Polícia afirma que as contradições entre depoimentos de psicóloga e companheiro, suspeito do crime, aumentaram
"Ainda falta colher mais provas, mas com as que a gente tem, já é possível indiciar o Guilherme por homicídio doloso", afirmou o delegado.
Joaquim foi encontrado morto em rio; padrasto é suspeito
A mãe do menino, a psicóloga Natália Ponte, chegou
na manhã à DIG de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Natália
será ouvida pela terceira vez sobre a morte de Joaquim. De acordo com o
delegado Paulo Henrique Martins de Castro, algumas contradições entre o
que ela diz e o que alega o companheiro, principal suspeito do crime,
segundo a polícia, aumentaram muito.
Longo também deve ser ouvido
nesta segunda-feira. Ele estaria em Ribeirão Preto, mas em outro local
não revelado. A presença de Natália e Longo em Ribeirão pode significar
também que a reconstituição do crime está para ser feita. A polícia já
tem até um esquema de segurança preparado e que prevê o fechamento de
algumas ruas próximas à residência da família.Familiares do companheiro da psicóloga teriam ido de madrugada e retirado todas as homenagens que estavam na frente da casa onde morava o menino. Pelo menos é o que dizem vizinhos, que contaram que a retirada foi feita debaixo de chuva, quando o movimento praticamente não existia na rua.
No local será feita a reconstituição do caso. A polícia quer saber como Joaquim desapareceu do quarto e foi parar dentro do Rio Pardo. Ao fim do inquérito, Longo deve ser indiciado por homicídio doloso.
Fonte: IG.
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