O responsável pela página que divulgou a notícia se apresentou espontaneamente à polícia hoje (6). Segundo o delegado Luís Ricardo Lara, o homem pediu sigilo sobre a sua identidade e o conteúdo do depoimento, porque sofreria ameaças. "Foi bastante esclarecedor [o depoimento]. Ele mostrou disposição em ajudar a polícia e a identificar as pessoas, permitiu que a polícia tenha acesso a todo o conteúdo publicado na página. Ele vai ajudar nas investigações", disse o delegado.Fabiane foi confundida com uma mulher que teria sequestrado crianças para praticar rituais de magia. O boato surgiu de uma publicação na página Guarujá Alerta, no Facebook, que publicou o retrato falado de uma suspeita de tentar abduzir uma criança, no Rio de Janeiro.
O linchamento aconteceu no início da noite de sábado, na comunidade de Morrinhos, em Guarujá (SP). Fabiane foi amarrada e espancada até a chegada da Polícia Militar, que teve que fazer um cordão de isolamento para evitar que a população continuasse a agredir a dona de casa. Ela foi hospitalizada e morreu na manhã de ontem (5), dois dias após o ataque.
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