No julgamento do processo, o STF
condenou o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato
a 12 anos e sete meses de prisão, pelos crimes de lavagem de dinheiro,
peculato e formação de quadrilha. Pizzolato foi condenado por ter
autorizado repasses de dinheiro público do banco em favor das empresas
do publicitário Marcos Valério, apontado como operador do esquema.
O STF entendeu que os desvios ocorreram
de duas formas. A primeira, por meio da apropriação de cerca de R$ 2,9
milhões do bônus de volume (bonificações a que o banco tinha direito)
pelas empresas do publicitário e a segunda pela liberação de R$ 73
milhões do Fundo Visanet. Segundo os ministros, Pizzolato recebeu R$ 326
mil de Valério em troca do favorecimento.
Pizzolato teve prisão decretada pelo
presidente do STF, Joaquim Barbosa, na sexta-feira (15), mas continua
foragido. Em uma carta divulgada à imprensa por sua família, Pizzolato
diz que decidiu buscar um novo julgamento na Itália, onde, por ter a
cidadania italiana, não pode ser extraditado. A Interpol (Polícia
Internacional) incluiu o nome dele na lista de procurados em mais de 190
países.
* com informações da Agência Brasil
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