No levantamento, elaborado pela Codin, a indústria naval lidera em volume de investimentos com R$ 14,85 bilhões, valor 10% superior ao contido na carteira em2013. Aprevisão é de que sejam gerados 37 mil empregos no setor. O polo automotivo, concentrado no Médio Paraíba, receberá R$ 12,3 bilhões em investimentos com geração de 11.178 postos de trabalho.
Outros setores com destaque na economia fluminense são construção civil, óleo e gás, alimentos e bebidas, siderurgia, P&D e farmacêutico. “É importante perceber a diversificação e a descentralização pe-la qual o Estado do Rio passa atualmente. Embora o setor de petróleo ainda seja importante, há outro núcleos econômicos sendo desenvolvidos” comentou a presidente da Codin, Conceição Ribeiro.
Ainda de acordo com a Codin, as regiões Metropolitana, Norte Fluminense, Médio Paraíba, e Baixadas Litorâneas concentram 98% dos investimentos. Dois terços vão para as duas primeiras, polos das indústrias de petróleo e gás e automotiva, respectivamente.
Também de acordo com o levantamento realizado pela Codin, os investimentos realizados por 89 empresas estrangeiras respondem por R$ 22,74 bilhõesem investimentos. Osgrupos nacionais investirão R$ 16,8 bilhões em unidades até 2018,totalizando 50 empreendimentos. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, os empresário voltaram a se interessar pelo Estado do Rio. “O Rio de Janeiro entrou em um círculo virtuoso. Aqui há um forte mercado consumidor. Há demanda. E as empresas de transformação que ficaram anos sem olhar para cá, agora estão mostrando interesse. Além disso, temos perspectivas enormes com as encomendas que virão do pré-sal”, destacou Bueno.
Britânicos miram na indústria do petróleo
O secretário estadual de Desenvolvimento do Rio, Júlio Bueno, e o ministro de energia britânico Michael Fallon assinaram em Londres, memorando para cooperação no setor de energia.
O documento prevê a troca de expertise no setor de subsea e pré-sal. O acordo também ajudará no desenvolvimento do polo de subsea no Estado, que visa
Estimativas da secretaria indicam um potencial de negócios de US$ 700 bilhões em investimentos no pré-sal nas próximas duas décadas. “O Rio de Janeiro é o destino natural desses recursos, por conta de sua localização mais próxima às reservas. Para receber
Fonte: Folha da Manhã
Nenhum comentário:
Postar um comentário