Dilma Rousseff ao lado de Garotinho no restaurante
popular – REUTERS
A presidente Dilma Rousseff (PT) e o deputado
federal Anthony Garotinho (PR), que estava acompanhado da prefeita Rosinha (PR)
e da deputada Clarissa Garotinho (PR), almoçaram hoje (27) no Restaurante
Popular Getúlio Vargas, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Dilma escolheu sobrecoxa
de frango, arroz, feijão e abóbora, recusando a sobremesa: melão. A visita durou
cerca de 40 minutos e Dilma seguiu direto para o aeroporto, onde pegará um avião
rumo a Brasília. O deputado estadual Geraldo Pudim (PR) e a candidata ao Senado,
Lilian Sá (PR) também participaram do almoço com a presidente.
Dilma chegou acompanhada do coordenador de
comunicação de sua campanha, Giles Azevedo, que acertou a visita com o
ex-governador. É a segunda agenda da petista no Rio, que veio há um mês para um
jantar na Baixada Fluminense ao lado de Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Este foi o primeiro evento de campanha de Dilma
após o debate na TV Bandeirantes e a divulgação da última pesquisa do Ibope. A presidente chegou ao
Rio pouco antes de 12h para cumprir os compromissos de agenda. O avião pousou na
base aérea do Galeão e, logo em seguida, ela seguiu de helicóptero para a Zona
Oeste. ”Sugeri à presidente Dilma que ela leve Restaurantes Populares a outras
cidades do Brasil. Ela se empolgou com a ideia”, disse Garotinho, que elogiou a
postura da presidente. ”Ela se comportou de maneira exemplar, entrou na fila,
fez questão de pagar com uma moedinha de R$ 1 e distribuiu muitos beijos e
abraços, apesar do alvoroço natural que a sua presença causou no local”, frisou
Garotinho.
Ainda em primeiro lugar nas intenções de
voto, Dilma precisa conter o crescimento de Marina Silva (PSB) e, pela primeira
vez, fez um ato de campanha com Garotinho, líder nas pesquisas no Rio,
terceiro maior colégio eleitoral do país e considerado estado-chave para as
eleições presidenciais. Além da vistoria de agentes da PF, todos os que entraram
no salão teriam de passar por detector de metais. Anteriormente chegou a ser
cogitada a substituição dos habituais talheres de metal por outros de plástico,
mas o cuidado foi dispensado pela segurança presidencial.
O almoço com Garotinho no restaurante popular
aconteceria há duas semanas, mas teve de ser adiado por causa da morte de
Eduardo Campos. Na ocasião, a equipe que cuida da segurança da presidente chegou
a fazer a visita prévia ao local, mas encontrou o restaurante fechado por estar
sem luz. À época, Garotinho acusou o governo estadual de estar boicotando sua
visita com Dilma.
TRE de olho - A agenda de Dilma
ao lado de Garotinho foi acompanha de perto por fiscais do TRE. Os fiscais
explicaram que acompanharam a visita porque é proibido por lei discursar, pedir
voto em prédio público ou associar de qualquer forma um candidato a uma obra. O
restaurante popular, que serve refeições a R$ 1, foi construído na gestão de
Garotinho à frente do Palácio Guanabara, para cerca de 3.800 pessoas por
dia.
Fonte: O Globo
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