De acordo com o diretor do Sepe Carlos Santafé, a prefeitura deveria conceder aos profissionais, no mínimo, 100% de reajuste salarial. Porém, segundo ele, o governo municipal não tem atendido à categoria e não se mostra favorável a negociações.
— A prefeitura está fechando os olhos para a realidade da Educação no município. Os professores trabalham em péssimas condições, a merenda sem qualidade, sem uniformes e salários absurdos. Continuaremos a nos manifestar até que a prefeitura atenda nossas reivindicações. Não podemos mais fechar os olhos para as centenas de irregularidades que acontecem nas instituições municipais —, relatou o diretor do Sepe.
Já a representante do Movimento “Educadores de Campos em Luta” Joailda Corrêa destacou que a gratificação de 10% desagrada a categoria, que espera dez vezes mais do governo. Segundo ela, as irregularidades nas escolas, como falta de infraestrutura, vêm ocorrendo há anos. “Porém, após a falta do básico, como um simples sabonete, fez com que os professores fossem às ruas informar a realidade do interior das instituições”, disse.
A assessoria de Comunicação informou que, a gratificação será concedida durante o período letivo. Ainda segundo a assessoria, nos meses destinados às férias, ao recesso escolar e à licença maternidade dos docentes, a gratificação também será paga integralmente.
Folha da Manhã
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