Na votação do projeto, os parlamentares resolveram incluir os comerciários na categoria 3, com piso de R$ 906,98. O índice proposto pelo governador Sergio Cabral era de 8%, mas um acordo em plenário, feito entre os deputados, acabou concedendo o aumento de 9% através da aprovação de um destaque. Entre as emendas parlamentares incluídas no texto, está a que incluiu nove categorias profissionais e uma prevendo que projetos de lei definindo pisos salariais sejam enviados à Casa até 30 de dezembro de cada ano, limitando a quantidade de faixas salariais em seis.
Entre as novas categorias incluídas no projeto, estão: lavador/guardador de carros (faixa 1), tosador e cuidador de idosos (2); trabalhadores de casas lotéricas (3); brigadista de incêndio (4); assistente bibliotecário (6); técnico bibliotecário (7); técnico de seguran ça do trabalho (8); e secretária executiva bilíngue (faixa 9).
O projeto começou a ser discutido em janeiro, quando o líder do governo, André Corrêa (PSD), negociou o reajuste com o secretário estadual de Trabalho e Renda, Sérgio Romay, e representantes de centrais sindicais. Os trabalhadores reivindicavam 15,78% de reajuste. “O Estado do Rio hoje tem o maior piso salarial do Brasil. Isso é um avanço”, avalia Corrêa.
Fonte: Folha da Manhã
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