Rodrigo Gonçalves
Foto: Agência O Dia
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Professores e profissionais da educação pública do estado do Rio decidiram, nesta quarta-feira (7), em assembleia, iniciar uma greve a partir de segunda-feira por tempo indeterminado. O encontro foi convocado pelo Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe), que acusa o governo do Estado de não cumprir os acordos firmados ao fim da greve de 2013. Nesta quarta, por conta do evento que aconteceu no Clube Municipal, no Rio de Janeiro, parte das unidades em Campos não funcionaram. No próximo dia 15 é a vez dos profissionais da rede municipal decidirem os rumos do movimento. Na quinta (08), às 10h, na secretaria de Educação, Cultura e Esportes, haverá uma reunião entre a categoria, que está em estado de greve, e a secretária municipal de Educação, Marinéa Abude, onde será tratada a pauta unificada de reivindicações.
Segundo o diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), em Campos, Carlos Santa Fé, que esteve nesta quarta no Rio participando da assembleia da rede estadual, além das reivindicações de aumento salarial e melhores condições de trabalho, os professores reclamam de acordos não cumpridos pelo Estado. Uma das queixas é que o governo não cumpriu compromissos firmados junto ao STF, em outubro de 2013, como a implementação da Lei Federal do 1/3 da carga horária para planejamento fora da sala de aula, instituída para todos os professores pela lei que criou o piso da Educação Nacional.
O evento unificou os educadores do estado e do município do Rio. As reivindicações conjuntas englobam: plano de carreira unificado, reajuste linear de 20% com paridade para os aposentados, autonomia pedagógica, 30 horas para os funcionários administrativos, eleição direta para diretores, equiparação salarial da categoria, reconhecimento do cargo de cozinheira e 15% de reajuste entre níveis.
A secretaria Estadual de Educação (Seeduc) informou que dos cerca de 75 mil professores do estado, apenas 304, ou seja, 0,4% dos profissionados não foram trabalhar nesta quarta (7). Ainda segundo a Seeduc, as reivindicações não podem ser as mesmas para estado e município. A secretaria cita, por exemplo, que no estado não há eleições para diretores de escolas, como reivindica o Sepe-RJ, e que o cargo é preenchido por um processo seletivo. O governo do estado propõe um aumento de 8% nos salários, mas depende de aprovação da Assembleia Legislativa (Alerj).
A assessoria da Seeduc, também relatou que o secretário se reuniu na terça-feira (29) com o Sepe-RJ e informou aos sindicalistas que haverá reajuste com aumento real este ano. Já em referência à redução da carga horária para funcionários, a secretaria ratifica posição do STF, de que não pode reduzir carga horária sem reduzir salários.
Fonte: Folha da Manhã
Segundo o diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), em Campos, Carlos Santa Fé, que esteve nesta quarta no Rio participando da assembleia da rede estadual, além das reivindicações de aumento salarial e melhores condições de trabalho, os professores reclamam de acordos não cumpridos pelo Estado. Uma das queixas é que o governo não cumpriu compromissos firmados junto ao STF, em outubro de 2013, como a implementação da Lei Federal do 1/3 da carga horária para planejamento fora da sala de aula, instituída para todos os professores pela lei que criou o piso da Educação Nacional.
O evento unificou os educadores do estado e do município do Rio. As reivindicações conjuntas englobam: plano de carreira unificado, reajuste linear de 20% com paridade para os aposentados, autonomia pedagógica, 30 horas para os funcionários administrativos, eleição direta para diretores, equiparação salarial da categoria, reconhecimento do cargo de cozinheira e 15% de reajuste entre níveis.
A secretaria Estadual de Educação (Seeduc) informou que dos cerca de 75 mil professores do estado, apenas 304, ou seja, 0,4% dos profissionados não foram trabalhar nesta quarta (7). Ainda segundo a Seeduc, as reivindicações não podem ser as mesmas para estado e município. A secretaria cita, por exemplo, que no estado não há eleições para diretores de escolas, como reivindica o Sepe-RJ, e que o cargo é preenchido por um processo seletivo. O governo do estado propõe um aumento de 8% nos salários, mas depende de aprovação da Assembleia Legislativa (Alerj).
A assessoria da Seeduc, também relatou que o secretário se reuniu na terça-feira (29) com o Sepe-RJ e informou aos sindicalistas que haverá reajuste com aumento real este ano. Já em referência à redução da carga horária para funcionários, a secretaria ratifica posição do STF, de que não pode reduzir carga horária sem reduzir salários.
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