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Segundo Joailda, a categoria aprovou, em assembleia no último dia 24,
o boicote à aplicação da prova, mas isso não representaria uma fraude.
“O foco do movimento é a pauta de reivindicações em dois blocos:
valorização do profissional e melhores condições de trabalho. Os
professores da rede municipal não são obrigados a aplicar avaliações
externas. O Estado paga o profissional para aplicar a prova, mas na rede
municipal não pagam os professores para aplicar a avaliação”,
justificou Joailda, afirmando ainda que o movimento dos professores
municipais não é contra a Prova Brasil e o Saerj. Sobre publicações de
integrantes do movimento em uma rede social, onde falariam sobre o
boicote e outras orientações, a professora disse que “o movimento não
pode se responsabilizar por publicações individuais em páginas
pessoais”.Após a reunião do último dia 25, uma representante da categoria, Nina Barreto, disse que não houve ganho nenhum. A única conquista seria o cumprimento da lei 11.738 de 2008, que instituiu o piso nacional dos profissionais da educação básica. Um novo ato dos professores está previsto para acontecer no próximo dia 14, com concentração às 16h em frente à Prefeitura de Campos e caminhada em direção à rodoviária Roberto Silveira, no Centro.
Fonte: Folha da Manhã.
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