As especulações sobre aumento nos preços dos combustíveis tomaram corpo nos últimos meses, porque a estatal do petróleo estaria reduzindo a projeção dos investimentos. Tudo provocado pela defasagem de preços em relação ao mercado externo. Há cerca de dois meses, chegou-se a divulgar reajuste dos combustíveis, mas o governo federal não autorizou aumento de preços.
O percentual a ser concedido possivelmente até o final deste mês, no entanto, ainda não está definido, mas a defasagem estaria em torno de 17%. Cálculos do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE) mostram que a Petrobras registra uma perda estimada em R$ 3,7 bilhões entre janeiro e setembro deste ano com a diferença entre os gastos com a importação de derivados e a receita obtida com a venda de gasolina e diesel no mercado interno. Desse total, R$ 859,7 milhões são referentes à gasolina e R$ 2,9 bilhões, ao diesel.
Folha da Manhã
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