No contrato, porém, havia uma cláusula
que obrigava a compra da outra metade, se houvesse desentendimento, ou
qualquer problema de gestão, ou de mercado entre Petrobras e Astra Oil.
Foi o que aconteceu. A empresa
brasileira não quis cumprir a cláusula, mas, depois de anos de ações
judiciais, foi obrigada a fazê-lo por um valor reajustado. Assim, uma
empresa que valia US$ 42,5 milhões foi comprada por por mais de US$ 1
bilhão.
Descobriu-se então que presidente Dilma,
presidente do Conselho Administrativo da Petrobrás à época, assinou o
polêmico contrato. Ela alega, porém, que desconhecia os detalhes
negativos do mesmo, tendo sido ludibriada.
Para o comentarista político Merval
Pereira, presidente de Conselho não pode assinar sem analisar todos os
documentos. “Desculpa de Dilma não se aplica sobre caso da compra de
refinaria em Pasadena, nos Estados Unidos, além do mais pois, segundo
relatos, os documentos foram colocados à disposição dos conselheiros.
Assim como ela, todos os membros do Conselho da Petrobrás são
responsáveis pelo estranho negócio, que se transformou em um escândalo
que deu prejuízo de mais de U$ 1 bilhão”, disse Merval em sua
participação na rádio CBN.
Já Joseval Peixoto, comentarista da Jovem Pan, a questão a ser respondida é se houve houve crime ou péssima gestão da empresa.Leia também: Em ano de eleição, Lula critica Dilma abertamente
Fonte: O Globo e Jovem Pan
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