isso, de forma acidental ou premeditada, uma dose excessiva de insulina.


Fonte: IG

Órgão de defesa do consumidor lista alimentos que não são o que parecem; confira!

Imagem: DivulgaçãoQuanto tempo você gasta lendo a embalagem de um produto no supermercado? Um levantamento do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) serve de alerta àqueles que concluírem que não prestam atenção aos rótulos durante as compras.
A pesquisa aponta categorias de produtos que não são exatamente o que aparentam. Entre elas, estão a linguiça “tipo” calabresa, que pode levar carne de frango, ou o molho de mostarda, que pode ser confundido com a mostarda.
Para identificar essas “pegadinhas”, é preciso ficar atento às informações da embalagem. “Ler a lista de ingredientes é uma maneira de identificar o que de fato se está comprando”, diz Ana Paula Bortoletto, nutricionista e pesquisadora do Idec.
Além das embalagens, a posição desses itens nas gôndolas do mercado também pode influenciar na compra.
“O cliente compara informações visuais de produtos que estão lado a lado, mesmo que não tenham composições iguais”, afirma Pedro Calabrez, professor de neurociência do consumo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).
Imagem: Divulgação
Especialista sugere que o consumidor leia o rótulo do produto para identificar o que de fato está comprando
No início de 2012, uma reportagem da Folha elencou produtos gastronômicos que sofreram fraudes, como mozarela de búfala (feita com leite de vaca) e vinhos (com origem irregular).
No levantamento do Idec, porém, nenhum grupo analisado desrespeita a legislação (todos os ingredientes e especificações do produto estão presentes nas embalagens). A pesquisa serve apenas de subsídio para orientar consumidores durante as compras.
Para avaliar as características sensoriais desses produtos, o chef Joël Ruiz, da Escola Wilma Kövesi de Cozinha, participou de uma degustação a convite da Folha.
Foram provadas sete categorias de produtos, como hambúrguer “sabor” picanha, com proteína de soja e carne de ave, e bebida láctea fermentada, que pode ser confundida com iogurte. Em todas foram encontradas deficiências em relação aos produtos “originais” em características como aroma, sabor e textura.
Bortoletto, do Idec, também ressalta que alguns desses produtos podem se valer mais do uso de aromatizantes, corantes e gorduras -ingredientes “que podem deixar o preço final mais barato”.

Fonte: Folha

MEC: estudantes serão incentivados a dominar idiomas para ter bolsa no exterior

Imagem: DivulgaçãoO Ministério da Educação (MEC) criará programas para incentivar estudantes a dominar um segundo idioma, com o objetivo de se candidatarem a uma bolsa pelo Programa Ciência sem Fronteiras. A ideia é que, além do Programa Inglês sem Fronteiras, já em vigor, os estudantes tenham a possibilidade de aprender o francês e o espanhol.
Os programas devem seguir o padrão adotado no idioma inglês, que começou a ser executado este ano. Podem participar estudantes de graduação e pós-graduação de universidades públicas e particulares que tenham alcançado no mínimo 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em edição posterior a 2009. Suas ações incluem a oferta de cursos à distância e presenciais além da aplicação de testes de proficiência.
Até o dia 29 de novembro, o Ciência sem Fronteiras recebe inscrições de interessados em fazer graduação sanduíche, quando o estudante cumpre metade do curso no Brasil e a outra metade no exterior. Nesta nova chamada, o programa oferece cursos em 20 países, entre eles a Austrália, a Nova Zelândia, o Canadá, os Estados Unidos, a China, a Coreia do Sul e o Japão.
O Programa Ciência sem Fronteiras também disponibiliza cursos na Alemanha, na Áustria, na Bélgica, na Espanha, na Finlândia, na França, na Holanda, na Hungria, na Irlanda, na Itália, na Noruega, no Reino Unido e na Suécia.
O programa objetiva promover a interação dos estudantes brasileiros com sistemas educacionais competitivos nas áreas de tecnologia e inovação e já superou a oferta de 59 mil bolsas de estudos. A bolsa concedida aos candidatos selecionados custeará a permanência do aluno pelo período de até 12 meses para estudos em tempo integral.

* Com informações da Agência Brasil

Comissão de Direitos Humanos aprova plebiscito sobre casamento gay

Imagem: Divulgação
Também foi aprovada uma proposta para suspender a decisão do CNJ que obriga cartórios a registrarem casamentos de homossexuais
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) a convocação de um plebiscito sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo e a suspensão da decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios a registrarem casamentos entre homossexuais. As duas propostas foram aprovadas em votação unânime.
A matéria que dispõe sobre o plebiscito, cuja pergunta é “Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?”, seguirá para análise da Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Já a que susta a decisão do CNJ vai para a CCJ.
A primeira proposta é de autoria do deputado André Zacharow (PMDB-PR). O parlamentar argumenta no texto que, “ainda que se tente pacificar a questão mediante uma reforma constitucional ou infraconstitucional congressual, sem a consulta popular será inútil” deliberar sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, e “apenas se acirrará os ânimos divergentes”.
Já a outra proposta aprovada representa uma segunda tentativa da bancada evangélica de suspender a determinação do CNJ. Logo após o CNJ ter aprovado a resolução que veda às autoridades competentes “a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo”, o PSC, partido do deputado Marcos Feliciano (SP), presidente da CDH, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão. O ministro Luiz Fux arquivou a ação.
O deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ), autor da proposta aprovada hoje na CDH, argumenta que o CNJ “extrapolou suas competências” e “usurpa a competência constitucional do Congresso Nacional” de elaborar leis.
A CDH também rejeitou nesta quarta-feira o projeto que inclui na situação de dependente, para fins previdenciários, o companheiro homossexual do segurado do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Fonte: Veja

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Juiz marca para dezembro apresentação de condenados a penas alternativas no mensalão

 Brasília – O juiz Nelson Ferreira Júnior, da Vara de Execuções das Penas e Medidas Alternativas do Distrito Federal (Vepema), determinou hoje (20) que os três condenados a penas alternativas na Ação Penal 470, o processo do mensalão, apresentem-se à vara, no dia 13 de dezembro, para começar a cumprir as penas. A execução das condenações foi determinada ontem (19) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa.
Os seguintes condenados tiveram as penas executadas: Emerson Palmieri, ex-tesoureiro informal do PTB; Enivaldo Quadrado, ex-sócio da corretora Bônus-Banval e José Borba, ex-deputado federal (PMDB-PR). Eles deverão pagar multa e prestar serviços comunitários por terem sido condenados à pena abaixo ou igual a quatro anos. O juiz determinou que os condenados sejam comunicados sobre a decisão. Borba e Palmieri moram no Paraná e Quadrado, em São Paulo.
Palmieri cumprirá pena de quatro anos; Borba, de dois anos e seis meses e Quadrado, de três anos e seis meses. Barbosa determinou também a expedição das cartas de sentença ao juiz de Direito da Vepema, informando o regime de pena, o valor da multa e o tipo de serviço que será cumprido.
De acordo com as cartas de sentença enviadas por Barbosa, Borba terá que pagar multa de 300 salários mínimos para entidade pública e não poderá  exercer cargo ou função pública pelo período da condenação. Palmieri pagará 150 salários mínimos a entidade pública e também não poderá exercer função pública. Além do pagamento de 300 salários mínimos, Quadrado terá que prestar serviços comunitários  de uma hora por dia de condenação.
Na sexta-feira passada (15), Barbosa determinou  a prisão de 12 réus condenados no processo do mensalão. Foram presos o ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas; o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares; José Roberto Salgado, ex-vice-presidente do Banco Rural; o publicitário Marcos Valério; Kátia Rabello, ex-presidenta do Banco Rural; o ex-deputado federal Romeu Queiroz (PTB-MG); Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, ex-sócios de Marcos Valério; Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Valério; o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu; e o ex-presidente do PT e deputado federal (SP) José Genoino.


Fonte: Agência Brasil