De acordo com a secretária Solange
Amaral, os comerciantes estão retirando o leite das prateleiras e
colocando em uma área reservado do depósito. A venda da mercadoria
ficará proibida no comércio carioca até que a BRF, dona da marca Elegê,
se pronuncie oficialmente sobre o assunto.
“Isso é crime. A empresa precisa
explicar o que está acontecendo. Pessoas estão contando que o leite está
estragado, com sabor amargo. Em alguns casos, dentro da caixa nem há
leite, apenas um líquido semelhante a soro. Os comerciantes não podetão
vender o leite Elegê até que se saiba o que ocorreu” disse Solange.
Procurada pela reportagem do jornal O
Globo, a empresa informou que “já identificou a questão e avisa que não
se trata de contaminação química”. E afirmou que providências estão em
andamento para sanar o problema.
Em comunicado da assessoria de imprensa
ela disse que: “Com relação à suposta impropriedade alegada sobre o
Leite Desnatado Elegê, informarmos que todas as linhas de produção
operadas pela BRF são submetidos a rígidas normas de inspeção, com a
finalidade de garantir a qualidade de seus produtos. Por precaução e
visando total transparência, informamos que a alegada impropriedade se
trata de uma quebra da cadeia de proteína que gera sabor e cor alterada
no produto, o que não causa danos à saúde ou à integridade física dos
consumidores. Reforçamos que o fato não possui relação com o crescimento
microbiológico e/ou adição de químicos.
Fonte: O Globo
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