O Mali quer prevenir que casos isolados se transformem numa crise de grandes proporções depois da morte de uma autoridade religiosa muçulmana guineense e da enfermeira do Mali que o tratou na capital, Bamaco.
Um amigo que visitou o religioso na clínica também morreu, provavelmente de ebola. Uma criança de dois anos também morreu de ebola no mês passado, na cidade de Kayes.
Em visita à vila onde vivia o religioso, perto da fronteira com a Guiné-Conacri, o presidente Ibrahim Boubacar Keita apelou aos habitantes para tomem todas as precauções na luta contra o ebola.
O ministro da Saúde, Ousmane Kone, que acompanhou o presidente na viagem, disse que "577 pessoas estavam sob vigilância diária", mais do que no último domingo, quando 442 pessoas estavam sendo monitoradas.
Fonte: Agência Brasil
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