Em 22 de agosto, dois jornais – ‘Folha’ e
‘O Estado de S. Paulo’ – publicaram que o governo federal teria
decidido subir os preços da gasolina e do diesel neste ano. Pelo
Twitter, o Planalto negou que estivesse estudando um reajuste nos
preços.
Em 3 de setembro, o ministro de Minas e
Energia, Edison Lobão, afirmou que “não se cogita neste momento” o
reajuste dos preços de combustíveis para este ano. Segundo ele, a
Petrobras “sempre pede” ajustes nos preços.
Em 16 de setembro, “O Estado de S. Paulo”
afirmou que o aumento no preço da gasolina seria concedido pelo governo
federal até 21 de outubro, afirmando que parte importante da equipe
econômica é favorável de que o reajuste seja de cerca de 8% nas
refinarias. A Petrobras informou que “não há qualquer decisão”.
Fonte: BOL/UOL
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