Guilherme Longo está preso desde o dia 10, quando o corpo de Joaquim foi localizado boiando no Rio Pardo
Guilherme Longo sai da DIG em Ribeirão Preto (SP), após ser ouvido pelo delegado e o promotor
A informação foi confirmada pelo delegado Paulo
Henrique Martins de Castro, que responde pelo caso e que nesta
quinta-feira, 21, se reuniu com o comandante da Polícia Militar, Paulo
César Gomes. Eles discutiram detalhes da reconstituição que será
realizada na casa onde Joaquim morava, no Jardim Independência, em
Ribeirão Preto (SP).
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Também nesta quinta-feira, Castro ouviria um amigo de Longo que teria informações importantes sobre o caso. Porém, ele não apareceu para depor e policiais o procuraram sem obter êxito. Longo está preso desde o dia 10, quando o corpo de Joaquim foi localizado boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP), após desaparecer cinco dias antes do quarto dele em Ribeirão. Natália também está na cadeia, enquanto a polícia segue tentando esclarecer como o menino morreu e depois foi jogado na água.
Recurso
A defesa de Longo ingressou com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O advogado Antônio Carlos de Oliveira alega que o principal suspeito de matar o menino pode colaborar com as investigações mesmo estando em liberdade.<p>De acordo com Oliveira, não existem provas materiais consistentes contrárias ao cliente.
"Ele não precisa estar preso para a investigação continuar", afirma. No início desta semana, o advogado viu o pedido de liberdade ser negado pela juíza Isabel Cristina dos Santos, da 2ª Vara do Júri e de Execuções Criminais de Ribeirão. Agora, tenta um resultado favorável em segunda instância.
Pela manhã, Oliveira cogitou a possibilidade de o cliente não participar da reconstituição. O motivo seria porque estaria tendo dificuldades para obter cópias de documentos relativos ao inquérito. Porém, mesmo que Longo não esteja presente, a polícia confirmou que pretende reconstituir os passos do padrasto na madrugada do dia 5.
Suspeita
Ao contrário do que diz o advogado, o delegado afirma já ter provas contra o padrasto, mas que é preciso juntar mais elementos e aguardar alguns laudos que ainda serão expedidos. A Polícia Civil continua com a tese de que o menino morreu na casa e foi levado e jogado no córrego que passa a 200 metros do imóvel, indo parar no Rio Pardo. Segundo a polícia, Longo é o principal suspeito pela morte da criança. Ele teria usado, para isso, de forma acidental ou premeditada, uma dose excessiva de insulina.
Fonte: IG
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