O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB)
foi empossado na manhã desta terça-feira (01) como governador reeleito
do estado do Rio, ao lado do vice-governador Francisco Dornelles (PP).
Após a cerimônia de posse na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj),
comandada pelo presidente da Casa, Paulo Melo (PMDB), o governador
participou de solenidade comemorativa no Palácio de Guanabara. Na
ocasião, o peemedebista fez um agradecimento especial ao ex-governador
Sergio Cabral (PMDB) e listou seus novos desafios. ”Temos uma missão
que não é fácil, mas vamos manter o ritmo de desenvolvimento dos últimos
anos. Para fazer ajustes, tendo em vista a queda do preço do barril de
petróleo, podemos cortar na própria carne”, disse o governador, que logo
depois seguiu para Brasília, onde acompanhou a posse da presidente
Dilma Rousseff.
Sobre os cortes, Pezão informou que cada
secretário terá que reduzir os gastos de suas respectivas pastas.
“Haverá renegociação de contratos em toda administração. Nas outras
secretarias, determinarei a diminuição de despesas de custeio, como
telefones e aluguel de carros. A meta é gerar uma economia entre 20% e
25%. Já em relação as gratificações, o corte será maior. Mas vamos
evitar cortes em pastas como Saúde, Educação e Segurança”, informou.
Ao comentar sobre seus planos pata
diversificar a economia do estado, Pezão citou o Porto do Açu, em São
João da Barra, e o Complexo Logístico Farol/Barra do Furado. “O estado
vai estar muito presente, se colocando como parceiro e estimulando esses
corredores de desenvolvimento”, afirmou.
O governador também anunciou que, para
obter mais recursos, quer negociar com os devedores do Estado. “Vou
lutar muito pela minha receita. O Estado tem uma dívida ativa hoje que
beira os R$ 64 bilhões. Isso não é normal. Estou chamando os maiores
devedores e conversando para entender por que vão para o litígio e não
recolhem impostos”, disse.
Perguntado sobre qual a parte da Petrobrás na dívida, só afirmou ser um “valor significativo”, sem detalhar.
Fonte: Folha da Manhã
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